Poesias da Nihil

Dizem que Tânatos é filho da noite e irmão de Hipno.
Mentira do "zé-povinho".
Ele é um Eros atormentado, amadurecendo,sozinho,
quando entende que a vida é uma caminhada para o limbo.

Tânatos é o desejo extremado de gozo,
é a preguiça de compactuar com os outros
a grande saga do destino.
É o refúgio sincero
num inferno sem explicação
onde da vida a fruição
encontra a sua exacerbação;

o nada ferido pelo nada, dormindo em sono eterno,
depois de algumas eliminações na arena dos egos


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Para as árvores de uma praça(escrita em março de 2.011- publicado em outro site)
(poesia minha, e inédita)



Árvores setenárias
referências urbanas pictóricas
tenho vontade de ficar abraçada
a vocês, para que me transmitam energia
para que me fundam à permeável natureza
do planeta.

vocês conhecem nossos pensamentos
vocês já viram de tudo nessa vida
são testemunhas de histórias populares
e ainda assim conseguem cumprir a função
de ecológicos nichos renitentes
abrigos de pequenos ecossistemas
condomínios de pássaros
refugiados da guerra contra a natureza
cidades de concreto para insetos
e flores
paredes que guardam segredos de diversos amores,

raízes salientes
sulcando a terra de forma candente

e eu sou como uma de vocês
eu sinto meus sulcos, e as plantas dos meus pés
e dos meus impulsos
fortemente enraizadas no chão
em deus natureza eu ponho ainda minha fé
só tenho a esse como meu mundo
extensão das minhas raízes sempre no chão.

…feito criança
ainda tenho uma esperança
de me balançar nos seus galhos
me virando de cabeça para baixo
sentindo o forte aroma da terra
e do orvalho
esquecida , num dia claro ou cinzento
ouvindo de longe ou de perto os carros
sentindo o aroma do etanol
misturado ao cheiro das flores
trazido pelo vento.

Ah, a vida não cabe num vidro de formol…
Ela é expansiva.




-publicado em outro site,em 29 de março de 2.011.

Meu amor (como substantivo para classificar um sentimento)

…tem a potência de um gigante
é desejoso,é desejante
é afável, é cortês,é galante
é educado,é gentil, é verso e anverso,
é diafragmático,
é simpático,
é didático,

às vezes, ele começa no baixo ventre,
e sobe pela espinha até o coração,
ele começa no coração às vezes,
e vai para a cabeça,
mas dali desce para sempre
para o baixo ventre.

quando esse amor é fraterno
quando ele é parente
quando ele é distante
quando ele não é tão candente
ao ponto de ficarmos achando
que nem está presente

então ele começou em outro lugar
e esqueceu de se apresentar,
ele é aquele que não é visto
quando procurado
mas que oferece sempre o ombro amigo
quando necessitado
ele oferta cuidados
salva o invisivel e o distante
gosta das flores e dos bichos
justifica os amplos cuidados
comunitários
formou as sociedades
produziu costumes e hábitos
de convivência
preenche os corações
com as fatidicas paixões
com as engraçadas amizades

mas o meu amor
e com isso,indico meus sentimentos
sejam quais forem
as suas variações
ou sua variação
sempre é radical
é intenso
é colorido,é multiverso
é uma árvore
de raízes gigantescas
de copas magnificas
e floridas
que se estendem ao infinito
suprema felicidade
da minha alma,é vida e é abrigo
é minha razão inconsciente
e inconsistente
de viver.

Meu amor
é uma figura que já se fez
de alguns codinomes
e a cada vez que me apaixonei
de verdade
pensei que estava perdida
mas eu me perdi mesmo foi na espiral
desse labirinto espiritual
que é o mistério de amar

pão para muitas barrigas famintas.

Meu amor,
Um namorado,um amigo,um nerd nerd em computador
Meus amores, amigos de todos os tempos
parentes,menina que gosta de dança
gatos,cachorros e vasos de planta,
mundo em eterna mudança,

Meus melhores sentimentos
mesmo quando nem mais percebo a existência dos mesmos,ou do mesmo amor,
Meu amor de presente para vocês

visíveis e invisíveis
não existentes e existentes
factíveis
parceiros das baladas de sempre.




Minha linguagem- publicado em outro site,em 10 de março.


Eu não tenho mais medo
de escrever
com a finalidade de entreter
mas tenho reservas
contra os clichês da poética
e gosto também de pintura e desenho.

Não tenho alma, mas tenho cérebro
não tenho coração,
mas tenho ego, id e superego
não tenho anjos me orientando
mas tenho complexos me prejudicando
ou bons hábitos me ajudando.
Não tenho sentimentalismos profundos
eu tenho sim,são vínculos
-bem ou mal resolvidos
com um erotismo fecundo
as musas que me inspiram mais
são as prosas inteiradas,da psicologia,
com suas entidades reveladoras da identidade.

Moderninha
se ouço filosofia
eu a interpreto de forma alternativa,

Sou uma provinciana
mas também sou uma molecona
com voz de falsete,
posso estender o tapete
para bons amores
posso poetar sobre parentes
e sobre flores,
embora eu tenha vergonha de ser conhecida
como sentimental
prefiro ser uma moça
que estuda a problemática comportamental
e que pensa a velha libertação da alma,
como uma emancipação hormonal e psíquica.

…mas no fundo,sou mesmo uma bobona
com medo de parecer piegas-
posso hoje em dia,
ser materialista e provinciana
mas nunca deixei, no fundo, do fundo,
do meu sótão escuro
de ser uma esperançosa na condição humana,
de ser uma esperançosa poeta.




23 de julho de 2011 05:52
srta Nihil disse...
O texto que se seguirá,não tem rimas,mas é um texto poético.
Publicado em outro site,no último seis de abril,mas na verdade, escrito por mim,em 1.980.
Poderá ser lido,como uma "prosa ecológica".


"Mundos oníricos paralelos
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No jardim, as plantas e as flores conversavam todas entre si,com frequência,porque nunca havia nada para se fazer.
Não havia passeios - não havia como sair do chão.
Nada conheciam da vida, nem concebiam como eram as viagens, porque para se ter a idéia de como é uma coisa,é necessário ter os membros do corpo adequados àquela experiência.
E as conversas desses vegetais versavam só sobre o visto.
Sobre as sensações.
Os arranhões,as dores,a fome, as sensações cinestésicas.
Não tinham pai, não tinham mãe, não tinham afins, mas eram afins-quimica e mentalmente.
Solidarizavam-se no sol e na chuva.
A vida era eminentemente uma ode à sensualidade, uma canção cinestésica, um pacote explosivo de sensações pelos corpos, pelos poros.
Se pudéssemos ouvir as flores, elas estariam sempre aos gritos, aos berros, de alegria,ou de desespero.
As mais velhas aconselhavam as plantinhas que brotavam do chão- e as “mocinhas” que abriam os botões.
Não havia como dizer de que forma deveriam se proteger da tesoura das mulheres humanas, dos predadores, da poluição incipiente das ruas- e nesse tempo, ainda haviam poucos carros.
O aconselhamento, era a devoção ao deus sol.
Talvez, a “verdade” estivesse com ele.
Uma margarida, num enorme canteiro de margaridas, abria-se em flor.
Ela se revoltava contra o seu destino cinestésico, e não gostava da idéia de só viver, se alimentar, fazer a fotossintese, e parir simplesmente o tempo inteiro.
Acabou fazendo amizade com os beija flores.
Eles tentavam passar à mesma a idéia de como eram as viagens, e as andanças dos animais que tem pés.
Ela não percebia que enquanto os escutava, não só os alimentava, mas espalhava por muitos cantos, suas sementes.
Acabaria um dia alertada de que ia ter muitos filhos- ou filhas margaridas, cujos destinos ela nem jamais sonharia.
Ela já se rendia a essa altura, à sua sina cinestésica.
Gostava da sensação de ver suas sementes serem levadas embora, pelo vento e pelos pássaros.
De todas as flores do jardim, era a que mais se virava para o sol, fosse em qual direção ele estivesse.
Passou a desenvolver um complexo de onipotência.
Ela era um imenso “falo” parindo o tempo inteiro, toda a vida, em sensações explosivas de vinculação à vida material, e complementações por todos os lados.
Bem mais do que outras flores.
Um dia, exagerou em seu zelo, e quis ser o sol.
O sol, o qual- segundo diziam, se realizava dando a vida a plantas, animais, animais homens, insetos, vermes.
Deixando-se levar por uma grande tempestade, acabou saindo do chão, finalmente, e realizando sua fantasia de menina.
Caminhou para outro lugar, mesmo sem ter pés.
Voou, voou, voou.
Morreu para aquela vida de margarida.
Sua raiz foi enterrada no chão pela dona da outra casa.
Tempos depois, ela renascia, mas não era mais a mesma.
Havia se transformado em várias, com as mesmas inclinações.
Os campos agrícolas, as paragens rurais renasciam nas primaveras.
As flores, independentemente do que eram e do que pensavam, cobriam esses campos.
Assim elas eram, que nem nós.
Nossas vidas, muitas vezes, seguem à revelia, e vamos cumprindo nossos papéis, por causa ou apesar de tudo.

Enviado por: NIHIL

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Freud Explica(título da poesia)- publicado em 03/05/2011,pela primeira vez.
Mas,foi escrito mesmo em 1.991,quando vivi uma paixão meio instável.
E reeditado em abril desse ano, já com as cenas do reencontro com esse senhorzinho- agora- no ano de 2.005.
Na verdade,ele foi a primeira pessoa com quem conversei,em grupos de discussão,mas hiperativo como ele é, se cansou rapidamente deles.
Vejam os versos a seguir.
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É uma tal história
de um amor que não queremos
é uma luta sem glória
entre o instinto e o pensamento”,

Perigo,
não há na companhia mútua
um beneficio
não há para eles uma saga futura
nem alegria possível.

lutam, e só há perdas
apagam-se como duas velas
sofrem em abstinência
sentem-se na miséria
longe - em complacências
mas tão logo retomam a música de acapela
passam a merecer todas as condolências,

seus corpos- e olhos,contudo
chamam um ao outro
para o infortúnio
amor insano e louco
instrumento de tortura
insano gozo

que não é um masoquismo,como se pode pensar,
mas que é uma festa
à revelia, como velas acesas para o mar,
numa festa de Iemanjá.

Apesar de todas as boas decisões,
é só se verem
e se perdem nas palavras mútuas
nas batidas dos seus corações
no contato da pele,
enquanto admitem
tristes,
que juntos,não farão fortuna.

Um dia, esse quebranto teve fim,
Um fim forçado,quase hipócrita
- mas poderia ter sido um dia de glória,
a moça, incógnita
para se refazer inteira e afim,

desceu a serra do mar,
foi tomar um banho na praia de Bertioga
nadou na costa por uma hora
e conseguiu nele,não pensar mais,
por um tempo,
embora no seu coração, em silêncio
a lembrança daqueles olhos brilhantes,
lhe fôsse uma memória cortante.

Eles tentaram voltar, ficaram amigos
se é que era possível,
a vida passou, o encanto se dissipou
mas ainda nos dias de hoje,
de perto ou de longe,
nenhum de ambos olha para o redemoinho
dos estranho brilho no firmamento
dos olhos mútuos
- que um dia produziu um amor sem futuro
cujas cinzas ainda exalam fumaça
a incendiar outros corações em brasa,
enquanto eles apenas procuram entender,
porque amar,-muitas vezes,também é sofrer,
e perder.

Enviado por: NIHIL


08 de maio de 2.011, Dia das Mães(título da poesia para essa data especial)


Essa poesia foi escrita para apresentar um link de uma floricultura virtual,com belas imagens,que eu já publiquei uma vez nesse blog,mas o sr.William ainda adicionou a imagem de uma criança,para ilustrar a frase "grande aventurança,é carregar a criança nos braços..."

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Na profusão dos amores,
de diversos coloridos,
como o da próxima galeria de flores
existe um que não fica nunca antigo,

que é realmente parcimonioso
que perdura pela eternidade
em tudo o que tem de mais afetuoso

grande bem aventurança
é carregar nos braços a criança
que estará em nossos pensamentos,
por todo o tempo
em que existir a vida em sua exuberância,
a ser conferida no próximo arquivo,

filhos são provisórios
mães são perenes
as flores abaixo mudarão ante nossos olhos,
mães são para sempre,

e mais três dias.


http://www.google.com/imgres?imgurl=http://fotos.imagensporfavor.com/img/pics/glitters/b/bebe-7995.jpg&imgrefurl=http://www.imagensporfavor.com/buscar/16/flor.htm&h=342&w=558&sz=23&tbnid=-sxzlsZXoazvoM:&tbnh=82&tbnw=133&prev=/search%3Fq%3Dbebe%2Bcom%2Bflores%26tbm%3Disch%26tbo%3Du&zoom=1&q=bebe+com+flores&hl=pt-br&usg=__3ODSz3OEOSDGG9KRAt-V7cbSUoo=&sa=X&ei=m4jGTa_bL-vq0QGB04X1Bw&ved=0CDcQ9QEwAQ




http://www.flos.sk/flowers-gallery/cid/3.xhtml

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Tripitaka 159-Festa do Wesak, escrito e publicado em dezessete de abril.

Consultei o livro das "quinhentas orquídeas" -em uso atualmente, para publicar links dessas flores,no blog.
É um texto religioso,mas pode ser visto como poético,também.
Ele parecerá melhor,ao leitor- se algumas dessas gimnospermas- de preferência as últimas,forem vistas no Google Imagens.
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Quando o menino Shakyamuni nasceu- esse menino que seria o futuro sri Buda, todas as flores do jardim da sua casa, se abriram de uma vez.
Margaridas pequenas, margaridas rainha, crisântemos, gérberas, helicônias, rosas de todas as cores e tamanhos, rosas comuns, rosas para enxerto,rosas híbridas, hortênsias, gerânios, violetas, gloxínias, papoulas, camomilas, açucenas, flores-de-maio, flores de outubro florescendo em maio, violetas selvagens e perfumadas, dálias, cravos, damas da noite(durante o dia) enchendo os canteiros de perfume, onze-horas(às sete horas da manhã), chuvas de ouro, sálvias, gladíolos, lírios de vários formatos e cores, lírios beladona, grinaldas, flores de algodão, flores carnívoras que se fecham sobre insetos descuidados, flores feias e do deserto(em pleno jardim da “casa real”), flores de cacto, narcisos, lírios da paz, miosótis, flores miúdas, flores silvestres de todos os tipos, cores e tamanhos, jacintos, melilotos e outras florezinhas de plantas medicinais, antúrios, copos de leite, - e num riozinho- lótus, ninféias, vitórias régias.
Voltando aos canteiros, floresceram ainda impatiens(as marias-sem-vergonha), azaléias(ou rododendros), florezinhas vermelhas em sebes espinhosas, flores da fortuna, liziantros, girassóis, gardênias, orquídeas de bambu, hibiscos, cerefólios, agapantos brancos e azuis, bromélias, santo-antonios, petúnias, flores de chuchu(ou de cerca), campainhas holandesas, flores naturais do Japão e da Tailândia,outras naturais da região amazõnica, de cerrados, do sertão, das leguminosas, dos chás.
Buganvílias em cinco cores.
De laranjeiras, de amoreiras, de ameixeiras, de goiabeiras, de todas as árvores, nas alamedas de árvores.
De ipês, de manacás da serra, jasmins perfumados.
Nos canteiros das orquídeas, abriram todas as flores(mesmo fora da estação) cabíveis nos nomes:
Aerangis, aganísia, aerides, papilionanthe,amesiella, anacheilium, angraecum, ansellia, anguloa, arachnis, arpophyllum, arundina, asconcentrum, baptistonia, auliza, aspasia, barbrodria, barbosella, barkeria, bifrenaria, beadlea, bletia, bollea, bothiochillus ou coelia bella, brassavola, bulbophyllum, campanulorchis, capanemia, calanthe, callista, campylocentrum, catasetum, todas as cattleyas(fiuuuu…), Cerastotylis, Chysis, chytroglossa, cirrhaea, cirrhopetalum, cleisostoma, clowesia (nome da minha série de prosas com o sr.Hosaka, …hohó!), cleistes, cochleantes, coelogyne, comparettia, corymborchis, cranichis, cynoches, cymbidium, cryptophoranthus, cymboglossum, cyrtopodium, todos os dendobriums(mais uma população…), dendrochillum, dichaea, dinema, dimerandra, dichaea, dracula (ela é impressionante…), dungsia, encyclia, dryadella, eltroplectris, euchille, epidendrums (fiuuu…), epigeneium, eriopsis biloba, euanthe, erythrodes, eurysthiles, eulophia, galeand
ra, plysurus, galeottia, gastrochillus, gomesa, gongora quinquenervis, habenaria, govenia, grammatophyllum, hadrolaelias(essas aqui também são muitas), haraella, hexisea, hoffmannseggella, Laelias (fiuuu…), homalopetalum, jacquiniella, junellea, ionopsis, koellensteinia, katherinea, leptotes, lakesterella, lockhartia, latouroschis, liparis, lycaste, macradenia, malaxis, masdevallia, maxillaria, mesadenella, spiranthes, miltonia(alguma orquidea que foi o Teacher que descobriu? hahaha…) , mormodes, myoxanthus, chaetocephala, mormolyca, mystacidium, neobenthamia, octomeria, notylia, oeceoclades, oncidium(um monte), orleanesia, osmoglossum, odontoglossum, pabstia, Colax, paphinia, papilionanthe, pascatorea, pedilonum, pelexia, peristeria, phloephila, phaius, phragmipedium, phymatidium, platyrhiza, pleurothalis(não conhecemos em São Paulo,mas tem várias espécies), plecthrophora, phalaenopsis, e todos os seus híbridos(trezentas espécies mais ou menos), pleione, p
leurothallia, polystachia, polystachis, promenaea, prostechea, psychopsis, renanthera, rhyncholaelia, rhynchostylis, rodriguezia (fiuuu…), rodrigueziella, rodrigueziopsis, robiquetia, rossioglossum, sarcoglottis, schomburgkia, saundersia, stenia, sobralia, scuticaria, sophronitis (há uma previsão de que as laelias serão substituídas pelas flores com esse nome), sigmatostalix, stanhopea, sobralia, spathoglottis, stelis, stigmatosema, stenoglottis, thunia, trichocentrum, trichoglottis, trichopilia, urostachia, vanilla(vários tipos. Postei sobre essas flores no blog, explicando como é o cultivo e a extração da baunilha), xiphosium, xylobium, eria rosea, zelenkoa, zygopetalum (exuberante…), zygostates,

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Não tem importância que a maioria dessas flores não era procedente da India.
Elas brotaram milagrosamente naqueles jardins,mesmo sem terem sido cultivadas.
Ainda que grande parte, fôsse existir de verdade, só séculos e milênios depois.(kkk…)

Sem brincadeira, imagino esse jardim cheio das orquideas vanda, que são naturais mesmo da India.

