terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Mais vale um cachorro amigo que um amigo cachorro

Foi há muito tempo que conheci a princesa, para ser mais exato foi em 1981, e convivi com ela no trabalho até 1984. A frase que mais ouvi dela foi de que a vida é complicada. Muitas crônicas que escrevi foi pensando nela, desde o tempo do UOL até os dias de hoje, não se tratava de um romance platônico, mas sim o meu último romance. Eu simplesmente desisti das mulheres e, por tabela, também desisti de entender os rapazes. Foi numa noite de 1984 que estava no Teatro de Arena, sozinho, desenhando todo o futuro da minha vida ou o que restava dela: ao invés de ser um cachorro amigo e decidi me tornar um amigo cachorro.

Claro que ser um amigo cachorro não é nada fácil, você tem que fingir que não se importa com ninguém e que nem está nenhum pouco preocupado com os eventos que vão acontecendo ao redor, enfim sempre procurei congelar os meus sentimentos, tornando me um fantasma na multidão. Por brincadeira, publiquei o meu celular lá no fórum do Terra, e para a minha surpresa muitos ligaram para mim, o Amaral, o professor, a Dith e até o Esio Lopes, esses são bem profissionais, não consegui avaliar quem era um cachorro amigo ou um amigo cachorro. Mas eles perceberam rápido que eu não passava de um amigo cachorro, aquele que late, late e late e não diz coisa com coisa.

Apesar das regras complicadas com que temos que conviver na história do nosso século, eu sempre defendi a bandeira da gratidão, da satisfação e da salvação mútua, enfim essa é a regra de ouro para ser um amigo cachorro, você é obrigado a falar de iPhone, Política, Religão, Santa que conserta computadores e outras trivialidades para convencer a plateia de que eu me esforço o máximo possível para ter a maior audiência, quando, na verdade, nem eu mesmo faço revisão das coisas que eu escrevo. Quanto ao que os outros que escrevem, esses eu leio menos ainda.

Claro que não é nada gratificante ser um amigo cachorro, mas confesso que a minha vida ficou bem mais fácil depois que decidi esquecer a princesa em 1984, o meu relacionamento com as mulheres melhorou mil porcento: eu não encho o saco delas, e eu não deixo nenhuma delas encher o meu. Ou seja, tudo o que eu escrevi a respeito da princesa depois de 1984 foi pura improvisação: eu não sei quando ela faz aniversário, quantos quilos ela tinha, quanto era quentinho a mãosinha dela, eu nunca havia pego na mão dela, ou seja, foi tudo embromação.

Por que estou sendo sincero agora? Ora, foi a Sonia que começou: ela disse que gosta mais do Adilson do que de mim! O meu instinto freudniano me avisou que essa é a melhor hora de protestar: auau! auau! e auau! é claro, sem abanar o rabo.

Freud explica


Um trecho da entrevista concedida ao jornalista George Sylvester Viereck, por Sigmund Freud: Alpes Austríacos 1926
[...]
S. Freud:

"Eu prefiro a companhia dos animais à companhia humana."
...
George Sylvester Viereck:

Por quê?

S. Freud:

"Porque são tão mais simples. Não sofrem de uma personalidade dividida, da desintegração do ego, que resulta da tentativa do homem de adaptar-se a padrões de civilização demasiado elevados para o seu mecanismo intelectual e psíquico.
O selvagem, como o animal, é cruel, mas não tem a maldade do homem civilizado.

A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas restrições que ela impõe.
As mais desagradáveis características do homem são geradas por esse ajustamento precário a uma civilização complicada.
É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura.

Muito mais desagradáveis são as emoções simples e diretas de um cão, ao balançar a cauda, ou ao latir expressando seu desprazer. As emoções do cão (acrescentou Freud pensativamente) lembram-nos os heróis da Antigüidade. Talvez seja essa a razão por que inconscientemente damos aos nossos cães nomes de heróis antigos como Aquiles e Heitor.

George Sylvester Viereck:

Meu cachorro é um doberman Pinscher chamado Ajax.

S. Freud: (sorrindo)

Fico contente de que não possa ler. Ele certamente
seria um membro menos querido da casa, se pudesse latir sua opinião sobre os traumas psíquicos...

(excerto)

Entrevista concedida ao jornalista americano George Sylvester Viereck,
Alpes Austríacos - 1926
O texto integral foi publicado no volume Psychoanalysis and the Fut, número especial do "Journal of Psychology", de Nova York, em 1957.