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E o menino sri Santinho, após uma semana, passeou entre essas flores, num chão lindamente gramado, dizendo em sua voz infantil, que ele havia nascido para fazer girar a roda do dharma.

Enviado por: NIHIL


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Todos gostam de finais felizes.
Um dia,eu me impressionei com um.
Se vcs gostam do amor,vejam "Heitor e Andréa".
Não há como não lhes desejar felicidades.
Fui ao casamento deles em 1.993.


Texto publicado pela primeira vez em junho,no outro blog.Soube que existe uma similar a ela, entitulada "Hektor e Andromaka"- casamento ocorrido como trama paralela na saga Tróia,de Homero, e esse romance em questão, mereceu alguns filmes no cinema.
Essa  similar foi escrita por Safo de Lesbos,e  será apresentada junto da que seguirá agora,oportunamente.

"Heitor e Andréa


Na majestosa nave fria
a moça do buquê caminha
com seu vestido tão alvo
levada por parente alto.
Lhe aguardam os padrinhos
sentados os convivas
e as crianças
levam as alianças,

toca a orquestra no anfiteatro
aparece Heitor
lhe dispara o coração
o clérigo esbanja boa educação

eles dizem sim,

as madames e as madrinhas
choram de alegria
-vai haver uma festa
as crianças querem o bolo
vai haver uma festa
o salão está florido

…mas os jovens de nada sabem
estão perdidos em felicidade
mas os jovens de nada sabem
só conhecem a sua realidade

Tudo começou lá no serviço
quando eles viram
eram mais que amigos
tudo dividiam
desde a cama com dossel
até aos livros
e foram vivendo assim
em lúdico carrossel
estavam doentes,diziam
ninguém naquela idade
a ninguém pertencia
mas eles juntos- faziam dos momentos
sua eternidade
unidos ficaram o tempo
de uma longa viagem

se estava dando certo
então era para uma vida
os sonhos a céu aberto
eram vistos e pensados de dia
se houvesse o futuro
se houvesse além do horizonte
lá estariam eles
sempre andando juntos
se houvesse algo a fazer
isso era para eles
somente
-um se via no espelho, mas chamava sua imagem
de você (o nome do seu amor)

e a festa corria barulhenta
as conversas se ouviam arrulhentas
os jovens não estavam nem aí
estavam em seu mundo
brilhavam tão intensamente
estavam a sorrir
cumprimentavam os parentes
mas não estavam nem aqui.

alguém cortaria
do bolo a primeira fatia
(enfim)
quão era doce o amor
eles, perdidos em pensamentos um no outro
estavam perdidos de amor,

Nos olhos mútuos moravam
brilhavam nos dedos as alianças
eles habitavam jardins celestiais de lindas esperanças
de muitos sorrisos e bonanças
na maionese viajavam
miravam-se sem parar
pousavam no coração um do outro
eram tão tolos
perdidos de amor…

…e o buquê foi para uma menina chamada Maria
que amava as novelas
que não sabia o que era o amor

e eles ignoravam paz e guerra
e habitavam as vielas
dos sentimentos um do outro
eram tão bobos tão tolos
perdidos de amor…     "

Enviado por: NIHIL


HOJE, 18 de agosto de 2.011.
Finalmente colei a poesia similar à que foi postada acima, escrita por Safo de Lesbos,milênios atrás.
Reparem como eu fui mais "alma" em meus versos acima,ao passo que ela foi mais "festa" nos dela,abaixo.
Com vocês,Héktor e Andromaka, passagem da Ilíada que também teve um similar na vida real.
(fui ao casamento dos meus amigos Heitor e Andréa em 1.993)
Em tempo,
essa poesia dela foi mais longa, e a única cópia que existe atualmente,é esse fragmento que será visto.
Colchetes e pontos,em traduções,indicam em que partes o papiro em que foi escrito, foi desgastado.
Eu omiti parte desses colchetes e pontos.

(estou pensando se não é por sempre ter intuído o estado fragmentário do que sobrou da obra da poeta antiga com quem me identifico atualmente,que umas vezes,por gozação, em minhas missivas para o gd, - deixava de terminar o texto, dizendo algo como ...xi, rasgou... ...   ...    hahaha...)
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Comentário por Encrenca 393, héktor e andromákha — sexta-feira, 3 de junho de 2011 @ 00:14:18

“Kypro,
ei-lo o arauto
e estas palavras Ídaos,o mensageiro veloz
… … … … …e das amplidões da Ásia… … … …glória imortal
(esse início está fragmentado,e sem algumas frases,pois no original,elas estão apagadas)
Héktor e seus companheiros,a de olhos cintilantes
trazem de Thebas, a santa,e de Plakía(das fontes perenes):
Andromáka de muitas graças, em naves sobre as salsas ondas
do mar- e bordados de cores cambiantes,
quanto bracelete, vestes purpúreas com perfumes,
copas de prata, inumeráveis; e marfim.”
Assim falou. Vivamente ergueu-se o amado pai,
e Pháma, na cidade de amplas praças, ressoa entre os amigos.
Num ímpeto, os ilíadas atrelam os mulos
aos carros de boas rodas: para eles sobem concertos
de meninas e de mocinhas
à parte, as filhas de Príamo
os corcéis,os varões conduzem aos (carros de guerra)

.
… … …iguais aos deuses sagrados
reunidos todos( ) para Ilion;
a flauta docissonora e a cítara se mesclam
ao timbre dos crótalos; das virgens,nítida
a canção sagrada ressoa aos céus etéreos
por todos os caminhos
grandes vasos e copas
misturam-se incenso,mirra e cássia;
as anciãs lançam no ar um grito agudo de alegria
e os homens, num coro apaixonado, altíssono,
invocam Paion,o Arqueiro de boa lira,
celebrando Héktor e Andromákha, iguais aos deuses:       "
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Uma data anterior,

Quaquisso, me chamaram de setenária,mas só tenho quarenta e oito anos!
Fico surpresa às vezes,com meu desembaraço para falar em certos temas,textualmente-ou poeticamente.
Safo de Lesbos também escreveu uma poesia sobre "a velhice"- que será outra a ser "colada" aqui,quando possível.
Como estamos num tempo de descrições mais científicas dos estados da natureza, a minha tem outro nome.
E foi publicada pela primeira vez em março, no "Filosofia Matemática".
Coincidentemente,no início do outono.


"'Climatério



Existem na terra
quatro épocas
de florir
de frutificar
de desertificar
de gelar


Existe um tempo para sorrir
outro para chorar
outro para só pensar

Estou num transe intermediário
não é verão, não é inverno
não é um galhardário
mas é um caminho certo…


…para o invicto e decisivo inverno,

Eu vou sentir saudades
dos sonhos que não cheguei a ter
vou destacando folhas no calendário
entre todos os amores, eu escolho sempre “você”,
para levar comigo para do bardo um dia,
além,


As folhas se colorem de ferrugem
caem das árvores
o tempo urge
Outono é para colheitas, ou
para semeaduras rápidas,
de instantâneos resultados

no pasto, o gado muge


As cenas se aceleram,
e eu também
Em breve, vou ser uma saudade secular
de brilho regular,
guardada na agenda de alguém.   "



Enviado por: NIHIL


?
?
?
?
A que será vista abaixo,terá sido a única poesia neoconcreta que eu escrevi na vida, porque o neoconcretismo ,é um parnasianismo,onde se liga demais para as formas,e onde se esquece o conteúdo.
Eu sou uma cronista,de repertórios-e acabou-se.
Entretanto,falar sobre Deus, poeticamente,é difícil- sem cair no "lugar comum".
Portanto,esse "conteúdo todo" precisou dos diques neoconcretos,para poder melhor ser visto.
Vejam minha poesia sobre o "Personagem".
Antiga - (existe desde 1.981) - tem sido modificada e atualizada,nesses anos.
Publicada em cinco de junho,no "Filosofia Matemática".

"Ouço uma luz,vejo um som..."
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"Pensamento- (ou -a sílaba mágica)


Vêm do ar
Vêm do mar
Vêm da voz
Vêm do tempo
lugar
do infinito ao longe

]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]vêm lá de trás,vêm de cima,de baixo

esse grande som que corta, que se densifica em silêncio]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]

esse poder, … … que não se percebe perceb perce perc mais mai ma… … … …


uma pedra na água,uma infinita espiral,
as mãos no ouvido, o som do mar,o som universal
os ruídos dos carros
o som das cidades
não deixam escutar

]]]]]]]]]]]]]]] o pesadelo do silêncio,do silênc,do silên,do sil…]]]]]]]]]]]]

esse grande poder, - a palavra universal…………………….


a algaravia da rua
a cantoria dos pássaros

o rock’n'roll, a sinfonia erudita, o batuque da escola de samba
o entusiasmo das crianças
a vida no mundo

não deixam escutar…]]]]]]]]]]]]]]]]


passado,presente e futuro
a um tempo só no mural dos tempos,
a sucessão dos eventos
o ruído tão denso
que não se deixa mais ouvir

]]]]]]]]]]]]] por ser compacto e igual ]]]]]]]]]]]]]]


desdobrou-se em pensamento
em sentimentos

numa história material ]]]]]]]]]]]]]]

e apareceram as forças de todo intencionadas
que criaram aos deuses
das cores,da música, das formas geométricas

]]]]]]]]]]]]]]]] universo é poesia,é poes…é po… ]]]]]]]]]]]]

Mãe é matéria
A existência é tão longa,é tão longeva e tão bela………..


E os deuses da música,da melodia,do ritmo e da harmonia
Tocam harpas,e cítaras
em eterna sinfonia
inspiram os seres em alegria
transmitem os sentimentos

[[[[[[[[[[[[[[ do autor da música,do autor da músic...do autor da... [[[[[[[[[[[

ao "Olho Mágico" que o fita, em emoções poderosamente divinas
numa estúpida e imotivada alegria.......alegri................

shhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...shhhhhhhhh...zzzzzzzzzzzzzzzzzz


Denso e igual
Obscuridade platinada
multiplica-se em tantas formas e vidas
as pequenas consciências queriam voltar para lá
as pequenas vontades se sentem separadas
os pequenos desejos, são apenas corações partidos
as formas,as flores, o amor, os dramas,
em lagos translúcidos à distância
são vistos com curiosidade
com complacência
e com toda a música que é possível

...]]]]]]]]]]]] longa canção que jamais será ouvida …………..


Um dia todos voltarão
e consertarão os corações
as flores fecharão
e cessará a longa canção
os braços do amor
finalmente abraçarão


fim dos tempos
fim da algaravia

……………..mais um dia de Brahma Shiva…………………………….

…….e o sol ilumina os  ruídos do mar..............
…………………….

]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]] shhhhhhhhhhhhh……………………………"


Enviado por: NIHIL


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Hoje, 28 de julho,
essa parte que  seguirá,aguarda mais edição.


O conjunto que será visto,foi escrito e publicado em vinte e um de abril desse ano,e é uma fantasia ficcional sobre a velhice de Safo de Lesbos,que se tornou uma excursionista solitária pelas paisagens metilenas- após não poder mais dançar,e após a miopia desenvolvida,que a impedia de escrever poemas ou de registrar partituras musicais.
Em minha imaginação,ela era sempre vista - passeando nas imediações do rochedo de Lêucades- por gostar da paisagem marítima mais radical que de lá se descortinava-daí terem inventado que um dia,ela perdeu o equilibrio,e caiu no mar.

Nada mais equivocado.
Ela morreu sim, vendo o belo mar azul escuro, agitando-se na sua frente,e essa imagem foi o que de melhor lhe ficou.
Mas ela morreu,por causas naturais.
Em tempo:
sei que estão "vendo" uma certa identificação minha- nessa página,com a personagem abaixo.
Escrevi poesias cujos similares,escritos por ela,encontrei recentemente.
Ambas somos "cinestésicas" no uso das palavras,e o somos- na atitude.
Ela tendeu mais ao erotismo, nas palavras,eu sou uma "cinestésica" de todas as sensações e percepções.
A leitura de um texto de réplica meu dado à Selma,semanas atrás,contará, de forma "atraente" essa história- sobre a poeta grega da antiguidade pré-cristã,e pré-budista, cultuadora das premissas naturalistas de Vênus e do deusinho Eros,o deus natureza.-Ela foi uma leitora inspirada e eterna da Odisséia,e de Tróia,de Homero-  épicos que tanto assunto lhe renderam para os seus poemas.
Lá, o leitor curioso,vai ficar sabendo sobre o poeta sr.Joaquim Fontes- e sobre seu livro,entitulado "Eros,Tecelão de Mitos".
Essa minha referida crônica foi escrita em três partes.
Ter conhecido,recentemente,a obra dela, me incentivou a começar a publicar meus versos antigos.
E a escrever outros.

O que ficarei devendo prolongadamente  a essa página,por enquanto,será a transcrição dos "similares" aos poemas "Heitor e Andréa"(Héktor e Andromaka) e "Climatério"(A Velhice da bailarina)

.
.
.
"O OCASO DA ARISTROCRATA DAS PALAVRAS- (aqui eu imaginei uma cena dela apreciando a baía de Metilene,a partir de alguma elevação rochosa)
.
.
Para ela, aquela marina
era uma infatigável espera
era um sonho com todos os que se haviam ido
era uma promessa para o futuro
era uma utopia romântica
que os deuses lhe sugeriam
era um para sempre
era um nunca mais na vida
era onde ela apreciava sempre uma frota de navios
na esperança de que eles lhes trouxessem
alguns dos que tinham ido

aquela marina era seu mestre
era seu “melhor amigo”
era seu presente toda manhã
e toda tarde
era o apreço ao turbilhão das águas
quando ela pensava nas questões
da alma,
era a incerteza sobre se alguns entes queridos
estavam ou não vivos
era o remorso pelo prejuízo que causara a alguém,
por ter falado demais
era a sua decisão de por isso
não cantar nunca mais,

mas nunca mais era tempo demais

suas preces para os deuses que protegiam o mar,
ainda eram formosos versos e canções
que não teriam mais registro
-e de tão sublimes que eram
comoveriam a natureza e aos mesmos deuses
que os ouviam
que lhes atenderiam os pedidos,

Um dia, ela teria de novo, todos os seus amigos
perto de si,
retomaria uma vida de comum utilidade,
sem entretanto,voltar a brilhar como artista,
passaria a fazer parte da construção do mundo
entraria ativamente na composição da história
das pessoas em toda parte,

Talvez naquele momento
ela queria mesmo era ser livre
para ser o que bem entendesse
para ser o nada que permeia os bosques
para ser a luz que dá brilho ao orvalho
da manhã
para dançar com a brisa que sacolejava
as folhas das árvores em todo lugar
para não dormir nunca
e anoitecer com o brilho da lua
e amanhecer num raio de sol.

Em tudo o que ela pensava -ela era mais sublime
do que triste
em sua espera por alguma coisa que não estava
que ainda não existia
que não cabia num único tempo,
enquanto idolatrava o novo amor,
digo novo amor,
porque naquele tempo,ainda essa era uma abstração
da qual não se havia grande consciência,

“Vênus,Eros,sra Hera, sr.Júpiter, tragam eles de volta,
não,não tragam mais,eles não seriam mais felizes aqui,
não sei o que eu quero mais
eu quero a beleza das formas
e das rimas
da natureza,
não,também não quero mais
não sei o que eu quero mais
o que eu mais desejo é me reunir de novo a todos os que eu conheço,
e voltar a ser quem eu fui,
mas eu não quero mais ser uma safira,
pois acidentes acontecem uma vez só,
eu quero ser como o sol
que ilumina o dia, ”

Enquanto isso,num futuro distante,
alguns juram que ela se matou
ou pensam que quando a desilludiu Faón
ela arrancou seus cabelos
saindo aos berros por uma praia,

Sim, ela passou anos chateada pensando nele, em Faón
mas ele lhe pediu,lhe suplicou
que ela não cometesse nenhum engano
que ela ficasse bem
então,ela realmente ficou bem,
pois de que outro modo ela poderia esperar pelos que amava,
pois que de outro modo ela podia ter saudades
pois de que outro modo ela podia esperar morrer
para depois cair de novo na gandaia
da vida…

Em tudo o que ela pensava ,ela notava que queria ser
mais do que era possível
para todos e para si
era uma criança egocentrista
cujo “eu’ abrangia os limites do mundo inteiro
era uma criatura imatura
que ainda teria muito tempo
para viver a dor das separações
e de todas as emancipações,

Aquela marina era um tipo de ligação,
que poderá se enfraquecer,
pode ser
que um dia ela vai saber,
que o crescimento pessoal não tem como não ser individual,
talvez,um dia,
o nirvana vai ter que ser povoado aos poucos
por uma elite
cumprindo o mesmo sistema
das sociedades capitalistas
que só emancipam um a um,pouco a pouco
e se ela não quiser fazer parte dessa elite,
sorte dela.

A vida não irá se descabelar por causa disso…

…enquanto as ondas azuis daquele mar
sugerem para sempre uma sublime espera,
e a mudança necessária de todas as épocas e tempos.

Ela se sente nova e eterna
ainda dança feito um vento selvagem
e não lhe atrapalham tanto os limites da idade,
mas sabe que está velha,

Um dia, os aldeões reconheceram nela
a antiga gazela
ou alguém de quem haviam ouvido falar,
ela não se escondeu,
mas sorriu para eles,
e lhes desejou bom trabalho,
disse que ela se chamava Jóia,
e nisso não mentira
pois jóia realmente é a Safira,

Dona Jóia tinha uma horta de ervas medicinais
e sabia algumas curas,
então ela continuou tendo uma pequena utilidade pública
no meio de um povo estranho
que já era outro,
que já não a conhecia mais,

e que se preocupava com sua excentriciddade
de ficar sempre,toda tarde,
sentada no alto do rochedo de Lêucades
apreciando a paisagem
lembrando da filha
e dos tempos que não voltam mais,
ela já tinha sido famosa,
ela já tinha varado noites trabalhando,
mas todos os figurões e pessoas que gostavam de festas
já tinham se mudado dali
ela não quis mais lecionar
ela não podia mais cantar
sem lembrar do prejuízo que dera à Áttis,

vivia pensando em quantas guirlandas e tiaras para festas,ambas haviam fabricado,
pensava nas cenas engraçadas que haviam vivido,
um dia, um casal de noivos havia ido parar num endereço diferente,
pois os condutores de carruagens nunca tinham ouvido falar naquele fim de mundo,
e aí o casamento foi adiado para o dia seguinte…

…quando todos os tipos importantes
que lá moravam
souberam que ela não cantava mais,
desanimaram dela,a puseram de lado,
passaram a ocupar mais Gorgón, Ândromeda,Gonhylla e Irana,
em seus eventos comemorativos
da ordem do dia,

todas aquelas “meninas” já estavam casadas ou aposentadas,
a emancipação das mulheres da Grécia
não prosperara naquela ilha
que estava cada vez mais desabitada,
as professorinhas não haviam formado
novas cantoras,nem novas dançarinas,
mas só tinham dado status
à meninas casadoiras,
que então por terem passado por suas escolas,
arrumavam melhores noivos.

Mas a vida era mesmo assim
e ela entendia quem queria casar
e se dedicar principalmente ao lar,
pois já não concebia mais a vida
senão como uma história sentimental,

A emancipação feminina aconteceria,
pois as mulheres tinham muito a fazer
em vários nichos,
mas Mitilene era um nunca mais para isso,
e mesmo para esse futuro
que já era vivido apenas em outras províncias,

Provinciana ou bairrista era o que ela já era,
e o que doravante passaria a ser,
mas seu mundo real era bem menor
do que o sugerido pela marina
eterna espera
na nobre arte de amar,
e da solidariedade fraterna
ao mundo inteiro
em sua superficie e profundidade,

mas por que elanão ia embora dali
e não procurava um dos seus entes queridos,…
porque em nenhuma paisagem ela teria mais um lugar,
já havia tentado cantar,
mas o remorso sempre lhe levava embora da memória
as palavras fugazes
não sabia mais tocar a harpa
não enxergava direito mais
para registrar partituras,

em nenhum lugar ela seria importante para ninguém
todos já tinham suas vidas estabilizadas,
ela era só a viúva excêntrica
e o que ela queria mesmo
era retomar sua comum utilidade
a todos os que ela um dia havia considerado,
sem aquela melancolia sempre presente,

aquela marina era uma eterna espera,

um dia -orando aos deuses,ela os veria,
Vênus finalmente viria lhe buscar
e ao tormento da sua alma, viria a aliviar,
ela então entoou uma longa cantoria(em minha mente,é a poesia “meu amor”,kkkkk…)

…horas depois, os aldeões levavam embora
o corpo da velha senhora
não sabendo à que familia
aquele óbito comunicado seria,

…o vulto da sereia de Mitilene rejuvenescia,
e em sua gorjeação e algaravia,
na retomada da memória
das lindas e velhas canções
suas e da sua gente da Grécia,
de Aspásia e de Homero
ela sumiria para sempre
no horizonte azul… "









Hoje,trinta de julho,
estou postando um adendo à poesia sem rimas acima,e um trecho de uma conversa minha com o sr.William,no dia vinte e um de abril.
Ele pôs em destaque a segunda parte dela,e eu não tinha esperado,pois a escrevi como uma brincadeira,imaginando como foi o fim da vida de Safo.
Isso não foi difícil.
As imagens que ela viu,os pensamentos que ela teve nesses anos,e suas emoções afetuosas, moram "dentro de mim".

"E eu ia sonhar que vc ia postar essa poesia sem rimas? (fiuuu…)

Ela,que foi um exercicio, e fui favorecida pela manhã,apesar de que um dia,vou revisar e ampliar esse texto.
Vou fantasiar sobre outros personagens nos quais ela possivelmente pensou.
Sobre o Pitaco,sobre a Kleines.
Ficaria assim:

“E senhor Pitacus?
coitado,
cidadãos como ele eram mais úteis
porque o povo deles precisava
e ela só agora entendia
que caso houvesse praticado uma atrocidade,
teria praticado uma injustiça.
Em Atenas,talvez já podia ir,
ninguém daria mais confiança
a uma ex-revolucionária que se tornara
uma anciã,
apegada ao seu passado,
imaginosa do seu futuro,
mas nada havia que pudesse fazer lá
e como já foi sabido,
ela não conseguia mais cantar,
pois dificilmente se lembrava das canções que imaginava
tal o remorso que sentia quando pensava
que sua música tinha prejudicado alguém,
Para a morada de Kleines não iria
nunca se haviam dado bem mãe e filha
Kleines não estava longe,
e a ela estava atenta,
sempre pedia noticias,
mas sua presença a constrangia,
a moça não a perdoava pelo desequilibrio
que no passado desestabilizara sua vida,
e que atrasara sua intelectualização,
Kleines não queria saber de nada com casamento,
morara por um tempo num convento,
agora, se dedicava ao tear,
com um grupo de mulheres ribeirinhas,
esposa de pescadores,
e já dissera que ali não era lugar
para lamentações por amores perdidos
-a mãe, entendendo o recado
-logo ela,que sempre se orgulhara de sua autonomia
evitaria então, impor-se a ela."


°

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Hoje,28 de julho de 2.011,
envio minha página em destaque no blog  Terapia da Lógica.
Contêm(ainda) quatro poemas- que -  em sequência invertida no calendário,são "Visceral", "Asas da Ilusão", "Ilusão Amorosa" e o conjunto "Vésper"(dois poemas,- o segundo é a "reencadernação do primeiro".)
Um ou outro poema da Safo- eu ando reescrevendo conscientemente,mas a maioria  dos que eu tinha prontos,foi  antes de eu conhecer sua obra,poucos meses atrás.
Escrevo versos desde 1.976.

Alguns similares delas(a outros meus)-idem já estavam prontos há milênios.
Mas,não me aborreçam.
A obra dela é uma epígrafe introdutória para a minha atual,amadorística.
Estou continuando "aquela intenção" e indo bem além da mesma.


15.7.11

Visceral


Vou vivendo pelos instintos
encontro no coração
a intuição
que me faz me agarrar ao ouvido( ao escutado)
com sofreguidão

Sem me deixar levar
pelo que não quero,
fico à espreita
vendo a hora de correr,ou de atacar
a imaginária presa
-pacientemente,eu espero
No caminho deserto
brilham flores e se ouvem melodias,
a vegetação sabe viver
e atrair com suas cores cambiantes
os insetos
adejantes-
eu ando ainda a esmo
à cata do que mesmo…

Um céu azul apurado
me enche de energia
eu subo picadas e colinas
meus pés incham,há sangria
eu vou seguindo o tato
o “tato” intuído por dentro
atrás do que se entende como alegria,
-a conservação
a sobrevivência
a farta mesa
dos sentidos sem displicência.

Chego ao centro do mato
formas retorcidas me tocam
Gente, essa floresta pensa…
Um intenso calor aqui mora
E derrepente,tudo se confunde com o sentido do tato
Loucamente,vou embora…
…porque também não preciso de chegar a esse ápice
de existência
embora eu não procure a felicidade,
nem a experiência
-estar e ser,é uma necessidade
que se faz inteira.

Ao voltar para a humilde casa
estou encharcada pela chuva
Tenho fome, como, fico saciada
tenho pensamentos, tenhos sensações,não tenho culpa
fico à espreita
das formas abstratas
que tomam as idéias absurdas
sombras por vezes,nefastas,
Sou tal e qual uma flor
-natural
em seu despudor
presente, em bem e mal
em aromas e sensações
me sinto uma cortesã
das pequenas emoções
-no céu, vejo a estrela “aldebarã”
-tem gente que pensa que sou uma santa pagã
tem gente que me idealiza
que queria minha intensa energia,

Mas, eu me contenho
e procuro não parecer o que sou
Logo sou controlada pelo medo
E restrinjo meu real espírito ao que restou
de mim
que no fim
vai renascendo em segredo,
em todo o seu amor
em todo o seu langor
a vida é um segredo
que se vive intensamente no silêncio
dos intervalos entre as respirações
num certo obscurecimento
das razões
que desconhecem os impulsos, as inovações
sentidas entre o nascimento e o fenecimento
das formas sensíveis dessas razões.

Enviado por: NIHIL



8.7.11

Asas da Ilusão


As imagens oníricas
de um grandioso desejo-
do sonho de fusão com a bondade infinita,
foram meus venenos
de letargia
de melancolia infinda

…nas quais eu queria voar sem ter asas
nas quais que eu queria ser,sem ter estrutura
nas quais eu queria me perenizar, sem ter estatura
nas quais eu queria me divinizar
sem antes me humanizar,
Ilusões mágicas
de uma terra do sem fim
onde eu vestia todas as fantasias de carnaval
onde enfim
eu fui de tudo um pouco,menos real
-deixo-vos em parte,por uma vida mais visceral.
Trago em minha bagagem
algumas de vocês
suprema vantagem
será vê-las não se perderem-
e será escupi-las com terra e argila
como uma grande arte
que inspira
naqueles grandes ideais de possuirmos uma bondade infinita.
Que a tristeza não me leve à loucura
nem à dissipação,
pois a menos ruim -e a mais possível das virtuais aventuras
é saciar o estômago com um verdadeiro pedaço de pão,
ou procurar ser feliz, com os pés no chão.

Enviado por: NIHIL



1.7.11

"Dizem que Leda achou dois ovos de cisne sob os jacintos de um campo de flores..."-Safo,
a poesia para aí- porque é  um fragmento.(seus livros,foram destruídos)
Leda era noiva de um monarca,mas se enamorou de Zeus,disfarçado de cisne- na festa do próprio casamento dela.
Foi outra trama paralela da saga de Tróia..
Tiveram quatro filhos semi-deuses,mas ela  casou com o noivo Tíndaro,que os criou.
Um desses filhos,foi Helena de Tróia.

Sempre me preocupei com "evoluções da inteligência" e espero ainda ver no mundo,a natalidade de uma geração de gênios,ou seja,de "filhos de cisne".
E soube escrever o "hiato" que faltou nos versos dela-
Gosto de pássaros de todos os tamanhos.
Quando escrevi a que será lida,eu imaginei eu mesma como uma garça.
Como uma muito disciplinada garça-


Ilusão Amorosa


Com lindos pássaros eu sonhava
e você era a presença ao lado
com uma alvura inimaginada
morando sereno e merencório,no lago
de um bosque iluminado,
Presença triste,

Cisne feito Príncipe

eu passei a querer o mesmo que você
e em suas penas,eu vim a me perder
desejei estar sempre assim, e até o fim
do mundo acompanhar você
em seus poucos anos de sobrevida
e convosco a solidão dividir
e viver a chorar e a rir-me
das suas proezas aéreas, das suas proezas aquáticas,
numa coreografia afim
sem letargia,sem parada,
numa movimentação diafragmática,
sem pé, sem cabeça, nem rins,
Eu me satisfiz
em bailar só uma noite inteira
Não sei, o que irá acontecer no fim
- você já não se sente mais tão rejeitado,

os campos a florir
cuidarão dos nossos filhos enfim,
eu não te impedirei de ir,


Jamais terei asas para voar
Eu te desejo uma linda viagem
e a felicidade,

Um dia, os jovens alados irão se apresentar
a você
irão te acompanhar,
meu coração de mãe um dia muito,irá sofrer,
o amor irá de mim,se afastar
mais uma vez.



Enviado por: Nihil


23.6.11

(a história sempre se reproduz)

"Vésper

“Vésper, trazendo de volta os que se foram
à luz do claro dia nascente
ovelha e cabra nos traze de volta,
traze de volta à mãe,o seu filho,
Ó Vésper,
dos astros,o mais belo!
igual à mais doce maçã que,no mais alto ramo,
lá no alto,amadurece, pelos colhedores,
esquecida…-não: que eles não puderam alcançar ”

-Safo,-quinhentos e cinquenta anos antes do calendário atual,e uns setenta anos antes de sri Santinho nascer.
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Estrela Mágica

Ó estrela vespertina
quero te pedir, deusa e rainha
já que a noite desce mesmo
espraiando suas sombras
trazendo o sono,o medo
ilumina nossos caminhos
ilumina nossos pensamentos
ilumina nossos destinos
desliga nossos ressentimentos
adormece nossa noite
prepara-nos mais um longo dia…

…linda, etérea amiga… ”

Nihil, 1.994.
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24/3/11

a liberdade



A liberdade dói
em todos os músculos
é um vento que corrói
que eleva fantasmas e vultos,

Uma luz insuportável
nasce no horizonte
ela cega os olhos
essa candência é sem controle,

não temos amparo
nem anteparo
podemos ir para aqui
para ali
para o lado

não discernimos o certo,
ou o errado,
quem é o mago esperto
que nos mostrará o atalho,

hoje em dia, ninguém conhece
nem a rua onde mora
eu ando com um gps
eu ando com a mochila nas costas,

liberdade é perda e ganho
é complacência
é dúvida, é engano
é indecisão
é o amor que se tem no coração
pode ser que seja simulação.

Luzes da rua,
meus santos,
essas horas são suas,
por favor, nos iluminem.


Enviado por: NIHIL(para o "Filosofia Matemática)
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A festa da alma,- publicado pela primeira vez,em 01 de abril de 2.011,no Filosofia Matemática.


Toda música
é feita de harmonia, melodia e ritmo
Toda pintura
artística, é feita de tintas
e coloridos
mas a música
segue esquemas severos
e o retrato, tem pelo menos que passar perto
da realidade que irá copiar.

A poesia é música sem som
é desenho e pintura
sem figuras
é tudo de ruim e tudo de bom,

Ela é um mosaico com palavras
é vitral de cem cores
é um eterno enxerto entre flores
é canção de mil plagas

Ela é pintura desconexa
que se modifica o temo todo
ao ritmo da conversa
e pretende ser o retrato do todo
com as partes
é um vidro que se quebra ,se reparte
e volta a ficar inteiro, pela colagem.

É contar uma história
usando um balaio de estórias

é um filme tridimensional
é uma filosofia seminal
e umbilical
é a prece que se faz apenas no coração,

com palavras diferentes
podemos pinçar a mesma realidade
de cada vez
e de cada vez ela será iluminada
por nova candência
com grandes diferenças
em pontos de vista
em reticências
em teorias
em coloridos
em pulsação,

A poesia conta a história
que viu
e conta a história de quem viu e ouviu
a história.

Obra de arte sempre contemporânea
sempre mutável
sentimentalmente enriquecedora
sempre completa
com a grande vantagem
de não ser jamais uma tapeação
de jamais ser desonesta.

Entre vários, escolho de novo
esse pincel
essa aquarela de menestrel
essa coleção de trovas de cordel,

Viva a poesia
eterna nota musical
tradição histórica viva
ecoando para sempre na dissipação
de toda a nossa dissipação mental
nas grandes festas do espírito.

Enviado por: NIHIL
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Inanimados,(título)- publicado pela primeira vez em 14 de maio de 2.011,no Filosofia Matemática.
Será ilustrado com um link das perfumadas damas da noite,cujo aroma espalhou-se pelo bairro onde eu moro por todo esse mê,e pelo mês anterior.


Enquanto os seres que pensam, sofrem e se dividem
em vários fragmentos
dentro de si mesmos,
numa dicotomia triste
entre passado futuro presente,

os outros seres vivos simplesmente
vivem por inteiro,
seus breves momentos,
eles são o que são,
o tempo todo
nada lhes é imposto,
são felizes,
não abraçam, nada querem, nada desejam
tudo tem
do quanto merecem
não amam, pois o amor neles já se expressa,
não há compromisso, nem paciente espera,
apenas existe vida , apenas um conjunto de sensações,
sempre intensas, sempre bem resolvidas.

Os inanimados não sonham, os inanimados não possuem personalidade
sem consciência do cumprimento de uma função
que é o que eles fazem-
interagem
fazem sentir sua toada,
como uma muda oração,
não pensam, não fingem
vivem,
pura e simplesmente são felizes,
porque existem.


http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=flores+damas+da+noite



Enviado por: NIHIL
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Poesia "Versos de Baudelaire", comentário meu,


Safo de Lesbos teve muitos admiradores da sua poesia.
E os homens fantasiam um pouco com uma mulher muito emotiva,- todavia, o efeito dessa fantasia,tem sua beleza particular.
Algumas poetas,escritoras,e cantoras,realmente foram suicidas.
Vindo de longe,culminando em Elis Regina e em Amy Winehouse.
Mas, Safo não agiu assim.
Na verdade,ela foi feliz a vida inteira.
E - seus versos naturebas e eróticos- ganharam eternidade.
Em Estrabão de Ovídio,e em Máximo de Tiro-seus compiladores.

Colaborou para sua fama, a suspeita sobre o suicídio que ela não praticou.
Foi  sim, capaz de amar profundamente,mas sempre se desvinculou dos seus contatos,com elegância.