Retirado do  site "Freud Explica"
___________
Minha opinião:
"Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro."
-Sonia-

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Spiritualist Film Festival

 
 
 
 
‎1ª Mostra de Filmes Espíritas na Universidade de Londres

O Clube de Filmes Lusófonos do Departamento de Estudos Ibéricos e Latino Americanos da Universidade de Londres promoverá a 1ª Mostra de Filmes Espíritas / Espiritualistas Lusófonos (1st Lusophonic Spiritist / Spiritualist Film Festival) no período de 21 a 25 Fevereiro, tendo a seguinte equipe constituída: Organizadora - Prof. Else R. P. Vieira; Diretora: Elsa Rossi; Curador: Oceano Vieira de Melo e Paulo Rufino. Tem o apoio da Roundtable Editora, Conselho Espírita Internacional e Film Spirite Versátil.

Serão apresentados os DVDs: Allan Kardec, o Educador; Nosso Lar; As Cartas Psicografadas por Chico Xavier; Bezerra de Menezes: Diário de um Espírito; Divaldo Franco – Humanista e Médium Espírita; As Mães de Chico; A Grande Síntese de Pietro Ubaldi; O Filme dos Espíritos; Eurípedes Barsanulfo: Educador e Médium; Chico Xavier. Informações: http://bit.ly/SpiritFilm; oceano.vieira@dvdversatil.com.br

http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=1407
 
 
 
(Selma)

O irmão mais velho é mais inteligente.

Os filhos mais velhos têm um cociente intelectual (QI) mais alto que seus irmãos por causa do papel que desempenham dentro de suas famílias, diz um estudo que será publicado  pela revista Science.

Os pesquisadores noruegueses Petter Kristensen e Tor Bjerkedal, autores do trabalho, jogam luz sobre uma questão que é discutida por séculos: os irmãos mais velhos são mais inteligentes? Por que?
O estudo afirma que o que realmente faz diferença não é uma questão biológica, mas é a maneira como são criadas estas crianças.
"Existem evidências de que a relação entre a ordem de nascimento e o QI depende do papel social dentro da família e não da ordem de nascimento em si", diz o artigo da Science.
Aparentemente, os irmãos mais velhos obtêm mais recursos familiares que os que nascem depois, têm que enfrentar a pressão do que se espera deles ao serem os mais velhos e, além disso, têm a possibilidade de exercerem o papel de tutores de seus irmãos mais novos, o que potencializa sua capacidade intelectual.
Para a investigação foi usado o material acadêmico de instrução militar de 240 mil homens noruegueses obtido entre 1967 a 1976.
Os resultados revelaram que os primogênitos apresentavam uma média de 103,2 de QI, enquanto os que nasceram em segundo lugar tinham um cociente de 101,2.
No entanto, em caso de morte do irmão mais velho, os especialistas descobriram que o segundo a nascer aumentava seu QI até alcançar uma média de 102,9.
No caso das crianças que nasciam em terceiro lugar acontecia o mesmo: inicialmente seu cociente intelectual era de 100, mas em caso de morte de algum de seus irmãos mais velhos seu QI aumentava até uma média de 102,6.


O estudo estabelece que entre o primogênito e o segundo há uma diferença de 2,3 pontos de média. E entre o segundo e o terceiro, a diferença diminui para 1,1 ponto.
O debate sobre o maior QI dos primogênitos é avaliado por especialistas desde que em 1874 sir Francis Galton disse que os homens que ocupavam as posições mais importantes costumavam ser os filhos mais velhos.


EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
 
 
 
 
Será que o 233 é o irmão mais velho? Kkkk!
 
 
(Selma)

Executar aplicativos ocultos pelo SBSettings

Através do SBSettings é fácil ocultar vários aplicativos que eu não uso. O problema é quando eu preciso do aplicativo. O caminho é bem longo, preciso abrir as configurações do SBSettings e pedir para exibir o ícone do aplicativo, dar um Respring, depois executar o programa. Mas depois que eu uso o programa, o ícone fica lá na tela, só de enfeite, sem uso.

Nesse fórum, há uma dica de que o programa MobileFinder do Cyndia fazia esse trabalho, o de executar programas que foram ocultados pelo SBSettings, só que ele não funciona no iPhone 4 com o iOs 5.