Todavia, não há como não gostar um pouco da "mala+uquete" imaginada por Baudelaire- que parece ser mais um "coração amoroso" do que parece ser uma pessoa.

Os últimos líricos conhecidos influenciados pela "Aristrocrata" foram justamente Baudelaire,Castro Alves, Caetano Veloso,e sr.Joaquim Fontes,autor do livro "Eros,tecelão de mitos".

Não,não olhem para mim.
Sempre fui mocoronga,só vim a conhecer os fragmentos da obra dessa literata,há um ano.
Algumas poesias que estou publicando hoje em dia,estavam prontas há mais tempo.

...    ... e   em toda essa prosa,o que eu achei maravilhoso - foi confirmar que posso mesmo "escrever para entreter"- e que sempre houve então,uma razão para eu ter insistido nisso,apesar das dificuldades.
Basta eu estudar - e procurar superar limites patogênicos.
Nunca vou ser "a grande entre os grandiosos"- mas suponho que meu futuro não será pior do que o  dos maiores literatos,e literatas- recentes do Brasil.
Eu "dou para o gasto" afinal.

Vejam abaixo,os versos do Baudê.
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Filosofia MatemáticaAqui se reúnem homens e mulheres LIVRES PENSADORES!26/4/11Versos de Baudelaire


“Furiosa, olhos cavos, seios rijos,
Sappho, que o langor de seu desejo irrita,
Pelas praias frias corre, qual a loba.

Esquecido o Rito, ela pensa em Faón,
E vendo um desprezo tal pelo seu pranto,
Arranca aos punhados os imensos cabelos;

Depois ela lembra, em remorsos aflitos,
Quando resplendia, pura, a jovem glória
Dos amores seus, em versos que a memória
Da alma vai dizer, em sonhos, às donzelas:

E então cerra as pálpebras pálidas,
E salta ao mar, onde a Moira lhe acena-
E eclode no céu, inflamando a água negra,
A pálida Lua que vinga as Amigas.”



Enviado por: NIHIL

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Hoje, dia 03 de agosto de 2.011.
Seguirão abaixo um conto,e uma poesia- com temas iguais cada um, escritos e publicados por mim- em junho,no "Filosofia Matemática".



Comentário por Encrenca 448 — segunda-feira, 20 de junho de 2011 @ 19:26:51


O homem que não queria amar,porque tinha preguiça de encarar as consequências das relações - e porque tinha preguiça de construir um lar.
(o supracitado é subtítulo)

O moço alto- moreno e mal penteado levaria seu jovem amigo à presença do seu mestre - no jardim das Musas,um bosque na Grécia- que tinha fama de mágico.
Fedro tinha treze anos,e queria ser um poeta sobre o amor,mas ele não tinha sentimentos,nem emoções para isso.
Ou se tinha,não os percebia.
Então,ele,seu condutor,e dr.Sócrates,iam ensinar-lhes a reconhecer esses sentimentos,por falarem do amor para ele.
Cada um ia dizer o que achava sobre o tema.

Dr.Sócrates era um pensador que palestrava gratuitamente para quem quisesse ouvir.
Era um bom homem,seu único defeito,era também não pentear o cabelo.(kkkkkkk…)

_O amor enquanto paixão,não serve para nada.- o doutor mais jovem falaria,na frente do menino_Eu acho que mesmo,qualquer tipo de amor,não tem serventia.
Todos os encantamentos nos levam a um número maior de cometimentos de enganos,a trabalhar demais,a gastar demais, a desilusões,tristezas- e ainda sofremos se a outra pessoa morre.
Acho que nunca vou casar,nem ter filhos.

_Não ligue para o bobão do Lísias,Fedro-dr.Sócrates diria- e depois chamaria a atenção do amigo._Você deu mau exemplo para ele.
Não se pode tirar as esperanças das pessoas de serem felizes,e é principalmente,por causa da vivência do amor,que podemos ser felizes,ou esperar sermos felizes.
Safo não era covarde que nem você,foi uma mulher que assumia mais suas necessidades humanas.

Aí,o doutor mais velho,se voltaria novamente para Fedro,e começaria a falar,entusiasmado:

_O amor é principalmente,a aspiração do bem e do belo.
Você pode gostar tanto das coisas,ao ponto de querer ser o que elas são.
Assim nascem as paixões.
Quando você chega ao ponto de querer o mesmo bem às pessoas e às criaturas que você quer a você mesmo,então você ama de uma forma mais completa e necessária.
Quando você possui sentimentos transcendentais,que o fazem querer o bem de todas as pessoas, do mesmo jeito que você quer o bem à sua família,então você tem o tipo mais elevado de amor,você possui o amor que é o mais sublime de todos.
Mesmo quando você está apenas apaixonado,você aspira tanto ser o que o objeto de sua paixão é,que você já quer algum bem a esse objeto.
Não ligue para o Lísias.
Ele conhece toda a obra de Safo,e a tem na ponta da língua.
Vive chorando pelos cantos,por amores não correspondidos,mas por enquanto não pode se casar- porque é pobre.
Ele é tão enrolado,que na verdade pensa do mesmo jeito que eu e que a Safo pensamos,mas não disse a você essas opiniões,porque não sabe como expressá-las.

_Eu posso concordar com o senhor- e na verdade,em meus sentimentos,conheço bem tudo o que o sr.disse.
Mas andei sofrendo demais com perdas -ele naquele momento,pensava no irmão - e não gostaria de continuar sofrendo com outros problemas assim.

Portanto, carinha- ele se dirigiria a Fedro- se você quer ir para o céu dos deuses,vá para um mosteiro.
Se quiser viver no inferno- não faça nada errado,apenas se case.

Dr.Sócrates daria uma folhada de palmeira na cabeça do amigo que falara aquilo,e o cabelo dele ficaria ainda mais despenteado.
Lísias se calaria,Fedro riria dos dois.
E conseguiria recitar sua primeira poesia.
Seria sobre o interesse evidente para quem quisesse ver,do retórico Tales,que era seu irmão mais velho,pelo advogado,que teria seus vinte e três anos de idade,então.

Uma hora de boas conversas e risadas depois,eles iriam embora do bosque.
Dr.Sócrates voltaria para sua casa, Fedro iria para a sua,e Lisias iria ao templo da cidade.
Para conversar com outros retóricos e oradores.
Seu cabelo estava mais esbandalhado ainda.

(kkkkkkkkkkkkkkkkk…)

Comentário por boa tarde, e comentário da 448 — terça-feira, 21 de junho de 2011 @ 16:59:45


Um pensamento que o Lísias da minha historinha expressou- eu copiei de uma piada do Jô Soares,quando ele andou apresentando por um tempo,um programa de jazz,numa emissora de rádio.
Ele fez um “teatro” em que interpretou todos os personagens.
O principal foi um padre,que dava conselhos de auto-ajuda para os ouvintes.

Uma senhora- de tom de voz anasalado (era de matar de rir) ligou,para dizer:

_Ô seu padre, que vai pro céu, porque é padre.
Case-se para conhecer o inferno…

(hahaha…)

Hã…talvez,por escrito,muitos não verão essa piada como uma boa piada,mas só escutando mesmo o Jô Soares conversando com o próprio Jô Soares,para dar risada.
Lembrei disso,e esse virou o conselho do Lísias para o Fedro.

Alerto- para os devidos fins e efeitos,que essa história - como a escrevi,basicamente foi assim,e se compôs desses três personagens. Existiu mesmo um Jardim das Musas  na Grécia,e esses três debatedores estiveram lá- para falar e para ouvir sobre o amor,e a prosa teve o teor descrito.
Ou seja,essa passagem teve essa intenção- e teve mais ou menos esse conteúdo.
Mas,as falas não foram iguais,e as últimas palavras bem humoradas do Lísias,foram uma criação minha,inspirada no Jô Soares,como eu disse.

Assim como as especulações sobre a vida do orador retórico, também foram minha criação.
Chanfrei muito o discurso que dr.Sócrates fez sobre o Amor,para o menino Fedro.

As demais referências,também ficaram por conta do uso da minha “licença poética”.

Eu me surpreendi com a bagagem intelectual que eu tive,para escrever esse texto singelo,ao qual procurei imprimir bom humor.
Algum dia, irei escrever "A Santa Ceia da Filosofia",para postar no blog do sr.William,- mas terei que estudar mais para poder descrever uma última  ceia "quase cristã" para um mártir, com a diferença que o Cristo em questão,será dr.Sócrates,e que os "apóstolos" serão aqueles seus alunos que tentaram evitar que ele tomasse a cicuta.
Uma bela ambição,mas que eu desejo realizar ainda nesse ano.
E eu gostaria que a história ficasse tão bonita,quanto uma pintura da Santa Ceia cristã de um Leonardo da Vinci,ou com a beleza de um relevo que mostra sri Santinho lecionando para seus primeiros cinco discípulos.
O tempo passou para a Safo.
"Ela" não quer mais sobreviver intelectualmente,só de poesias.

º

º

Comentário por Amor Platônico — quarta-feira, 22 de junho de 2011 @ 23:45:43


Eu sinto um amor que não precisa se concretizar
que existe de si,para favorecer a si mesmo
Que existe pela arte de amar
que troca os fins pelos meios,

Disse o sr.Platão
que existe um contato em elevação
que satisfaz muito o coração
vinculando almas gêmeas em mútua devoção,

Um grande amor para eu,serviria como parceria
para se montar uma ONG
eu nessa vida,
amo de forma apenas comum, a você,
Príncipe
e não fico triste,

de me satisfazer só de sorrir,ao pensar
em seu sorriso…mas você não tem senso de humor
eu lhe tenho amor
o amor pela arte de a você amar,

Essa noite eu divaguei com você
sempre preferi
-agora vi
um amor na imaginação
que não tem como prejudicar ou favorecer
que toca no coração como uma sublime canção
que é como uma vida em pura projeção
e abstração
que é uma sublimidade onde só se pensa o bem
-porque é uma história onde não existe o sofrer
já que não existe a eterna consumação
com direito à alegria,dor e solidão.

Fico assim só com os impulsos
como se eles sozinhos,resolvessem a saga do futuro,
tal e qual um sr.Hosaka e sua princesa loira
somos só eu e você num mundo
de faz de conta
num mundo que já poderia começar a ser
feito de bits e de arrobas,
mas nem seu e-mail eu ainda sei,

Amor platônico
seria um amor puro
mas segundo os mais mocorogos
amor assim,é um amor sem futuro
que serve para preencher de belas frases
os muros das escolas, e das cidades
e sulcar com desenhos de corações infartados
as árvores dos canteiros molhados
das praças exuberantes perto dos pátios
de fóruns municipais
onde se realizam as marchas nupciais
dos amores menos vãos.

E eu choro de breve melancolia
mas sinto satisfação
com esse “faz de conta que é vida”,
é amor mesmo esse que habita o coração
-mas nunca verá a luz do dia.

º
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º
º
Uma poesia e um conto que eu escrevi para o professor Andros,no Jornal de Debates,nesse ano.

(não, não vou reescrever meu conto- quando for fazê-lo,será num blog especifico. Esse será só um "momento lírico"- com um título que me lembra o esforço que fiz para dar forma àquela narrativa da vida do sr.Mala)

Quase um Brâmane-gtreze de janeiro de 2.011,e o conto foi escrito entre novembro de 2.009 e julho de 2.010- no gd do Terra.
.
.
"existem muitos malvados no mundo
e a maldade é persistente
muitos expiram sem se arrependerem de suas falhas
outros acham que estão sempre certos e se justificam
alguns são encarcerados
outros são domados com uns bons safanões,
eu "mudei" só por causa de uma conversa com um santo
que me fez ver meus erros,
que "me deu outra vida"
por isso, hoje sou feliz vivendo o bem,
e não o mal. "



livre versão de um sutra do Angulimala- extraído do Dhammapada- o dharma do budismo Theravada.
º
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º
º
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Vestido Azul.
(na época,eu não quis chatear o professor,e não revelei que esse conto foi sobre  Jonh Milton, e Mary Powell,que viveram na Inglaterra liderada por lorde Oliver Cronwell.
Ela morreu aos vinte e três anos,ele casou mais duas vezes,tendo enviuvado pela segunda vez,também.
De luto a vida toda por suas perdas amorosas,questionou muito a dicotomia "bem versus mal" e aos designios divinos.
Não descobriu grande coisa- pode ter reencarnado ateu.(fiuuuu...)

Antes de saber  quem foi esse poeta - sonhei com o namoro desse casal,e me vi no lugar da Mary.
 Esse sonho foi relatado no conto.
Posso ter visto algum filme sobre uma história parecida,do qual esqueci.
Mas, Mary tem muito a ver com a Safo de Lesbos,que casou com um senhor chamado Andros,pai da sua filha Kleines.

Ora, o professor e o poeta Jonh Milton tem uma semelhança  entre eles.
Logo,há uma identificação entre os três personagens(Andros,Jonh Milton,novamente,Andros)
(assim como Safo de Lesbos, Mary e Lidia- que sou eu- nos assemelhamos -)

Eu fiquei fortemente interessada nele,anos atrás,depois de ler sua primeira mensagem-no gd do Uol.
Isso já passou em parte,mas sempre sentirei uma forte amizade pelo nosso querido Teacher.

Serão postados também alguns versos que ele escreveu para sua primeira esposa, falecida.
Coitado do professor...)

Avisarei que quando essa página estiver epilogando, haverá um arquivo nela,com algumas outras poesias do professor Andros,que eu vou colar,do JD-e ele,claro,será avisado sobre isso.

..Procurar neste site: ...artigo Vestido Azul- publicado em dezoito de janeiro, dia do aniversário dele.


(boa noite)


deixa eu fazer o resumo de um conto que vc não queria ler, um tempo atrás.


Essa história talvez tenha se passado há uns trezentos anos atrás.
Para todos os efeitos, o nome dela será Iara, e o nome dele será João, ainda que a história tenha ocorrido lá pelas Europas.

Iara - quando conheceu João alguns anos antes- João era caixeiro viajante, era uma menina. Deu em cima dele por diversão, mas acabou gostando mesmo dele, e eles namoraram e firmaram o compromisso de noivado.

Os anos se passaram- ela ainda estudava, ele se envolveu num tipo de guerra civil que teve no país. Eles se comunicavam sempre por cartas.
Quando ela completou os estudos, foi embora para onde ele morava, -para a casa da madrinha católica dele. Para começar preparativos do casamento.
A despesa foi paga por ele, a família dela era pobre.

Todas as moças nesse tempo, se casavam de branco. Apenas de branco.
Ela cismou com um vestido de noiva azul.
Já não sabia se queria o casamento. Seus sentimentos, como acontece a todo jovem no final da adolescência, estavam instáveis. Não antevia um bom futuro, em suas intuições, sentia-se cansada com facilidade, temia por sua vida, doravante. Nesse tempo, grande parte das doenças não eram diagnosticadas.

A casa de João, um homem uns dez anos mais velhos do que ela, era lúgubre e cheio de pinturas barrocas. Ela vivia assustada.
Nas vésperas do casório, ela experimentaria o vestido, ele iria para onde ela estava, para tentar com ela "algo que não podia", mas ela seria taxativa dizendo a ele que "festejos tinham que ser vividos com calma."
Ele se retiraria depressa, assustado não por suas palavras, mas por ter visto seu vestido azul, a cor do luto. Não falou nada com a madrinha sobre isso, mas não superou o mal estar. Ele que vivia às voltas com indagações sobre a natureza do mal, da morte, e tudo o mais.

Ela não ia fugir ao destino.
Queria muito ser mãe.
Na porta da igreja, a noiva entra feliz, e vai ao encontro do noivo.
Dona Morte- uma figura simbólica, está à porta, e alguns mais sensíveis a vêem.

Não vou dizer mais.
Essa "inspiração" me impressionou muito na época em que a tive.

Ainda bem que João não se fez infeliz por causa da sua falecida, na posteridade.
Pois os sonhos dela apenas foram adiados, mais nada.

°°° Teacher, se eu fôsse casar nos moldes tradicionais - com trajes formais, eu casaria de azul claro.

Estranho, não?... (kkk...) °°°

Estamos meio tolos (ou estivemos) nesse dia de hoje.


Muitíssimo boa noite e boa semana a você.
º
º
º
º
º

hoje, dia dez de agosto de 2.011,


O leitor me verá abaixo em três momentos.
O primeiro,ocorreu aos meus dez anos,o segundo,aos catorze,o terceiro,aos dezesseis.

Eu praticamente,já nasci poeta.
E minha primeira poesia foi erótica.
Que nem uma dessas pinturas de adulto,que umas poucas meninas, mais novas,e que são dotadas de genialidade, fazem.
Parece que em parte do tempo, tive um certo interesse no erotismo.

Safo também foi assim.

Hã...a  coletânea abaixo também foi publicada há pouco,no blog "Terapia da Lógica".



Comentário por fragmentos de um antigo diário — 10.8.11 @ 07:57:46



Amor- 1.975


Em meu coração está acesa hoje
uma chama ígnea
corre em minhas veias dia e noite
a rósea energia...

...do amor, nascido num sopro
fazendo seus juízos à revelia
esculpido pela linda
vontade de querer um ” outro”
vontade de beleza
vontade de natureza
vontade do seu …corpo

Uma chama de paz
de saúde,de desejo
me faz capaz
de dar ensejo
ao que me apraz.

Eu vivo do seu juízo
eu vivo do seu sorriso
eu vivo da sua paz,
eu vivo da chama ígnea que habita
meu coração
eu vivo dos estranhos pedidos
que seu “jeito” faz,
às mãos,…


==========================

The love alone -junho de 1.980

(-Alceu- eu queria te fazer um elogio,mas a vergonha me impede.

-Safira- se vc tivesse boas palavras a dizer, não teria tanto embaraço.)


A epígrafe acima,é um adendo recente.


“Sempre que vejo você
eu sinto um aperto por dentro
e o coração doendo-
mas quem é você?
Não entendo
eu gosto de você
não sei como nem sei porquê
eu não sei porque tenho que sofrer
eu me entristeço, quando penso em você

Fiz uma coisa que não se faz
reprimi os sentimentos
de sabê-los fui incapaz
-passou o tempo.
como recuperar
esse tempo
como refazer um caminho perdido.

espero que possa me perdoar
eu queria de verdade
ao seu juízo consertar
tenho vontade
de não deixar de te amar
confie na perenidade,
quando você um dia perdoar
supostos erros contra você
meus sentimentos ainda estarão
no mesmo lugar,
-aquém e além do perdão. ”


====================================

Paixão- agosto de 1.981


Um homem uma mulher
vultos mal delineados na escuridão
-um querendo o que o outro quer-
continuam vultos mal delineados ao clarão...

…da lua mágica
que encantos distribui sobre a Terra
que inspira desejos e fantasmas
que suscita sombras enormes das heras
que cobrem os muros de uma casa.

O horizonte une os vultos que se aproximam
e que se instigam.
Logo, serão uma sombra e um som em uníssono
a adentrar a edificação sem estilo
a morrer para olhos e ouvidos-
a viver, para a noite e seus mistérios
a nascer no mundo dos sentidos-
paraíso de sonhos concretos.

As raízes das plantas, dão seiva às mesmas,
as sementes se transformam
os deuses colaboram
com os rituais de conservação.
A escuridão não tira da vida,seu labor
a natureza é egocêntrica
é produtiva, é falocêntrica
é seiva,é útero, é amor.

Eles achavam que não faziam parte da natureza,(o casal do começo)
mas o horizonte azulado
igualou-os a todos, em sua pureza
em sua beleza
em seu destino traçado

As sombras rarearam
A noite chegou ao fim
a vida enfim
seguiu seu caminho claro
de crescimento ou de multiplicação-
… … … … …
nos campos, vicejou a vegetação.



transferência para cá em 14/10/2.011 da poesia "Vida de Adulto"

segunda-feira, 10 de outubro de 2011Vida de Adulto

Quando penso- "de verdade"
... eu queria ter a futilidade
dos que vivem intensamente
sem pensar, sem sentir,
anestesiados da dor de existir,

Muitos fingem não perceber
a vacuidade em si
a vacuidade dos acontecimentos
se fazem de felizes
fingem sentimentos
são ídolos ocos.

O mundo é um teatro
onde as coisas, gradualmente
perdem predicados
onde constrangem os paradoxos.
-todos estão sonolentos
mas em mim, também não há coerência.

Me acham sociável
mas "estou de lado"
como se a tudo observasse
numa bolha, em separado-
eu não devo ser "do planeta"
-alguém pôs um lauto jantar na mesa
o teto caiu sobre ela, e sobre sua cabeça
foram os seus amigos a derrubá-lo.
-alguém serrou a muleta
do aleijado
que pagava as despesas
dos seus inimigos atoleimados.

O mal que existe em nós pessoas,
reflete o acaso e as circunstâncias
que nos dividem,
que nos deixam tristes
e que destroem paulatinamente
nossas idéias e tentativas
até o fim da nossa pequena vida,
-onde tudo tem a eternidade
de um lampejo.

O mundo se convenceu de não saber
que existe algo errado
-eu sempre "fiquei de lado"
não sei porquê
enquanto muitos fazem a festa,
eu simulo felicidade,
mas me envergonho
de ser cúmplice dela.

Essa história é inevitável,
o que eu não podia
era considerá-la, um fato irretocável
Eu tinha
que derrubar muros, portas, cancelas
eu tinha
que "cair da janela".

Em algum momento passado, me perdi
Não sei aplicar meus ideais presentes
Eu me sinto revolucionária
e ao mesmo tempo, velha
muito velha
como um círio cheio de lágrimas.
Sou paralela
ao tempo
em que nasci.

Vultos de uma tradição
passam perante meus olhos,
filmes de uma antiga ficção
que ainda me consolam.

A natureza me encanta
me mantêm em deferência,
em silêncio,
triste com a sua impermanência
e com o medo-
da perda e do passamento
que faz parte da vida de todos
os que "desejam",
-de todos os que amam.


Encrenca 586 disse...


Essa poesia resultou de pensamentos que mantive na semana que passou.
De mais um "mergulho na intimidade dos sentimentos".
O que gera desconforto,às vezes.

Talvez não seja pouca gente que passa períodos com alguns sentimentos de inadequação, estranhando a própria imagem no espelho.
Eu atribuo isso ao "estresse dos tempos".
Quiçá- se ficamos muito tempo sem "cuidarmos da alma",a cada vez que vamos fazer isso, parece que é um caminhão de mudança que está chegando,e indo embora.

Apesar dessa história que umas vezes,me aperta,e me "corta" por dentro, consigo sempre estar "de bem" com o dia.
Afinal, "o show de todo artista,tem que continuar".
O mundo, não é um lugar de chorar,mas sim,de se enfrentar.

Talvez outros versos resultarão dessa minha "viagem pela casa doze".
Saturno está em Libra, que ao mesmo tempo é meu signo solar,e minha "casa do recolhimento,ou inferno astral".
Nunca pensei tanto na vida,como de um ano para cá.
(está no signo desde o ano passado,e vai ficar mais um)



Dessa fase,sairei "invencível" com cer

º
º
º
º


-publicado no blog da Selma,em 17 de outubro de 2.011.


Quando um poeta me deu a "chave do sótão"(conto)


Estou devendo a poesia "em destaque" para esse período,mas no lugar da mesma,vou publicar um conto.
Ano passado, fiquei prática nisso,quando escrevi o "longa" "Quase um Brâmane".
A história de agora, é para festejar um aniversário ocorrido em catorze de outubro.
O aniversariante não vai ver minha missiva,mas ainda assim, e como esse é um local muito visível na web, deixarei "o recado" aqui.
º
º
º
Tudo começou no início de 2.010,quando eu - ao me aprofundar na psicologia do Angulimala(protagonista do "longa" "Quase um Brâmane"), vi que "não temos nada a ver um com o outro".
Posso ter alguns quesitos da psicologia de alguém semelhante a ele,mas que viveu dezenas de milênios atrás .
Mestre Buda não gosta de "prosa furada".(os cinco preceitos do budismo são "não matar,não roubar, não se embriagar, não ser imoral,não falar demais,ou não falar mentiras)
Ele não ia me deixar envolvida num engano.
Comecei a ter uns sonhos loucos,e me lembrei das poesias que escrevi,até pouco antes de ficar incluída digitalmente.
Mesmo não me ocupando,provisoriamente, desse passatempo- mantive o registro de todas(escritas desde 1.975) em cadernos escolares.
Uma das primeiras coisas que contei ao professor Andros,no gd do terra,foi sobre esses "cadernos escondidos".

Às vésperas de um casamento,me ausentei do mesmo gd, porque era o evento de uma amiga, e decidi renovar o guarda roupa.
Esse "clima" me influenciou outro sonho, na noite do dia dez de setembro.
Eu havia deixado de trabalhar no emprego atual,para fazer um curso de Gastronomia no interior de Sampa, por um ano.
Lá, fiz umas amizades,e fui admirada pelo meu "jeito" cortês,mas sempre reservado.
Me interessei por um moço,e eu vi que ele se interessou por mim.
Para escapar à solidão das viagens prolongadas, nos aproximamos,e tivemos um namoro.
Que durou enquanto durou o curso.
Perto do final - e cada um de nós já tinha um emprego certo para ir- fui embora ,e não participei da formatura.
Nunca levo a sério amizades que faço longe de casa- então não dei nenhuma informação sobre mim,ao Joaquim, o rapaz da história.
(mais novo do que eu)
Voltei para casa,e feliz, fui trabalhar no emprego "para ganhar mais". Em pouco tempo, renovei minha aparência e troquei o enfeite da parede da sala.
Pensava no Joaquim,mas gostava dele como amigo.
Supunha que àquela altura,o mesmo havia retomado o noivado dele, na sua cidade de origem.

Meses depois, mamãe foi me chamar.
Havia uma visita para eu.
Fui à sala,e ...quem eu vi...o Joaquim.
Ele estava lá ..."porque queria que "nosso encontro" continuasse".
Eu pus as mãos nas faces dele,obrigando-o a me encarar.
Como ele havia me achado?
Havia subornado a Secretaria da escola?
Por que ele gostava tanto assim de mim?
Ele apenas sorria.
Dizia que eu estava bonita.

Sem saber o que dizer -acordei do sonho.
º
º
º
Ocorreu o casamento.
Dias e semanas se passaram.
Eu sorria pensando- e se houvesse alguém que -ao se importar tanto comigo- fôsse capaz de me achar em qualquer lugar do mundo?
Esse é o tipo de amor "que anda deixando de existir".
O nome do "menino" era Joaquim Brasil,e eu o havia visto assinar assim várias vezes, na lista de presenças da escola do sonho.

Um mês depois.
Fui a um templo budista no interior de São Paulo.
Sou praticante dessa religião,e também costumo ir lá sempre que desejo "ficar misturada" com a natureza-e ali, ela é exuberante.
Não estou mais praticando o "Terra Pura",mas sim,o "vajrayana" de um grupo localizado perto de casa,atualmente.
Naquele tempo,porém, eu ainda ia regularmente, àquele da outra cidade.
Voltei mais cedo,e como o ônibus intermunicipal passa na Paulista, desci ali.
Caminhei até à Augusta, fui a um sebo conhecido meu, onde é possível encontrar raras preciosidades literárias,em bom estado de conservação.
Esse "sebo" serviu por um bom tempo para abastecer minha estante, e foi ali que comprei uma coleção de revistas de artes plásticas, em edição antiga.
De vez em quando, apareço lá,para procurar os quatro números faltantes.
(97,98,99,100)
Muitos livros espiritualistas, de filosofia,da literatura mundial,e sobre as primeiras idéias da Psicanálise, sempre são vistos em suas vitrines envidraçadas.

Depois de "não achar novamente" as famosas revistas faltantes em minha coleção,desci a escada,e fiquei de novo,do lado de fora, para ver os livros através do envidraçado.
Um de capa azul,me chamou uma atenção especial.

"...tecelão de mitos...a poesia da fulana de tal ...autor, Joaquim..."
Falei com o balconista,e perguntei sobre aquela moça.
Ele me contou um enredo operístico,- e um pouco falacioso -sobre ela.
Eu tinha ouvido aquela história nos meus dezesseis anos,mas nunca mais soube de nenhum dado biográfico sobre a personagem, nem jamais-antes de outubro passado, li as poesias dela.
Comprei logo.
Voltei para casa, folheando-
Comecei a ler aos versos escritos pela mesma,não parava mais de chorar.
(é minha "fala" que está ali expressa,a diferença é que se trata de uma linguagem arcaica.)
Fiquei lendo e relendo o livro por uns dois meses.

Ela foi uma hierofante antiga dos deuses Eros e Vênus,e também, o tipo de morte que dizem que ela teve,nunca aconteceu-e na verdade,essa história foi uma piada que ela inventou, para que não a aborrecessem em sua velhice.
(lembro que certa vez, pedi para dizerem a alguém que "eu não estava". Quando me perguntaram que desculpa dariam sobre minha ausência, eu sugeri que contassem que eu havia sido "abduzida".(kkkkkkk...)

Um mês depois,comecei a me importar bastante com o autor do livro.
Seu nome é o do personagem do meu sonho.
Procurei pelo mesmo,na web.
Tem um currículo enorme- é literato,e escreveu também a Antologia Palatina.
No sonho- ele me apareceu como um moço bem jovem -mas na realidade,é mais velho do que eu- e eu é que sou a "menina" - perto dele.
Ficou uns vinte anos se ocupando com pesquisas sobre a obra dessa poeta.
É mineiro,mas viajou pelo mundo- atrás de informações sobre a "doidinha" de outros tempos.
Ainda leciona numa faculdade.

Não fui mais a mesma,e me encontro em "ebulição" há um ano.
Não sofri com o final do gd do terra,no dia dezoito de novembro.
Voltei a escrever poesias.
(eu havia dado um tempo,desde 2.006)
Assumi de novo, meus reais valores.
Perdi o medo de mostrar meus versos,perdi o pejo dos meus sonhos pessoais, e dos meus sentimentos.
Pejo esse que me provocou uma autodivisão tão séria,tempos atrás, que me fazia viver brigando.
( vcs estão lembrados)
Por uns anos, não precisarei de terapias psicológicas.
Tenho a "chave da minha alma", só falta determinar precisamente para eu,um ideal.
Eu sei que sou fróidista,e que eu nunca "vou me curar" disso.
Mas o freudianismo é compatível com "aquilo tudo" que eu "vi".

Eu desejo um feliz aniversário atrasado ao sr. Joaquim.
Dificilmente iremos conversar virtualmente,mas a simples energia favorável enviada a alguém de quem gostamos, é um bem- e eu desejo o melhor a esse que "devolveu eu,a eu mesma".
Não escrevi essa crônica no final da semana,porque não deu tempo.
Oxalá, tenham gostado da história, e que a mesma não tenha parecido "sentimental demais".
Eu tinha que prestar essa justa homenagem a quem a mereceu.
Aproveito,e mando um abraço para os outros aniversariantes desse mês,porque tem muitos librianos e escorpianos,na população brasileira.(os escorpianos de outubro, aniversariam a partir do dia 23)
Ao mesmo tempo, apesar das chuvas, vivam todos uma feliz primavera,com flores em seus jardins,e com flores ainda mais belas em suas almas.

Não banco mais a "durona".
Aquela atitude foi loucura da minha parte.
E eu a tive porque eu queria me adequar a um sistema social que sempre pede muita assertividade,mas o "caminho" não é por aí...
Estou mais humana,e assim,desejo permanecer.
Não existe motivo de embaraço nos sentimentos amorosos- e menos ainda,na autenticidade de conduta.
Vergonha mesmo,é não querermos assumir nossas reais necessidades.

Vocês são meus amigos.
Acho que essas palavras serão uma boa influência sobre vcs também.


Um abraço.


ººººººººººººººº(essa "nota" será transferida para minha página aqui no blog,depois)



Srta Mala Uquete Nihil,ou simplesmente,Malú,


http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=natureza+flores&am











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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011Clowesia 7, Turbilhão 570, por Srta Nihil (angulimala ou samudra, sei lá...)

Moravam o sr.Adão Hosaka e a sra Eva Nihil, naquele paraíso que eles pensavam ser um paraíso, mas que era que nem mais ou menos o parque muncipal perto do qual eu passei agora há pouco, voltando de um lugar.



Viviam felizes e satisfeitos com tudo,porque não pensavam, e dizem que só aos burraldos, é concedida a prerrogativa da plena felicidade.

Coletavam, e às vezes,assavam a carne de algum bicho que já tinha morrido, numa fogueira de gravetos armada por devas e querubins, pois embora já tivessem mãos, eles não sabiam fazer grande uso delas. Costumavam olhar fascinados para o fogo, e intuir que eles eram um privilegio dos deuses. Que se pudessem dominá-lo, um dia seriam como eles.

Entendiam vocubulários limitados e tinham um repertório de umas cem palavras, cada um- para dizerem coisas básicas aos devas guardiões daquele zoológico.

Eles não usavam roupas, eram peludos, tomavam banho na cachoeira, dormiam debaixo de uma árvore, se escondiam no ôco de uma pedra,em dias de chuvas e trovoadas, e para eles estava sempre tudo bem.

Não trabalhavam, e jamais estariam no cio, como ocorria aos outros bichos.

Eram umas crianças eternas. Ou ainda - não tinham chegado aos dezoito anos, - suponho que para cidadãos muito antigos, a puberdade costumava ser mais tardia.



Um dia, houve uma discussão entre os devas guardiões daquele parque, e um deles achou que aquele casal não poderia ficar por lá para além da maioridade, porque não serviam para ser jardineiros, nem catalogadores.

Um deles, decidiu por conta própria, e à revelia do "diretor"- que iria emancipá-los a uma "condição racional". Quem sabe, quando e se começassem a pensar, ao menos poderiam ser aproveitados posteriormente, como agricultores.



Um dia, dona Eva estava passeando distraída, e assoviava - quando o SerpenTeacher, um deva sábio -aproximou-se dela, e começou a falar-lhe no vocabulário reduzido que ela era capaz de entender, indicando que ela deveria alcançar uma árvore que ficava em cima de um gradil, que nem ela, nem o parceiro, jamais tinham conseguido alcançar, pela altura.

Como Eva Nihil respeitava muito a sabedoria e a habilidade do SerpenTeacher, ela fez de tudo para escalar as grades, já que ele tinha garantido a ela que se ela comesses daqueles figos, ela ia ficar sabida que nem ele.



Ela conseguiu pegar uma fruta, e comeu.



Isso depois de uma tremenda queda.



SerpenTeacher não queria ele mesmo pegar os frutos, pois havia uma filmadora no parque, e se imagens fôssem vistas dele fazendo isso para o "casal primordial", ele poderia ser despedido.

Uma hora se passou, e Eva realmente ficou esperta com muita rapidez.



Gritando, ria sem parar:



_Consegui o que eu vinha tentando há anos! Alcancei a condição humana! Alcancei!

Posso oferecer essa maravilha ao sr.Hosaka, sr.Teacher?



_O que você está esperando, sua cabeça de porongo seco?- o outro responderia, jocoso.- Para que vamos querer dois primatas aqui...esquece, esquece...pega a frutinha e dá pro seu amigo, dá.



Logo Eva pegaria o outro figo, e evitando mais uma queda, iria ao Adão.



Quando tentasse falar com ele,ela se assustaria com seus trinados e rosnados. Pensaria em como tinha aguentado aquela "comunicação" com ele, daquele jeito,por tanto tempo.



_Você vai ter que pensar, pensa,ou pensa. Pensa, ou conta por que não pensa. Come.