Depois de fazer vários testes com o SBSettings, cheguei à conclusão de que é possível executar doze aplicativos que são usados eventualmente no iPhone, sem precisar exibir ou esconder o ícone da área de trabalho. O SBSettings chama essa rotina de Dropdown Windows, e a configuração foi essa daqui:

Disable Window (não selcionei)

Activation Methods (Home Button : Triple Press)

Dropdows Window Theme (Serious SBSettings HD)

DockAplication (AcroBible, App Store, Asphalt 6, Aurélio, Biblia Aleatória, Cydia, iPaciência, Koi Pond, Labyrinth LE, Mapas, Régua, SoundHound)

Ou seja, basta dar um triplo clique no botão Home, que a janela DropDown aparece, e de lá seleciono Dock, e depois seleciono um dos doze aplicativos que uso eventualmente. Por exemplo, o App Store uso no dia que recebo o vale ou o pagamento. O Acro Bible e Biblia Aleatória, eu uso quando preciso de Deus. O Aurélio eu uso quando o Vai-Volta chama o Adilson de Fossa Mental, e procuro através do dicionário se não existe uma palavra menos amarga que o Vai-Volta poderia utilizar. O Cydia só uso quando encontro uma dica que leio no fórum e que diz que funciona no iPhone (muitas vezes não funciona, isso me deixa bastante frustrado, por isso achei melhor esconder da área de trabalho). Mapas é muito raro eu usar, mas sempre aparece um chato querendo saber onde fica a rua tal.

Enfim, o SBSettings é uma ferramenta indispensável para quem quer ter um iPhone totalmente personalizável. Lamentavelmente, só é possível ter o SBSettings e ainda de graça só com a ajuda do Jailbreak.

iPhoneMod Brasil

domingo, 29 de janeiro de 2012

Sexo Vegetariano

Porque não sou vegetariano?

Biblicamente porque até Deus ACEITAVA sacrifício de animais como ovelhas. O homem come carne desde o tempo das cavernas, como observamos em desenhos deixados por nossos antepassados.

Isto sugere que carne faz parte da nossa alimentação, fomos feitos para comer carne "também".

Um leão que comesse só vegetais fatalmente deixaria de ser leão com suas características e habilidades e geneticamente com o passar das gerações esta espécie desapareceria tal qual a conhecemos.

Deixar de comer carne é ir contra o desígnio de Deus para os religiosos, e ir contra nossa constituição genética para os não religiosos. Podemos dizer que é ilógico, não faz sentido.

Eu ainda não encontrei um humano que não gostasse do sabor da carne, o indivíduo não come por questões ideológicas.

Interessante que também ainda não encontrei quem não goste de batatas ou bananas...seria uma pesquisa interessante.

Já ouvi falar de homens que fizeram um furo na melancia e praticaram sexo com ela, e mulheres que se deliciaram com um grosso pepino, um sexo vegetariano...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!

Mas para fins de procriação "comer uma mulher" seria mais indicado [detesto esta expressão, foi só para aproveitar o trocadilho], se deliciar com uma carne quente e latejante deve ser mais interessante que o frio pepino.

Se alimentar de vegetais é recomendável, indispensável, mas comer carne também é recomendável e indispensável para uma alimentação mais equilibrada e compatível com nossa constituição orgânica.

Eu acredito que com a descoberta do fogo e o cozimento assim como técnicas de conservação permitiram que o consumo de carne pelos Sapiens aumentasse bastante, muito da nossa inteligência devemos ao consumo de carne, proteína fácil de ser conseguida e de boa qualidade, mas fica para um outro dia, no mês de Janeiro até meados de Fevereiro o Blog ficará em banho maria...

Comer carne ou qualquer outra coisa sem exageros é lógico, tratar animais com maior respeito a vida evitando sofrimento desnecessário e até garantindo algum conforto é inteligente, muito civilizado.

Radicalmente cortar carne de nossa alimentação por motivos ideológicos...acredito que meu amigo Sócrates diria: Para sermos livres pensadores não devemos ser radicais. Se alguém não gosta do sabor da carne é aceitável que não coma, mas se gosta e não come por ideologia esta preso a um dogma pouco eficiente que só trará resultados insatisfatórios.

Seria mais eficiente lutar pela melhoria nas condições de abate e consumo com moderação.

Texto divulgado no Facebook e copiado do Blog do William

Felicidade


Se aceitássemos todos como são o mundo seria mais feliz.