_Num tô com fome.-ele diria,com sua voz de Contravocê.



_Se vc não comer, o SerpenTeacher não vai te deixar jantar.



_E o que eu ganho mais com isso, além de não ficar com fome de noite?



_Nós vamos ser donos do parque!



Ele comeu.



Uma hora depois, ambos - loucamente dançavam um com o outro, até que o sr.Adão Hosaka pediria licença à Eva Nihil, e iria para o mato.

Voltaria de lá com uma folha de bananeira, e com dois barbantes - para amarrar na cintura de cada um.



O guardinha do parque logo apareceria para saber o que estava acontecendo, e sorrindo, Nihil contaria a novidade.

SerpenTeacher os havia emancipado à condição humana.

Agora eles tinham cérebro. Eles tinham Cérebro, ela cantava, eles pensavam, eles pensavam...



Depois de mais uma reunião entre os devas, foi decidido que o casal iria embora do parque.

Adão, que já pensava, e que tinha se tornado nerd em agricultura,(o sr.Hosaka sempre vira nerd em alguma coisa) e prevendo o que ia acontecer, já tinha reunido numa casca de côco, todas as sementes da mistura de Jardim Botânico com Jardim Zoológico onde eles viviam.



Portanto, quando lhes fôsse dada a ordem de irem embora, ararem o deserto fora do "parque municipal", sr.Adão HOsaka, já estava preparado.



º

º

Tempos depois, o SerpenTeacher foi despedido do parque, por ter antecipado a decisão para o casal, que cabia só ao "diretor" tomar.



Foi morar na palhoça construída pelo casal que ele fez ter um cérebro.

E a familia, junto desse ilustre "padrinho' deles, viveu feliz para sempre e mais três dias.





(kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...)

Postado por GD Religião às 16:15

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2 comentários:

Frank K Hosaka disse...

Se eu fosse o Serpen Teacher, eu diria: "Ardendo muito aí?"



Domingo, Janeiro 23, 2011 10:39:00 AM

mala por uma boa causa disse...

Isso, sr.Hosaka.



Leia mesmo minhas mensagens Clowesia(são "sobre ou para" o senhor)



O tempo ainda não apagou a minha vergonha pelo ano passado.

Tenho a remota esperança de que , se me conhecer melhor- o sr.vai me desculpar, e ficar pelo menos, meu amigo remoto.(desses para os quais mandamos emoticons, em datas especiais,mas aos quais nunca encontramos na vida real)



Sr.Hosaka, estive na cidade em que o sr.mora, por esses dias.

(Diadema)

Parece uma outra cidade onde já morei na região metropolitana de Sampa.



Domingo, Janeiro 23, 2011 9:57:00 PM



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domingo, 10 de abril de 2011Encrenca 256,

tentativa de texto poético (a ser melhorado, depois)

º

º

Toda noite, eu fazia isso.



Seguia por uma trilha longa no mato.

Atrás do desejo de fusão com a natureza.

Atrás da dissolução das minhas carnes, dos meus nervos, de tudo de que eu fôsse feita, atrás da "morte" do que eu chamo de ego.



Meu coração batia rápido.

A paisagem comum,mais semelhante a um cemitério onde a terra se enterrou para sempre- ia dando lugar a árvores altas, e muito juntas umas às outras.



Eu entrava no bosque.

Todo o ecossistema ali formava um "lar protetor".

As árvores, de formas estranhas, entrelaçavam seus galhos entre si, à semelhança da mistura de corpos amantes.

Animais há muito desaparecidos na fauna, por ali passeavam,voavam, pululavam.

Havia uma fonte, e um rio.



Flores terrestres, e epífitas- brotavam em todos os locais, e o próprio rio era coberto de lótus e vitórias régias.

Eu me feria nos espinhos das ervas medicinais, dos bambus de tamanho pequeno, das sebes encharcadas pelas chuvas.

Mas a floresta era um pouco refratária ao sol e à chuva, devido aos braços entrelaçados que haviam por cima de tudo.Ou seja, pelos muito galhos entrelaçados entre si, das velhas árvores, de raízes salientes no chão.



Tudo pensava, tudo falava.

Eu me assustava de perceber o quanto cada coisa no bosque, parecia me alertar sobre o perigo que havia na "primeira esquina".

Mesmo um rebaixamento no mato, me indicava a presença de cobras.

Outro fato me mandou não por a mão numa rosa vermelha, que na verdade era uma aranha.

Uma voz me mandou não me sentar em qualquer tronco caído, porque nenhum homem jamais cortara alguma das árvores, portanto não havia ali esse tipo de banco de praça.

Um tronco caído no chão, poderia ser um animal selvagem em estado de sono profundo.



Eu me sentava "em lótus" e ia embora sempre, voltando à minha vida de sempre, sem realmente fazer o que eu pretendia ali.

Ficava satisfeita em matar uma saudade dos "primórdios do planeta", em recarregar baterias, em lembrar sempre que eu fazia parte do planeta, que todos os meus pensamentos inclusive, eram iguais àqueles troncos de árvore que eu via por lá, que lembravam conexões neurológicas.



Mas voltava toda noite.

Voltava.

Conversava com o acaso, com as folhas, com as árvores,pois todos ali pensavam, todos ali podiam se comunicar.



Um dia, eu estava sentada na frente do rio.

Me foi falado que o que eu ia buscar lá sempre, era mais do que eu costumava ter toda vez.

Que eu não estava tão bem intencionada em relação a tudo o que eu queria para o meu destino.

Que não era exatamente a "morte" que eu estava desejando, que não era exatamente ser "Nada".



Eu olhei para cima, não soube quem falava.



Eu disse que tudo aquilo podia ser um preparo para eu ser lírica.

Ou podia ser que fôsse o contrário.

Quem o "lirismo" verde no qual eu sempre me empenhei, era um preparo para "reassumir um "eu" mais pagão".

Mais livre, mais amoral, mais simples.

Onde eu virasse a terra, e tudo o que alimenta todas as coisas vivas.





De repente, percebi que havia algumas implicações nisso, e vi qual seria uma delas.

Não, então eu deixei de desejar virar uma daquelas figuras arcimboldescas, que tanto eu já apresentei em sites.



Fugi na desabalada, enquanto tudo parecia querer me atingir.



Corri, corri feito louca.



De volta à segurança de casa, lembrei da canção do Roberto:



"porque seu coração é uma ilha, a centenas de milhas daqui".



Demorei um tempo para sair daquele "remoinho" em que minha mente havia entrado.



º

º

Acordei do pesadelo, pesadelo que se repetiu por uns anos.



Decidi que eu não precisava mais "visitar aquele lugar mágico" para ter inspiração para escrever.

Tudo o de que eu precisava para isso, já estava "em minha pessoa".

Na minha mente, e no meu corpo inteiro.



Decidi que eu não precisava "me perder para me achar de novo"- que para fazer "parte de tudo"- o que eu tenho, é que ser uma pessoa "classe A".

Porque pessoas "Classe A" naturalmente, já fazem parte de tudo, e colaboram intensamente com a Grande Vida.



º

º

Um bom domingo, uma ótima semana a todos.



º

º

mala nihil

Postado por GD Religião às 17:25

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4 comentários:

mala nihil disse...

Observação:



essa é o tipo da crônica que eu costumo por enquanto, só publicar no blog do sr.William.



Resolvi escrever aqui, como um "grito no ar".



Afinal, há dias, ninguém estava falando nada.



Não sei se perceberam que tentei uma poesia lúbrica.



Domingo, Abril 10, 2011 5:27:00 PM

mala uquete disse...

Esse bosque "erótico" existiu lá na Grécia, e era chamado de "Jardim das Musas".

Foi onde Sócrates ensinou Fedro a escrever poesias.



Não acredito que eu tenha feito alguma projeção astral àquele local- que eu acredito que nem existe mais.

(já deve ser mais um viaduto para tráfego de automóveis)

Acho que eu "acessei uma memória velha em mim,ou presente no inconsciente coletivo".



Eu vim a ler sobre o Jardim das Musas, em algumas memórias do filósofo Sócrates, há pouco tempo atrás.

Ele é parecido com o "bosque mágico" daqueles meus sonhos de menina.



Mas, o mais importante, é que eu gostaria de ter provocado "alguma sensação" em quem leu.



(hohohohó! )



Domingo, Abril 10, 2011 5:34:00 PM

IFrank disse...

No Estadão dessa segunda, o jornal comenta que o Ibama é incapaz de cobrar a multa de quem ameaça a biodiversidade dos bosques gregos com poemas pouco ecológicos: Nihil desafia o Ibama



Segunda-feira, Abril 11, 2011 6:43:00 AM

mala verde disse...










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terça-feira, 26 de abril de 2011Cinestesia, para o Teacher, e para todo mundo. Mala Nihil

Nos últimos tempos

ando melhor percebendo e sentindo

os eventos

mas eles não aumentaram em quantidade,

eu é que estou mais alerta

em meus cinco sentidos.



Sinto o intenso aroma das árvores

de flores damas da noite

dia e noite

vi um fantástico arco-íris em certa tarde

depois de uma chuva,

insetos coloridos

polinizam flores férteis

em canteiros de praça

em bosques e jardins,

eu cato as flores de jasmim

caídas nas calçadas

para ofertar aos meus ícones em seus santuários

perfumados a incensos.



Outro dia eu atrasei a volta para casa

por que havia um pôr-do-sol maravilhoso

para se ver,

fiquei olhando,ali parada

e a retirada solar,com seu rastro vermelho fogo

durou poucos minutos,

o tempo também ficou quieto e mudo.



A gorjeação imensa de pássaros em grupos

foi cessando depressa

Vênus,Ândromeda e Hécate, iluminaram o céu

as estrelas logo apareceriam na esfera,



e eu - junto aos demais animais de outras espécies,

voltei ao lar,

então tudo silenciou,ficou em paz.



Agradeci aos deuses da natureza

Agradeci aos eventos da impermanência

por mais um dia,

por toda a beleza

de todos os momentos

bons e ruins, em cadência

descontrolada e aparentemente intencionada,

da canção colorida,

da vida.





Mala Nihil



versão de uma poesia que escrevi para o Teacher,no dia vinte e três de abril de 2.011,no Jornal de Debates,e que sumiu de lá.



Por enquanto, muito boa noite aos que "viram".



°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°










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domingo, 8 de maio de 2011Natureza Viva 40,correção de um link- samudra nihil

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=aerangis+luteoalba+var+rhodosticta&gbv=2

Postado por GD Religião às 23:02

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Mister M para Senhorita Nihil disse...

Amor em paz



Eu amei

Eu amei, ai de mim, muito mais

Do que devia amar

E chorei

Ao sentir que iria sofrer

E me desesperar



Foi então

Que da minha infinita tristeza

Aconteceu você

Encontrei em você a razão de viver

E de amar em paz

E não sofrer mais

Nunca mais

Porque o amor é a coisa mais triste

Quando se desfaz



Vinícius de Moraes



Segunda-feira, Maio 09, 2011 10:37:00 AM

mala poeta disse...

Igualar-se-á aos deuses

aquela que gostar de você

aquela para quem você ainda sorrir,



seu perfume

seu riso espontâneo

seu temperamento autêntico

te faz um ser alado

vivendo nesse mundo comum,



sua voz e jeito de falar

que me desperta desejos

que me tira a realidade

é uma promessa de felicidade,



...seus bons contornos...



você é capaz.



De me tirar do sério,

você é capaz,

de ficar horas e horas lhe falando

te ouvindo,eu sou capaz,



Eu já não consigo ver nem ouvir

além das batidas do meu coração

quando aparece você,

amor, - meu primeiro amor,

sagaz.

Já não sou a mesma

Eu quero quem eu não sou capaz

de ter...



- adaptação de uma poesia que Safo de Lesbos fez para uma pessoa amada.

As palavras,foram minhas, mas usei a estrutura que ela deu a versos semelhantes.



Essa foi a poesia que eu escrevi para meu "primeiro amor", há trinta e um anos atrás.



Segunda-feira, Maio 09, 2011 7:24:00 PM



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quinta-feira, 21 de abril de 2011Encantadora 9- mala nihil

O pensamento é mágica,

é luz e matemática,

se multiplicando em sons de estática

em formas reais, informes e sublimadas.



Eu ouço uma luz

Eu vejo um barulho...



http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=fractal&gbv=2



http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=fractais&gbv=2

Postado por GD Religião às 00:17

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iFrank disse...

Ou você viu um passarinho azul ou você está com um namorado novo para explicar todos esses poemas. Que bom que você está feliz, mas como esse fórum é de religião, vale lembrar as inúmeras crônicas que o Criador do Céu e da Terra mandou escrever, em particular Provérbios 19



18 Como o louco que atira tições, flechas, e morte, 19 assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira. 20 Faltando lenha, apaga-se o fogo; e não havendo difamador, cessa a contenda. 21 Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas. 22 As palavras do difamador são como bocados deliciosos, que descem ao íntimo do ventre. 23 Como o vaso de barro coberto de escória de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno. 24 Aquele que odeia dissimula com os seus lábios; mas no seu interior entesoura o engano. 25 Quando te suplicar com voz suave, não o creias; porque sete abominações há no teu coração.



Sexta-feira, Abril 22, 2011 8:30:00 AM

iFrank disse...

Retificando, os versículos citados estão no capítulo 26 e não no 19.



Sexta-feira, Abril 22, 2011 8:35:00 AM

mala uquete disse...

Sr.Hosaka,que saudadona! (faz só um dia,e eu já falando assim...só eu mesma...)



Não,sr.Hosaka,não estou de namorado novo- esse é um evento difícil de ocorrer.

Digamos que ...hã... ninguém aguenta meu jeito de Rita Pavone.

Falando assim, eu sei que fico parecendo mais humilde um pouquinho.

E justifico o encanto que tenho de ficar envolvida na contemplação de todos os passarinhos azuis que a sorte costuma mostrar.



Eu sempre fui poeta, mas só atualmente estou tendo coragem de abrir meu diário.



Sou uma criatura sistematicamente contemplativa,e já fui uma menina que cantava o dia todo,pela casa.

Não preciso de motivos para compor meus haicais.

Basta eu estar bem,e de boa saúde,assim como ter rimas e frase metódicas em mente.



Sim,me ocorreu algo nesses meses, mas essa é uma boa história.

Andei lendo o livro de uma poeta que viveu milanos atrás, que finalmente me deu coragem de assumir minhas "outras palavras" das quais eu tinha vergonha.



Obrigada por lembrar a mim que esse é um site de religião,e por postar essas palavras bíblicas, que eu li com muita atenção.

Elas lembram o período mais verbalmente intenso que vivemos -quando tínhamos um gd do terra,bem como os enganos que cometemos em nossa comunicação.

Se nesse tempo,eu tivesse publicado poesias antigas,teria tido menos tempo para esses equívocos.



Eu passarei a tentar publicar também trechos do Dharmapada aqui,pois tenho sua última tradução,mas o que me chateia é que poucos estão querendo escrever.

Se aquele pessoal tipo o sr.Vaivolta,o dr.Luiz,o sr.Orozimbo, o Ctátil, o sr.Brioso, a dona Talita,o Denytus,e o André- só para mencionar alguns aqui ficassem, eu ficaria mais motivada,mas como eles não estão presentes,ou estão inibidos para escrever,então estou preferindo ser mais espiritualista do que religiosa.



Afinal, Deus está presente na natureza,na impermanência,em todos os passarinhos verdes da vida...



...mas suas palavras para eu- valem ouro.



(o sr.nem imagina,e eu não estou brincando ao dizer isso.)



Vou passar a postar trechos do Dharmapada.



Os outros envios,ficarão para o "recreio".



Só não dá para falar coisas muito sérias aqui,tipo a prosa dos Turbilhões,porque elas são longas,mas as poesias do Dharmapada não vão chatear ninguém.



Isso aí, bom feriado ao senhor!!!



Sexta-feira, Abril 22, 2011 2:47:00 PM

Anônimo disse...

Olá, HosakaAndré. Ardendo muito esse teu rabu católicudo ? Faça como o teu papa : de 40 em 40 minutos ele leva uma enrabada do Fritz Helmuth , o guarda suiço, hehehe !



Segunda-feira, Abril 25, 2011 9:45:00 AM

iFrank disse...

Olá Sr Anônimo, e o Coelhinho da Páscoa, o que ele trouxe parq o Sr, aqueles dois ovos de sempre?



Segunda-feira, Abril 25, 2011 6:12:00 PM

Anônimo disse...

Olá HosakaMalaPegnoratto, gostou do presente pascal : um enorme "salsichón" do Helmut, o guarda "alemón" ? Auf Wiedersehen , hehehe



Terça-feira, Abril 26, 2011 9:07:00 AM

mala nihil disse...

Poli, você é um polifemo bobo.











Postado por GD Religião às 23:03

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5 comentários:

Anônimo disse...

Olá, MalaHosakaPegnoratto, quem sou, sou quem ???

Würstchen für jeden, auf wiedersehen, hehehe





Anonimo 1º (o original , hehehe )



Quarta-feira, Abril 27, 2011 8:39:00 AM

mala em dúvida disse...

Olá,sr.Anônimo.



Não sei quem é o "Anônimo original".

O professor pode ter sido esse "primeiro",o Poli pode ter sido o segundo,e o "definitivo".



Supondo que vc seja o professor, e eu diga que você não é.

Vai se chatear,e não vai voltar.

Supondo que vc seja o Poli,e eu diga que não é.

Você vai continuar sendo o Poli.

Supondo que não seja nenhum dos dois.

Então, eu "saber" não vai mudar isso.



Acho que vc é o Poli,mas então estou chamando de Poli por um tempo todo Anônimo que não for o professor.

Assim como o sr.Hosaka chama de dr.Comé todo mundo que ele não tem certeza de quem é- ainda que o dr.Comé realmente exista(é um ex-político)



Se você for o professor, - seria bom que vc começasse a escrever suas 'mensagens normais" entre nós,pelo menos enquanto não puder voltar para o JD.