Uma profressora pergunta aos alunos:
- Qual personagem de conto de fadas vocês querem ser?
Uma aluna responde:
Eu queria ser Branca de Neve

A professora diz:
-Por quê?
A aluna responde:
- Ela é linda, e tem um príncipe que a ama, com cavalos, castelos, e ela tem um final feliz.
A professora pergunta a outra aluna:


- E você?
A 2ª aluna responde:
-Eu quero ser a Rapunzel
A professora pergunta:
- Por quê?
A 2ª aluna responde:
-Porque ela é linda, e tem um príncipe que lutou por ela. E ela mora em um castelo gigante, o mais bonito de todos!



A Professora: (virando-se para uma menina especial) pergunta:
-E você Marina, qual você quer ser?
Mariana responde:
-Eu quero ser a princesa Fiona, do Shrek.
 A professora abismada pergunta:

- Mas por quê? Você não quer ser a Cinderela, ou outra mais bonita?
Mariana responde:
-Não. A Fiona é a mais bonita. Ela se aceita como ela é, diferente de todos como eu, pra viver com quem ela realmente ama e que também a ama  de verdade. Ela tem um burro que fala, e isso é legal. Veja só, ela é feliz e não precisa de castelos nem de um homem bonito por fora. Eu queria um Shrek pra mim. Queria que alguém me aceitasse por quem eu sou. E ele me ensinou que eu não preciso ser perfeita pra ter um final feliz.



E aí pessoal? Concordam?

(Selma)

Star Treck, a série

A Rede Tevê apresenta o seriado que foi um sucesso na antiga TV Bandeirantes, só que às OO:30 hs de todo domingo. Apesar do horário ser ruim, o filme tem um belo colorido, um painel bem modesto, três alavancas, duas lampadas e alguns botões, e só com isso é possível teletransportar os tripulantes da Interprise na superfície do planeta que fica a milhares de kilometros.

Mas nem sempre o teletransporte funciona da maneria como se espera. No episódio dessa madrugada, o capitão Kirk foi teletransportado em duas partes. Primeiro veio o seu lado bom e depois veio o lado mau. O Kirk bom ficou sabendo que o teletransporte estava com problema e ficou o filme todo vacilando e ouvindo as suplicas do navegador Suru, reclamando que o planeta era frio demais. Já o Kirk mau entrou na cabine da prancheteira, uma loira com um par de pernas impresssionante, e tentou violentá-la, mas ela reagiu, rasgando o rosto do capitão com as suas unhas bem afiadas, e contou tudinho para o comandante Spock o que o capitão mau havia feito com ela (esse é um filme bem antigo, mas uma mulher reclamar do assédio de seu superior era novidade na década de 60 e 70).

Para resolver toda essa confusão, o comandante Spock usou da lógica: pegou os dois capitães, teletransportou não sei para onde, e trouxe de volta apenas um capitão, ou seja, o que o teletransporte separou, o Spock deu um jeito de ajuntar.

O episódio todo não dura mais do que uma hora, mas é óbvio que o autor da história estava fazendo apologia do texto do Paulo, onde ele escreve em suas cartas para que abandonemos o lado mesquinho, promiscuo e egoista que temos dentro de nós, para daí sermos verdadeiros servos de Deus, aquele que acredita que Jesus é o único caminho que nos teletransporta a Deus. O método que o Spock usou para resolver o problema do capitão foi o da tentativa e erro. O método que o Adilson usa para defender o Paulo nesse Blog é o de vencer pelo cansaço, onde ele chama de idiota de maneira copiosa todo aquele que acredita em marcianos voadores, santas que consertam computadores, fantasmas que assombram nossas vidas, enfim nós sofremos nessa vida porque idolatramos demais o Spock e idolatramos de menos o Adilson.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Uma Santa no Sul de Minas...

Uma suposta aparição de Nossa Senhora na Comunidade da Figueira, em Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas, tem atraído pessoas de várias partes do país. Quem afirma enxergar a santa é uma comunidade mística que apesar de acreditar em preceitos cristãos, não é ligada diretamente a nenhuma religião. Cerca de 1,5 mil pessoas acompanharam a cerimônia em que a santa teria aparecido na noite de quarta-feira (25).

Tudo acontece no "Morro do Cristal", dentro da Comunidade da Figueira, a 14 quilômetros da cidade. Segundo o fundador do grupo, que já escreveu mais de 70 livros sobre filosofia espiritualista, o local é um centro espiritual. "Ultimamente temos tido essas aparições de Maria, Mãe de Jesus e isso tem sido importante para todos nós, porque acontece uma grande abertura espiritual e muita união", diz José Trigueirinho Neto.

Quem o grupo afirma receber as mensagens de Nossa Senhora é o Frei Elias, da Ordem Graça Misericórdia, que tem representantes em várias partes do mundo. É ele quem vê e ouve a santa. Os participantes dizem que a ordem não é uma religião e nem uma seita, mas um grupo espiritual que preza por valores como a união e a paz. "Não é só aqui, está aparecendo na Europa e em algumas outras nações da América", diz Madre Shimani, uma das representantes do grupo.

Segundo o frei que recebe as mensagens, as aparições começaram em uma comunidade da ordem em Salto, no Uruguai, em 2007. Ele afirma que a comunicação entre ele e a "Mãe Universal", como é chamada por eles, ficou mais frequente, até que ela pediu para que os encontros se tornassem públicos. Ela também teria dito que apareceria na comunidade de Carmo da Cachoeira. As mensagens de Nossa Senhora seriam principalmente sobre paz e oração para que a humanidade se prepare para as mudanças no mundo.

A cerimônia foi acompanhada por uma equipe de reportagem da EPTV. Por volta de 19h30, as orações se intensificaram com velas acesas e os peregrinos rezaram à espera do momento da manifestação. A partir deste momento, as câmeras tiveram que ser desligadas e a gravação das imagens ficou por conta apenas da organização. Por volta de 20h40, os religiosos do grupo saíram do local de costume e foram próximo a uma árvore. Lá, Frei Elias, que teria visto a santa, falou tudo o que ouviu de Maria.

A mensagem durou cerca de meia hora. O silêncio foi total e só se ouvia a voz de Frei Elias. Depois começaram os cantos. Quem esteve presente não escondeu a emoção do momento de fé. "Eu senti uma presença muito forte que eu não sei explicar. Um momento em que você sente muita paz", diz o administrador de empresas Felipe Resende. "Tem pessoas que enxergam, tem pessoas que não precisam ver. Está aqui dentro no coração", diz o psicanalista Mateus Andrade.

Uma nova suposta aparição de Nossa Senhora é esperada no Morro do Cristal na noite desta quinta-feira (26). A estimativa é de que cerca de 1,5 mil pessoas estejam na cidade para acompanhar a cerimônia. Um outro evento como este foi marcado no dia 25 de fevereiro, no Uruguai.


(Selma)

Como converter .m4a em .mp3

Hoje precisei fazer essa conversão, e como levei um tempão para descobrir o caminho das pedras, achei oportuno publicar essa dica:

No iTunes escolha a música e com o botão direito escolha a opção criar a versão AAC. Selecione a música no formato AAC e com o botão direito escolha a opção Mostrar no Windows Explorer. No arquivo selecionado, use o botão o direito e execute a opção Abrir Com e selecione RealPlayer. No RealPlayer, execute RealPlayer > Ferramentas > RealPlayer Converter... Na opção saída de áudio, selecione a opção Somente Áudio em MP3, e depois o botão Iniciar. Isso não leva mais que 10 segundos.

É bastante trabalhoso, mas o iTunes e o RealPlayer são gratuitos e o Norton não faz nenhum alerta do tipo ameaçador assim: "cuidado esse player nunca foi baixado por ninguém e ele pode explodir o seu micro e até levar três prédios para o chão".

O iPhone executa o .mp3 e o .m4a sem nenhum problema. O problema são esses mp3 player que vem da China, eles só reconhecem o .mp3. O modelo que eu comprei para dar de presente custou R$ 40,00, ele é um cubo de 50 cm, ele funciona como rádio e a música, ele executa a partir do pendrive. O que mais impressiona nesses mp3 da China é o som, dá para ouvir a dez quadras, ao contrário do iPhone que é difícil de ouvir, mesmo encostando o ouvido nele.

iPhoneMod Brasil

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Conselho

Kardec e a geração espontânea

Muitos criticam Kardec.


O tema da geração espontânea tem sido debatido pelos espíritas  e antiespíritas. Atribuem a Kardec a defesa desta teoria, geralmente citando a questão 46 de "O Livro dos Espíritos".

À época de Kardec, esta crença da antiguidade era popular entre os cientistas. A vida surgiria de gérmens, postos em condições propícias. "No século XVII, o médico belga, Van Helmont, descobridor do suco gástrico, afirmava que da reunião de uma camisa suja com pedaços de queijo poderiam nascer camundongos". Francesco Redi fez experimentos melhor controlados e concluiu que as larvas que nasciam da carne putrefata nasciam de ovos depositados por outros animais da mesma espécie (moscas). Leeuwenhoek revelou a existência de microorganismos a partir do uso de microscópios.