Seja vc quem for,espero que esteja gostando da minha nova fase "de escrita".



Quarta-feira, Abril 27, 2011 9:59:00 AM

mala nihil disse...

Sr.Polianônimo,parece que o Teacher voltou ao JD.



Ele não havia sido totalmente censurado.

Só teve suas últimas mensagens apagadas,-aquelas em que ele discutiu com o Fábio.

E nisso,foi de roldão,a minha poesia também,mas essa eu reescrevi ontem-e foi a que o sr.leu.



Quarta-feira, Abril 27, 2011 10:38:00 AM

Anônimo disse...

Srta. MalaKalinkaHosaka, Danke schön... ... hehehe



Quarta-feira, Abril 27, 2011 11:24:00 AM

mala uquete disse...

Não, eu não "dancei".



Eu consegui lembrar da poesia que foi apagada e a reescrevi aqui.

O professor Andros "vai bem obrigado".

Então,não tenho tanto com o que me preocupar.



E...você...não é nem Teacher,nem o Poli "oficial'.

Mas, me despeço de vc -te chamando de Polianônimo assim mesmo...



...adeusinho...













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sexta-feira, 6 de maio de 2011Debutante, mala nihil

Complementando a mensagem anterior,que foi a Encrenca 333,quando eu disse que tenho muito a aprender com poetas e escritores naturalistas,é porque minha poesia será basicamente naturalista também.

É dessa turma que faço parte.



Eu poderia,para homenagear 'as mães',postar uma prosa comum sobre as mães,contar sobre Mahaprajapáti,madrinha do sri Santinho(mestre Buda), ou postar o sutra de sra Avalokistewara.

Claro que estou cada vez mais budista,e descobrir quais foram os valores éticos e estéticos defendidos pela devoção dos gregos a Vênus, milênios atrás,me aproximou ainda mais do meu sangha atual.

Passei a entender mais o que venho praticando.



Escolhi para homenagear as mães, a "grande mãe' do pensamento religioso atual.



E uma vez que o que todas as mães mais querem,é ver os filhos fortes,com saúde, e ajustados a uma comunidade também ajustada, e uma vez que o que as mães mais precisam,é de um mundo melhor para os filhos- porque filhos todos somos, assim como somos mães e pais,então ninguém melhor para entender-nos,do que senhora de Vênus, musa da civilização, da superação das arestas, e da organização da vida urbana.



Uma boa noite a todo mundo.

A poesia seguirá abaixo.

Oxalá, esteja agradável.







A Debutante,(debutante,no sentido de ser uma senhorinha bem intencionada,mas um pouco ingênua,às vezes)



Senhora de Vênus, boa moça

estátua de pedra ou de louça

você não é só um frio mármore

perene em sua força

mas é alguém que deseja nossa felicidade.



Com seu gosto estético

com sua cortês afabilidade

com sua fecundidade

com sua vinculação ao deus Eros

com sua pragmaticidade

com sua preocupação

pela educação

tanto como formação

como enquanto instrução

bem como com todas as instituições

que zelam pelos nossos interesses, você enseja,

mesmo anonimamente

pelo melhor controle do nosso futuro

pela exuberância dos nossos atributos

tecendo a malha fina dos amores,

e de todas as relações,

ecoando em canções

todas as belas paixões

que tanto colaboram para a tessitura

da vida em grupo

da coletividade do presente e do futuro.



Incentivando ideais

Incentivando a harmonia,

e eu te peço que não nos abandone jamais

e que um dia,

retorne ao olimpo onde você merece estar

de onde para sempre você haverá de nos iluminar

como bela estrela da manhã

musa de cinco pontas,

para um novo amanhecer

num mundo que não nos fará mais vergonha.



Eu sou vinculada também a você,

Te agradeço por sua ajuda desinteressada

a nós todos,

eu te peço para favorecer o equilíbrio do todo

e por uma vida não tão sisuda

para ninguém,-

bem como para que esteja em seu lugar de sempre,



para que tenhamos ainda, paz em nossas vidas,

corações e mentes.

Postado por GD Religião às 21:21

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1 comentários:

mala nihil disse...

Publicada pela primeira vez no blog do sr.William,no começo de abril- num dos espaços de réplicas da mensagem em destaque entitulada tripitaka 159, de minha autoria,presente no arquivo Nihil.



Teve o título de Encrenca 270, e foi escrita no dia catorze do mês mencionado.



Sexta-feira, Maio 06, 2011 9:32:00 PM



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quarta-feira, 4 de maio de 2011Que saudade...

Dizem que a palavra saudade não tem tradução em nenhuma outra língua. O sentimento saudade, no sentido de sentir a falta de alguém, um pouco de tristeza e nostalgia é algo que só a palavra saudade transmite. Em todas as outras línguas, para se tentar definir saudade não é possível fazê-lo com uma só palavra.











Por exemplo:

inglês: i miss you







holandês: ik mis je francês: je tu manque





alemão: ich vermisse Sie







E "I miss you" significa eu sinto sua falta. Seria uma definição de “saudade” mas não é a palavra “saudade".







Uma lista compilada por uma empresa britânica com as opiniões de mil tradutores profissionais coloca a palavra "saudade", em português, como a sétima mais difícil do mundo para se traduzir.

A relação da empresa Today Translations é encabeçada por uma palavra do idioma africano Tshiluba, falando no sudoeste da República Democrática do Congo: "ilunga".

"Ilunga" significa "uma pessoa que está disposta a perdoar quaisquer maus-tratos pela primeira vez, a tolerar o mesmo pela segunda vez, mas nunca pela terceira vez".

Em segundo lugar ficou a palavra "shlimazi", em ídiche (língua germânica falada por judeus, especialmente na Europa central e oriental), que significa "uma pessoa cronicamente azarada"; e em terceiro, "radioukacz", em polonês, que significa "uma pessoa que trabalhou como telegrafista para os movimentos de resistência ao domínio soviético nos países da antiga Cortina de Ferro".

Segundo a diretora da Today Translations, Jurga Ziliskiene, embora as definições acima sejam aparentemente precisas, o problema para o tradutor é refletir, com outras palavras, as referências à cultura local que os vocábulos originais carregam.

"Provavelmente você pode olhar no dicionário e encontrar o significado", disse. "Mas, mais importante que isso, são as experiências culturais e a ênfase cultural das palavras."





Veja a lista completa das dez palavras consideradas de mais difícil tradução:

1. "Ilunga" (tshiluba) - uma pessoa que está disposta a perdoar quaisquer maus-tratos pela primeira vez, a tolerar o mesmo pela segunda vez, mas nunca pela terceira vez.

2. "Shlimazl" (ídiche) - uma pessoa cronicamente azarada.

3. "Radioukacz" (polonês) - pessoa que trabalhou como telegrafista para os movimentos de resistência o domínio soviético nos países da antiga Cortina de Ferro.

4. "Naa" (japonês) - palavra usada apenas em uma região do país para enfatizar declarações ou concordar com alguém.

5. "Altahmam" (árabe) - um tipo de tristeza profunda.

6. "Gezellig" (holandês) - aconchegante.

7. Saudade (português) - sentimento nostálgico, sentir falta de alguma coisa ou alguém (o significado não é consensual).

8. "Selathirupavar" (tâmil, língua falada no sul da Índia) - palavra usada para definir um certo tipo de ausência não-autorizada frente a deveres.

9. "Pochemuchka" (russo) - uma pessoa que faz perguntas demais.

10. "Klloshar" (albanês) - perdedor.









Ultimamente tenho sentido saudades atrozes de minha infância, da minha cidade natal, das minhas vovós que habitam os planos superiores... Enfim, de um tempo que não volta mais!





(Selma)













Postado por GD Religião às 16:08

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2 comentários:

Marciano Alado disse...

ROMANTISMO NO BRASIL

2. CASIMIRO DE ABREU (1839-1860)



A SAUDADE DA PÁTRIA E DA INFÂNCIA



Vivendo três anos em Portugal, onde elaborou boa parte de Primaveras, Casimiro de Abreu desenvolveu o sentimento de exílio, que tanto perseguia os românticos. Inspirado em Gonçalves Dias, escreveu uma série de poemas impregnados de nostalgia da terra natal, denominados Canções do exílio. Neles, contudo, não chega a alcançar o nível de seu modelo.



No entanto, não é apenas a saudade do Brasil e a correspondente sensação de estar exilado que anima a sua lírica. O que o consagrou foi a nostalgia (tipicamente romântica) daquelas realidades pessoais que ficam para trás: a mãe, a irmã, o lar, a infância. Tornou-se, por excelência, o poeta da "aurora da vida", do tempo perdido, das emoções da meninice. Mesmo sabendo que a infância não significa o paraíso, sucumbiu à doçura dessas lembranças.



À parte isso, o poeta atrai o leitor com o ritmo fácil, a singeleza do pensamento, a ausência de abstrações, o caráter recitativo e o tratamento sentimental que empresta ao tema, garantindo a eternidade de pelo menos um poema, Meus oito anos:



Oh! que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!

Que amor, que sonhos, que flores,

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras,

Debaixo dos laranjais!



Como são belos os dias

Do despontar da existência!

- Respira a alma inocência

Como perfumes a flor;

O mar é - lago sereno,

O céu - um manto azulado,

O mundo - um sonho dourado,

A vida - um hino d'amor!



Que auroras, que sol, que vida,

Que noites de melodia

Naquela doce alegria,

Naquele ingênuo folgar!

O céu bordado d'estrelas,

A terra de aromas cheia,

As ondas beijando a areia

E a lua beijando o mar!



Oh! dias da minha infância!

Oh! meu céu de primavera!

Que doce a vida não era

Nessa risonha manhã.

Em vez das mágoas de agora,

Eu tinha nessas delícias

De minha mãe as carícias

E beijos de minha irmã!



Livre filho das montanhas,

Eu ia bem satisfeito,

De camisa aberto ao peito,

- Pés descalços, braços nus -

Correndo pelas campinas

À roda das cachoeiras,

Atrás das asas ligeiras

Das borboletas azuis!



Naqueles tempos ditosos

Ia colher as pitangas,

Trepava a tirar as mangas,

Brincava à beira do mar;

Rezava às Ave-Marias,

Achava o céu sempre lindo,

Adormecia sorrindo

E despertava a cantar!



Oh! Que saudades que tenho

Da aurora de minha vida (...)



Quinta-feira, Maio 05, 2011 8:27:00 AM

mala lírica disse...

(poesia minha)



Tanto tempo se passou,

foi uma vida, e mais um tanto,

e de nós o que sobrou

foi a miséria sem acalanto,



Fico só pensando na euforia

que um dia

foi uma paixão conhecida,

hoje em dia tudo é tão cinza



tão sem graça

nada significa,



...



tudo passa

nessa vida

todas as manhãs e todas as canções idolatradas,

tudo passa

letargia

todos os nossos santos tem os pés de argila,



de todos os sonhos

só restará o esquecimento

um dia não seremos mais capazes nem,

de lamentos,



as águas avançarão sobre as cidades,

as areias fortelecerão as falésias,

a ilusão da felicidade

morrerá junto das camélias

e passará com a Humanidade...



°°°

Não lembro direito como escrevi essa poesia,em 2.007.

Pode ser que a reedição esteja melhor agora.



Não pretendo que essas palavras levem à melancolia,mas que inspirem.



Porque no fundo,no fundo,já faz um tempo que deixei de sentir saudades de antigamente.

Ou seja,comigo está acontecendo o inverso.

Vou me tornando mais "dura".

Pode ser que essa seja uma defesa contra a tristeza por todo o tempo que vai passando, e por tudo o que sem querer,achamos que vamos perdendo.



Um abraço.



Quinta-feira, Maio 05, 2011 8:20:00 PM








terça-feira, 24 de maio de 2011O monge e a poeta- mala nihil

Imaginem um lugar atemporal onde todos os personagens históricos que viveram em épocas diferentes,ou que viveram no mesmo tempo-mas em locais e em cenários distintos e distantes-possam se encontrar ,depois que morreram.



Mas, afastem da mente o bucolismo dos possíveis espaços "além vida" do espiritismo e do budismo.

Seria uma espécie de "não lugar" o lugar que eu imagino.

Um local onde todos podem se falar,- um deserto iluminado por um sol cor de gelo.



Os personagens históricos,segundo o que eu imagino- terão a mesma aparência que tiveram na fase juvenil de suas vidas, que é a aparência pela qual eles são conhecidos em ilustrações de suas biografias.



Uma jovem aparece rodopiando,dançando e cantando, sem parar.

Ela não é igual a mim em tudo.

É mais baixa,mais magra, mais espevitada,mas tem os meus olhos.

E canta preces aos deuses,faz hinos à vida,se preocupa ostensivamente com o amor.

O amor sob todas as suas faces.

O amor erótico- o amor familiar,o amor entre amigos, a fraternidade que precisaria imperar em nosso mundo- o belo sentimento de amizade, o amor à natureza.

Ela canta para deusa Vênus,e canta para a estrela mais brilhosa que tem no céu- à qual ela chama de Héspéros.

Joga a seda sobressalente do seu vestido,sobre um leão.

O imenso gato se levanta rugindo- ela vê sua pata entalada,e continua cantando,agora suavemente.

O dono do leão olharia surpreso.

A maluquete tinha jeito para falar com os irracionais.

Não era diferente dele naquilo.

O gato ia se acalmando,e voltava a se deitar.



Ela olharia para ele,sorrindo,e lhe perguntaria o nome.

Era um padre com um jeito de chato e pedante.

Muito acanhado,ele voltaria a sentar-se,sem responder ,e prosseguria a leitura de uma imensa bíblia ilustrada.

Ela se aproximaria curiosa.

Já sabia- embora tivesse nascido num tempo mais antigo,que aquele era o grande livro de amparo religioso de cristãos,judeus e islâmicos.

Já o tinha lido,um tempo antes,- todo aquele que um dia havia nascido na Grécia,como ela mesma,tinha na bíblia,uma das leituras obrigatórias,porque ela era um épico parcialmente produzido por seu povo.

Mas aquele senhor ao lado de quem ela se sentava,podia ser um romano,ou um italiano.

Muito calmo e sereno-ele prosseguia em seus estudos.

Vendo que ela não ia embora,ele começaria a falar das coisas sagradas, mantendo sempre a voz muit

calma,de pedagogo.



Ela de chofre,se arriscaria a perguntar algo a ele.

Como lidar com a rejeição do público a uma obra importante realizada durante toda uma vida, e na qual se pôs todo o empenho,e os melhores sentimentos?

Apesar da sua euforia aparente,ela estava ocultando uma tristeza sem fim.

Um grupo de monges havia destruído seus nove livros.

De tudo o que fizera em sua vida de poeta,literata,cantora,e de senhora dedicada a festas-haviam restado aolguns poucos fragmentos que um dia seriam achados por arqueológos.

Mas,o que seria de um mundo que não conheceria suas melhores opiniões a respeito do quanto o amor ea significativo para alterar seus rumos?



Ele sorriria,quase amargo.

Também fôra rejeitado em cada um dos dias da sua vida.

Não fôra poeta,mas fôra outro tipo muito intelectualizado.

Era uma mistura de padre, com tradutor e intéprete,e ainda podia domar imensos felinos.

Arriscara-se numa empresa,na qual fôra o tempo inteiro - criticado, vaiado,mas às vezes,também,fôra ovacionado.

Assumira um risco maior do que o que podia alcançar.

Ocupara-se de uma tarefa pesada,mas que mudaria para sempre a cena religiosa do mundo- e que popularizaria as idéias tidas como idéias centrais do cristianismo.

Traduzira a bíblia do grego e aramaico,para o latim.

Ainda não conseguia parar de encontrar em cada uma das linhas,os erros que cometera.

Pois vivera num tempo diferente do tempo em que aqueles textos haviam sido escritos.

Era um grande conhecedor do idioma que ela falava- mas não conhecia o modo de vida de pessoas como ela, do tempo dela.

Então,cometera alguns enganos na versão que fizera,que poderiam levar a erros interpretativos.



Ela logo se apressaria em consolá-lo.

Mas ele fizera o melhor que ele podia fazer!

E o mundo cristão ainda deveria agradecer a iniciativa dele,pois poucos teriam tanta energia para uma empresa tão séria como aquela

O principal, visivelmente,estava concluído,e atualmente- ela contava, muitos cristãos estavam tendo autosuficiência naqueles estudos,e podendo mesmo começar suas instituições religiosas.

Tudo porque ele um dia, traduzira a bíblia para uma linguagem que o povo podia ler, e a partir da qual,outras traduções seriam feitas com mais facilidade.

Ela o tinha mais ou menos como um santo.



Sim,ela já sabia quem ele era,mas ele ainda demoraria um pouco para reconhecer a ela pelo jeito de falar.

Por seus temas e preocupações caracteríticos.



Eloquentemente,ela diria que ele era um personagem muito importante para a história do mundo,pois cumprira o maior desejo da deusa Vênus,que era o de ver um ser humano dedicando amor,complacência e consideração aos semelhantes.

Ele se preocupara com a educação do povo.

Já não estava bom?



Ele,agradecido pela "força"- contaria que muito do que aprendera sobre os gregos,e sobre a idolatria deles ao amor,ele aprendera com os poemas que lera - escritos por ela, e que integravam os pergaminhos de sr.Máximo de Tiro- bem como do poeta Ovídio.

Ele também já percebera quem era ela.

Ela não deveria chorar pelos seus mortos.

Ou pelos seus papéis mortos, dizendo melhor.



As palavras dela viviam.

Viviam, e haviam vivido na imensa alegria e no imenso amor- de todos os santos que haviam passado pelo mundo.

Todas as coisas que as pessoas pensavam e descobriam, nunca ficariam escondidas.

Um passo a mais que um ser humano dá- é o passo da Humanidade inteira,ainda que ninguém jamais venha a saber desse passo,e nem que consecução foi essa.