Pasteur mostrou que o ar contém corpúsculos organizados, e que os microorganismos que surgiam nos líquidos não fervidos, "não eram oriundos do nada, mas descendentes de outros organismos similares". Em 1864, Pasteur e Pouchet, este último defensor da geração espontânea, estavam submetendo seus resultados experimentais à Academia de Ciências. (Fonte: Os Cientistas, cap. 29, Louis Pasteur)

Como toda obra filosófica, a obra de Kardec não deveria ser estudada em migalhas, mas sempre com uma visão de todo. Os demais livros da codificação, desenvolvem idéias apresentadas sinteticamente em "O Livro dos Espíritos".

Em "A Gênese" e no volume de Julho de 1868 da "Revista Espírita", Kardec desenvolve melhor a questão. Gostaria de chamar a atenção dos leitores a algumas frases pouco citadas:

"Param aí, por enquanto, as investigações: desaparece o fio condutor e, até que ele seja encontrado, fica aberto o campo a hipóteses. Fora pois, imprudente e prematuro apresentar meros sistemas como verdades absolutas." (parágrafo 22, do capítulo X da Gênese)

"No estado atual dos nossos conhecimentos, não podemos estabelecer a teoria da geração espontânea permanentemente, senão como hipótese, mas como hipótese provável e que um dia talvez tome lugar entre as verdades científicas incontestes." (parágrafo 23 do capítulo X da Gênese)

A seguir encontram-se excertos do texto "A geração espontânea e a Gênese", publicada na Revista Espírita de julho de 1868, comentando os debates sobre a posição de Kardec na Gênese.

"Em nossa obra sobre a Gênese, desenvolvemos a teoria da geração espontânea como uma hipótese provável. Alguns partidários absolutos desta teoria admiraram-se que não a tenhamos afirmado como princípio. A isto respondemos que se a questão está resolvida para uns, não o está para todos, e a prova é que, a respeito, a ciência ainda está dividida. Aliás, ela é do domínio científico, onde o Espiritismo pode entrar, mas onde nada lhe cabe resolver de maneira definitiva, naquilo que não é essencialmente seu campo."

"Pelo fato de o Espiritismo assimilar todas as idéias progressistas, não se segue que ele se faça campeão cego de todas as concepções novas, por mais sedutoras que apresentem à primeira vista, com o risco de, mais tarde, receber um desmentido da experiência, e de se dar ao ridículo de haver patrocinado uma obra inviável. Se não se pronuncia abertamente sobre certas questões controvertidas, não é, como poderiam supor, para poupar os dois partidos, mas por prudência, e para não se adiantar levianamente num terreno ainda não suficientemente explorado." (...)

"A questão da geração espontânea está neste número. Pessoalmente é para nós uma convicção e se a tivéssemos tratado numa obra comum te-la-íamos resolvido pela afirmativa; mas numa obra constitutiva da doutrina espírita, as opiniões individuais não podem se fazer lei; não sendo a doutrina baseada em probabilidades, não podíamos resolver uma questão de tal importância, apenas surgida, e que ainda está em litígio entre os especialistas." (itálicos nossos)

"Então, quando formulamos um princípio é que nos temos assegurado, de início, o assentimento da maioria dos homens e dos Espíritos." (...)

"Deixemos, pois, o materialismo estudar as propriedades da matéria; tal estudo é indispensável, e será feito: o espiritualismo não terá mais que completar o trabalho no que lhe concerne. Aceitemos suas descobertas e não nos inquietemos com suas conclusões absolutas, porque sua insuficiência, pata tudo resolver, uma vez demonstrada, as necessidades de uma lógica rigorosa concluirão forçosamente pela espiritualidade. (...)"

Como se pode concluir, Rivail era convicto partidário da geração espontânea, que defendeu criticando os principais experimentos da época, favoráveis à hipótese oposta. Vale a pena ler o resto do capítulo da Revista Espírita.

Apesar de partidário, ele soube distinguir sua opinião pessoal da posição da Doutrina Espírita. Ele não afirmou a geração espontânea como princípio, no que foi criticado pelos adeptos desta teoria, e mostrou que o tema estava longe de ser resolvido pela ciência de sua época. Kardec, portanto, manteve a dúvida e o caráter hipotético da geração espontânea, se considerarmos todos os seus escritos sobre o tema e não apenas os rápidos ensaios da codificação. O avanço das Ciências Naturais mostrou que Rivail estava errado, mas que Kardec foi prudente.