Ela teria que entender melhor- e acreditar nele,pois ele era um hierofante.

Acreditava em boa parte das possibilidades mágicas.



Os pensamentos e letras,mesmo quando eram apagados da história conhecida,sobreviviam em bibliotecas na atmosfera terrestre, sobreviviam no pensamento coletivo.

Os pensamentos que um dia ela havia manifestado,não eram mais dela,mas já eram de todo mundo.

E continuariam influenciando as pessoas até o fim dos tempos.



Abraçando-se ao gatão- a moça chorava emocionada, e o leão rugia baixo.

Dizia que ele e que seu dono eram muito ]"gente fina".



O padre, que já não tinha mais tanta vontade de continuar sendo padre, surpreendeu-se de encontrar aloguns pontos em comum com uma Madalena grega,com uma mulher conhecida como pecadora e suicida.

Adivinhando os pensamentos que ele tivera,pois aquele bardo em que eles viviam,favorecia isso- ela logo responderia:



_Eu nunca tirei a minha vida, caro senhor.

Eu jamais teria proporcionado uma vergonha assim ao meu nome.

Isso seria incoerente com os meus princípios,e com minha devoção a Vênus.

As outras lendas ao meu respeito- acho melhor não comentar.

Eu fui feliz,e envelheci em paz.

Morri de causas naturais,cantando em frente à baía de Lêucades.



_E eu tenho saudade da minha casa,na Sicilia...



_Eu e alguns amigos ficamos exilados lá por cinco anos,mas o senhor deve conhecer essa história.



_Claro,claro.

E não precisa comentar as "lendas sobre sua vida".

Só por nos falarmos,posso entender que você nunca "errou".

De todo modo,o passado cabe mais lá no lugar onde ele tem que ficar mesmo- que é o passado.

Você vai ser cristã?



_Não,mas gostaria de ficar um tempo perto de vocês,que são cristãos.

Sabe, senhora de Vênus é a matriarca de todas as religiões,sem exceção.

Ela ensinou tudo aos santos e aos budas.

O pacto do amor,e da salvação do mundo- é o maior pacto esotérico e religioso a ser feito pelos homens e pelas mulheres dos mais variados tempos.



_Eu jamais discordaria disso.



Ambos dariam a mão um ao outro.

Uma bela amizade começaria.

Ela conviveria por muito tempo com o sangha cristão.

Ele aprenderia tudo sobre literatura e sobre poesia grega antiga.



Um dia,ela voltaria à sua terra natal,e para os seus amigos poetas.

E continuaria cantando e poetando para sempre, -orando à senhora de Vênus pela salvação do mundo.



Ele,pelo seu lado, continuaria - lá no céu católico,cuidando do sangha cristão.



Mas agora,com menos chatura.

E com mais poesia.

Seu leão,acabaria nascendo no mundo,nba casa de sri Yogananda.

E jamais em sua vida,comeria carne.

Seria um exemplo de bondade felina,para o futuro grupo da Self Realization Fellowhip.

º

º

º

º

Eu descrevi o que eu suponho que poderia ter sido uma amizade entre a poeta grega Safo de Lesbos,e o São Jerônimo cristão,dois personagens admiráveis,em minha opinião- e que tiveram em comum,seu profundo humanismo.

Safo era mais selvagem em seu jeito de amar,e de gostar das pessoas- era mais provinciana,e mais diretamente afetuosa,ao passo que ele manifestou uma dedicação humanista à comunidade- realizando um trabalho difícil para o seu sangha religioso- em beneficio dos melhores interesses dos fiéis de todos os tempos e lugares.



Eu ainda estou aprendendo a escrever crônicas e contos.

Sempre fui principalmente poeta,a vida toda,mas desde que eu comecei a escrever nos gds do Uol,e do Terra-aprendi a fazer resenhas,e dissertações,e melhorei na arte dos contos.



Gostaria de fazer algo diferente, em literatura,que já foi tentado por um autor- mas cujo empenho não pôde falar da maioria dos pernsonagens históricos.

Isso porque ele não teve disponibilidade para continuar sua obra.



Desejo fazer o que foi representado por esse ensaio acima.

Ou seja,promover em meus contos,um encontro entre personagens históricos,e de preferência,se possível,não quero criar falas para eles,mas desejo fazê-los conversar,usando palavras que eles proferiram em vida,ou trechos de obras literárias por eles criadas.

Ou seja,quero fazer uma montagem,para que pareça uma conversa.



Tipo- já pensaram-um bate papo entre o imperador Ashoka e Cristóvão Colombo,entre Santa Tereza e Monge Milarepa, entre Sócrates e Nietzche,entre o monge Serpente,da Índia,e Freud(acontece que o monge Nagarjuna desenvolveu um sistema de pensamento no budismo,muito semelhante aos postulados da psicanálise), e etc,etc.



Se eu puder dedicar minha vida a isso,e se essa pequena obra se tornar rentável,ainda que postumamente, vou ficar agradecida...



Uma ótima noite,e um bom restante de mês aos leitores,espero que tenham curtido.



Eu quase escrevi esse conto no outro blog,mas como é esse site que pretende substituir o gd do terra,achei que essa apresentação ficaria melhor aqui.



Festejei assim,o aniversário do meu namoro com o Príncipe,que foi no dia dezesseis de maio.

Entre os dois,a poeta era eu.

Ele era o "grande centrado" - o grande idealista.



Ou seja, eu e ele,até hoje,nos assemelhamos aos personagens do conto acima.



Até breve a todos.



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Postado por GD Religião às 01:22

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3 comentários:

mala nihil disse...

Por favor,não sejam muito impiedosos com meus erros de digitação.



Escrevi na velocidade do meu pensamento,ou seja,escrevi depressa,temendo que esse conto ia ser difícil de ser escrito.

Não foi tanto assim,mas eu acabei não reeditando.



Teve uma altura em que fiz uma confusão com o cursor- e quase apaguei tudo.



Acho que o texto em si,saiu bom.

Minha idéia foi aceitável.



Algum dia - essa historinha será publicada sem os erros de digitação- e sem erros ortográficos.

E devidamente melhorada,no blog azul,talvez.



Até mais ver.

Espero de verdade que gostem,pois dificilmente irei conferir opiniões por esses dias.



..e pessoal,escreva outros contos e poesias aqui.



°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°



Terça-feira, Maio 24, 2011 1:37:00 AM

Anônimo disse...

Muito bom.

Andros, o Atheu.



Terça-feira, Maio 24, 2011 7:40:00 AM

mala em fuga disse...

O que você queria saber,era se eu ia conferir sua opinião,sr.Anônimo. (kkkkkkkk...)



Como eu tinha uma coisa da maior importância para falar ao sr.Hosaka hoje, e que não poderia esperar- já que eu não falei isso a ele ontem, devido a horário avançado na noite, então eu vim aqui, e vi sua mensagem também.



Peça o e-mail e a senha do blog para a Selma.



Escreva mensagens em destaque.

E assine embaixo seu nique:



Poli.



Você terá bons textos para escrever- estou certa disso.



Bom,minhas férias do blog,começam agora.



Bye bye.



Terça-feira, Maio 24, 2011 1















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quarta-feira, 25 de maio de 2011Os últimos dias de Frank K Hosaka

Esse é o título de um livro que certamente não chegarei a publicar, mas ele existe. Era para eu ter começado a escrever em 1999, quando sentia fortes tonturas e suspeitava tratar-se de câncer.



Na ocasião, comecei a ler vários textos, um mais difícil de entender que o outro, e hoje sou obrigado a reconhecer que não tenho a mínima idéia do que seja câncer. Mas fiquei fascinado com um texto que encontrei que falava de um padre no Amazonas que encontrou na babosa a cura "milagrosa" contra o câncer.



Copiei a receita, e consegui tomá-ló por uma semana e meia. Aquilo é um horror, além da babosa, o padre recomendou mel, pinga e líquidificar tudo. Eu mudei a receita, um pedaço de babosa de 0,5 cm e Cebion de 1 grama, em todas as noites, a tonteira sumiu e só peguei uma gripe brava em 2011, mas nessa semana mais dentes caíram e agora fico apavorado quando alguém quer tirar uma foto minha.



O certo é consultar um médico, mais precisamente um otorrinologista, mas tenho certeza que ele vai me proibir de comer doces e gorduras e fazer muitos exercícios, mas desde 1984 é que eu já havia decidido a morrer do jeito que eu quero e não viver com a tal da qualidade de vida que os médicos tanto anunciam, e assim decidi combater a minha suposta doença com as minhas improvisações.



Resultado: ontem olhei no espelho um banguela de 52 anos, que coisa feia! Foi aí que lembrei das fotos que falavam do câncer de boca, mas os textos são muito complicados que prefiro lembrar da Denize, a melhor dentista que já conheci, e ela reclamava que eu não sei escovar os dentes.



Mas vai que seja câncer mesmo. Por cautela, então, decidi começar a escrever os meus últimos dias da minha vida. A matéria que escrevi hoje ficou ótima, falava sobre a dor que é perder a confiança em alguém, é bem pior que perder os dentes. O problema é que não tive coragem de copiar no Blog da Selma, vai que eu não morra nessa semana e passe por um estrondoso vexame por muitos anos, assim só fica o registro de que tal livro existe, publicá-ló, isso já é outra história.



Frank K Hosaka

fhosaka@uol.com.br (11)8199-7091

Postado por GD Religião às 23:08

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2 comentários:

maria arruela porca e parafuso disse...

sr.Hosaka, não fale em morrer

você levaria uma parte de nós,junto de você

você tem que aprender

a só do melhor comer



evite essas guloseimas

não olhe nem para o pão com manteiga

ande mais,areje a cabeça



ao ler seu texto,fiquei apavorada

mas fui meditar, e agora só estou preocupada



mas não ligue,não ligue,

sei que não posso mesmo entender

e que eu sou só mais uma simplória

que se aventura a escrever

em blogs e em JDs

na ilusão de ser alguém



mas eu sou mesmo alguém

sou mais uma maria arruela

porca e parafuso

com pregos e chips guardados numa tigela

com um pensamento obnubliado e confuso

que sempre prestou muita atenção em você.



cuidado ao subir a escada

do porão à sua casa,

da sua casa ao porão,

cuide também do seu coração,

que não é de lata,

que nem o meu



boa tarde,até breve,e por ora

-adeus.



Quinta-feira, Maio 26, 2011 1:15:00 PM

Joséph Fanbims, The Prof. disse...

Olá, HosakinhaAndrépeg. Ardendo muito esse teu rabicó católicuzudaço ? Faça como o teu papa : de 40 em 40 minutos ele leva uma enrabadinha do Fritz Helmuth , o guardinha suiço, h












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domingo, 29 de maio de 2011Há como vincular o BrOffice Base com o BrOffice Calc?

Depois que o Sr Católico me chamou de mentiroso no Blog da Selma, quando afirmei que era impossível vincular informações entre os aplicativos de escritório, eu decidi estudar um pouco mais o pacote do LibreOffice do Ubuntu 11.04, mas o máximo que eu consegui fazer foi vincular células de planilhas diferentes, usando o método de copiar a célula de uma planilha na célula da outra planilha.



Usando a tecla F4, eu consegui abrir uma janela para o banco de dados no Calc, e de lá copiar todos os dados para a planilha, eu consigo até editar os dados no banco de dados, mas a mudança no banco de dados não afeta a cópia existente na planilha. O Calc também tem uma função chamada Obter Dados Externos, mas o máximo que eu consegui foi obter resultado estatístico de uma tabela do tipo soma, média, desvio padrão e assim vai, quando o que eu queria era uma cópia sempre atualizada da tabela na planilha, para dali tirar uma tabela de preço mas só dos itens que mais giram. Claro que tal tabela pode ser obtida dentro do Base, mas o Calc é bem mais versátil por absorver mudanças de última hora, bastando apenas alterar uma fórmula aqui e outra ali.



Diante do exposto, pergunto aos universitários se tal possibilidade existe no ambiente LibreOffice, o que agradeço antecipadamente.



Mensagem de Frank K Hosaka no Fórum do Ubuntu

Postado por GD Religião às 12:17

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6 comentários:

maria arruela disse...

Eu já vi tudo

não vou poder mais acompanhar vocês

ou vou perder meus parafusos

e minhas engrenagens ficarão à mercê



Sr.Hosaka,você irá saber

que alguns manifestam antipatia

porque eles queriam

no "pedaço" me manter

e tentam assim, com neurastenia

me fazer voltar- para dizer,

"sorriam mais para o meu amigo,

porque hoje é domingo".



Mas não perguntam o que achamos disso,

são arbitrários, encantadores e tolinhos,

mas são nossos amigos,

não os leve em consideração

vamos por nosso coração



em silêncio e oração,

e os olhos na televisão.



Hoje é domingo.



Domingo, Maio 29, 2011 2:47:00 PM

Católico disse...

Meu amigo, aprenda com quem tem experiência



só o Sr. ainda não percebeu que a planilha do openoffice faz tudo o que o excell faz.

O banco de dados do openoffice trabalha com todos os bancos de dados,inclusive com o Access, mas o Access não faz a mesma coisa.

Na minha empresa as planilhas acessam os bancos de dados e são atualizadas se houve mudanças no banco de dados.

Temo inclusive um banco de dados antigo, em Access, resolvemos não migrar porque não era necessário. Esse banco não é mais atualizado, a não ser numa exceção.

É um banco de dados que tem as prestações, data de pagamento, nome, endereço, , nome do empreendimento, vai até outubro de 2010.

As planilhas que uso também consultam esse banco de dados se eu pedir.

Eu não sou programador, não fui eu que fiz as planilhas mas hoje na minha empresa só usamos o Ubuntu e tudo funciona.

O meu conselho para o Sr. é ser prático.

Vá no fórum do Ubuntu e explique com detalhes o que o SR. faz e pergunte como fazer no Ubuntu.

Por exemplo, se o Sr. usa a tabela dinâmico no excell no openoffice o equivalente é o assistente de dados.

O Sr, pode escolher qual é o banco de dados externo que quer acessar e os dados serão atualizados automaticamente.

Se o Sr. não sabe algo procure no fórum do Ubuntu antes de falar burrices, que o Ubuntu não faz alguma coisa.



Domingo, Maio 29, 2011 3:14:00 PM

Frank K Hosaka disse...

Boa Noite, Sr Católico, eu publiquei a minha dúvida no Fórum do Ubuntu, e o contador apontou 20 participantes que leram a minha mensagem (o que é um número bem elevado, eu nunca consegui tanta audiência), mas ninguém se prontificou de responder a questão.



Eu acredito que não seja possível compartilhar informações do BrOffice Base no Calc, assim, eu já me adiantei, e hoje instalei o Apache, o servidor Web mais usado no Ubuntu. Falta instalar o banco de dados MySQL e o PHP. O meu maior problema é que não domino a língua inglesa, assim estou fazendo as coisas bem devagar, para evitar os colapsos que enfrentei quando estudei o Ubuntu 10.04.



Que bom que o Sr tenha encontrado pessoas qualificadas para montar as conexões necessárias para fazer o Ubuntu produtivo em sua vida, mas no meu caso, eu estou só, tenho um fórum que não responde e uma princesa que não aparece, logo não me sinto nem um pouco constrangido quando digo que é difícil encontrar alguém que entenda de Ubuntu, e que o Windows é bem mais fácil e menos enigmático.



Uma boa noite ao Sr e que a paz lhe acompanhe nessa noite e na semana que começa agora.



Domingo, Maio 29, 2011 6:21:00 PM

Católico disse...

Acho que o Sr. está completamente perdido

Para que o amigo baixou o Apache?

O Sr. sabe o que é um servidor de Web, o Sr. está querendo montar um site?

Vou repetir o meu conselho.

O Sr. usa o excell e funciona no excell.

Diga no forum como o sr faz no excel, os comandos que usa passo a passo e perguunte como fazer o mesmo no openoffice.

Acho que o meu sistema é mais complicado que o do Sr.

Eu tenho vários banco de dados, as planilhas buscam os dados do banco de dados, fazem cálculos, gráficos e relatórios.

ninca tive problemas das planilhasatualizarem autoimaticamente, o meu problema era que alguns dados eram confidenciais.

No começo as senhas eram para as planilhas, para rodar os relatórios era obrigatório digitar a senha.

Mas acharam que não era seguro porque os micros tinham acesso ao BD, só as planilhas eram protegidas. Uma pessoa com conhecimento em informática poderia ver os dados do BD.

Agora acesso é primeiro por máquina, só alguns micros conseguem conectar ao BD, os outros são bloqueados, Depois tem há uma senha de usuários, conforme a senha alguns campos do BD não são visíveis e não podem ser acessados.

Toda vez que um micro consulta o BD ou uma planilha consulta o BD para fazer um relatório, é emitido um relatório para mim com o número da máquina, o nome do usuário, a hora e o tempo que ficou conectado ao BD.



Domingo, Maio 29, 2011 8:22:00 PM

Católico disse...

E a planilha que o usuário rodou também, hehehe



Domingo, Maio 29, 2011 8:25:00 PM

Católico disse...

Eu acabei de falar com o meu filho e ele disse que eu devo pedir desculpas ao Sr., hehehe.

Ele também não entendeu completamente o que o Sr. quer fazer.

Meu filho entendeu isso.

O Sr. tem um banco de dados no base.

O Sr. tem uma planilha do calc que alimenta o BD do base.

O Sr. quer fazer uma alteração pelo BD.

Isso não é possível porque os dados que o BD importa da planilha são apenas leitura.

O Sr. terá que mudar os dados na planilha

Meu filho disse que está certo que seja assim.

Seria um caso em que uma planilha alimenta um BD e o meu caso na empresa é diferente é o caso de um BD que alimenta as planilhas.

Meu filho disse que está certo que as modificações tenham que ser feitas apenas no alimentador, origem de dados, essa parte eu ainda não entendi, porque deve ser assim.

era essa a duvida do Sr.?



Domingo, Maio 29, 2011 9:14:00 PM



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