Em matéria de Espiritismo, vale a pena estudar mais profundamente, antes de emitir opinião. 







Natureza Viva 61

A série sobre orquídeas irá continuar depois.
Por ora, vejam uma outra imagem, e aumentem o tamanho da tela,para ficar mais  interessante.
http://aidobonsai.files.wordpress.com/2010/04/crisantemo.jpg

Pitakas 10

Uma menina,filha de um pastor, vendo seu estado, passou a levar-he diariamente,um prato de arroz.
Afinal,é difícil expectar o sofrimento alheio,e não fazer nada...

Ele se recuperou,e concluiu que "a verdade" não ia ser encontrada daquele modo.
Sua primeira grande lição,foi que para nos "iluminarmos",é necessário estarmos vivos,e eu ainda acrescentarei- que também é bom estarmos com um pouco de saúde.
Ele queria ter uma "consciência perfeita ",e  isso,realmente, o esoterismo, e mesmo, a vivência do êxtase em algumas  meditações- não pode conceder.
A prática diária da meditação comum,a longo prazo,gera nas pessoas,uma calma inédita.
Mas,por si só,idem não garante a iluminação "para a mesma vida",mesmo sendo  a estrada menos longa para se chegar à mesma.

Um dia, numa última peregrinação,ele começou novamente,a se "esforçar".
Sentado sob uma figueira,"inventou" de só sair dali,quando ficasse no "estado pleno" que  procurava.
Acho que se passaram uns quinze dias.
Não sei se ele se aprofundou em pensamentos,ou se foi em "insighs meditativos".
"Alguma coisa" aconteceu,no final do período.
A história,contudo,irá continuar,em fevereiro.

Por ora,um bom feriado de aniversário de Sampa,a todos.

srta Nihil

Pitakas 9

Longe do palácio, com  o sol nascente,  vestiu uma roupa velha que levara, abandonou o animal,e foi embora,à procura de uma "verdade satisfatória sobre a vida".
Não se preocupou com o bicho que ficara ali,pois sabia que logo seria localizado pelos  palacianos.
Quem não seria mais achado,seria ele,o sr.Sakyamuni,que em breve,ficaria irreconhecível.
Ninguém ia se espantar com sua partida,uma vez que  sempre dera a entender que algum dia, "largaria tudo para trás,para se tornar um monge".
Todo mundo em casa,sabia que ele era místico.
Ver "de perto"  a doença,a velhice e a morte,foi o incentivo do qual  precisara para tal atitude sonhada.

Então,ele foi à procura de um iogue, e aprendeu primeiro,técnicas de controle do corpo e da respiração.
Trocando de mestres regularmente,aprendeu várias práticas esotéricas,de automelhoria,e de "autocontrole".
Sempre  insatisfeito,passou a andar na companhia dos faquires.
Anos depois, ele vivia à beira de um rio, com aparência de um cadáver,devido à fome que passara- na tentativa de "libertar o espírito".

Pitakas 8

Idem  ele   esteve mesmo protegido das agruras  da rotina,mesmo começando a cumprir seus deveres,  cedo.
E quando,já assumia  sozinho a responsabilidade por sua tribo, sua ... "fragilidade" gerada por uma  vida mais hedonista,vivida antes,o tornou incapaz de aceitar  as tristezas comuns.

Diz o "mito", que um dia, ele foi "dar umas  bandas" por aí- e viu primeiro, um doente, em seguida,um velho,depois, um morto,e finalmente,um monge.
De noite, a embriaguez tomou conta  de todos numa festa em sua casa,e como ele nunca bebia álcool,foi o único a permanecer acordado.
O portão estava aberto,ele vestiu uma roupa palaciana,apeou um cavalo,e fugiu.

Pitakas 7

Há uma estatística,indicando que os filósofos,normalmente, se originaram em famílias instáveis,ou foram órfãos de pai, de mãe- ou de ambos.

Algumas histórias envolvendo o mestre são lendas,mas os mitos religiosos  sempre desejaram levar os ouvintes aos bons sentimentos.
O futuro mestre Sakyamuni,refletiu sobre a "impermanência" desde bem novo,por ter perdido a mãe.
O fato triste colaborou em sua inclinação natural para as reflexões.
Afinal,todo mundo nasce com um talento,o dele,era para ser um pensador,ou para ser um asceta.
Ficou muito dependente do restante da família,por temer "perder outros amparos".
Mas,tal "carência" começou a ser superada,aos vinte e nove anos.
Quando ele então, entendeu e aceitou o "fim das coisas" não só como objetivo,mas como "encerramento" delas.

Pitakas 6

Bom dia a vcs.

O menino "sri Santinho" nasceu no início da primavera.
Todas as flores do seu jardim,floriram de uma vez.
Eu escrevi uma crônica uma vez,dizendo os nomes de todas elas.(entitulada "A festa do wesak" e se encontra agora,na minha página de poesias aqui no blog)
Ele (enquanto bebê)  caminhou para o sul,para o norte,para o leste e para o oeste,contando que havia vindo ao mundo para por em curso a "roda do dharma".

Logo,ficou órfão,e sua tia Mahaprajapáti,se ocupou dele.

http://3.bp.blogspot.com/-AsoZiiu04ZE/TbbyIfAhPqI/AAAAAAAACpU/dbOU9w7e1rQ/s1600/Entre_as_Flores-731519.jpg

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

vWallpaper 2 e iFile

vWallpaper 2 é distribuido gratuitamente no Cydia através do repositório deb.danstaface.net e é compatível com o iOs 5. Não é um programa óbvio, através de tentativa e erro, é que aprendi como mudar o vídeo ou como baixar um vídeo que define o papel de parede do iPhone. Nesse fórum, existem centenas de dicas de como encontrar os vídeos para a primeira versão do vWallpaper, e eu creio que as dicas continuam válidas.

O que eu proponho aqui é usar a camara digital do iPhone 4 para criar o seu próprio filme, e para tanto eu usei o iFile, também distribuído pelo Cydia, só que não é gratuito. Eu não sei quanto custa, pois eu comprei o programa faz muito tempo.

Através do iFile, eu copio o filme do diretório /User/Media/DCIM/100APPLE - note que usei o caminho que fiz a partir do diretório raíz (lá encima, o iFile informa que eu parei em /var/mobile/Media/DCIM/100APPLE) para o diretório /User/Media/vWallpaper2/Videos (no status do iFile aparece /var/mobile/Media/vWallpaper2/Videos). No tempo do DOS, era bem mais fácil navegar pelos diretórios, hoje o Windows, o Linux, o iPhone, usam várias alucinações que você não tem a menor certeza de onde você está.

Eu também testei um vídeo do Stand By Me do John Lennon, e ficou bacana. A diferença entre os vídeos que eu peguei e os vídeos que o vWallpaper 2 distribui é que um tem som e o outro não tem som. O vWallpaper 2 permite definir um vídeo para a tela de bloqueio e outro a área de trabalho. Claro que não faz sentido colocar o John Lennon na tela de bloqueio, ele não consegue sequer a começar a cantar se você não digitar o código do desbloqueio, pois o iPhone apaga a tela de bloqueio em 30 segundos. E é óbvio que o John Lennon não fica cantando indefinidamente na área de trabalho, se o iPhone não encontrar nenhuma atividade em dois minutos, ele desliga a tela e o John Lennon; e se você abrir qualquer aplicativo, a voz do John Lennon também desaparece.

Eu achei muito bacana esse vWallpaper 2.

iPhoneMod Brasil

O filho do padre

Padre não pode casar? E consequentemente não pode ter filhos?

"Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da Igreja de Deus?); não neófito, para que não se ensoberbeça e venha a cair na condenação do Diabo. Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo" (1Tm 3.1-7).

“Quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se” (1Co 7.7-9).


Uma vez me falaram que há muitos e muitos anos, para um homem tornar-se padre era necessário muito dinheiro para pagar os estudos, que duravam muitos anos. Portanto, o candidato a padre tinha que ser rico. E nessa época era permitido que padres se casassem.

Quando o padre morria, metade de seus bens ia para a família e outra metade para a igreja. Ficou decidido então, que os bens teriam que ir todos para a Igreja e ficou proibido os padres de casarem.

Segundo os famosos historiadores Knight e Anglin, a obrigatoriedade do celibato eclesiástico foi decretada pelo Papa Gregório VII, ou Hildebrando, a partir do ano 1.074. Gregório exigiu que os padres solteiros não se casassem e obrigou os padres casados a se divorciarem de seus respectivos cônjuges e a abandonarem os seus filhos, os quais foram expostos “à mais amarga dor e vergonha”.  
(baseado no site http://novoinprbrasil1.blogspot.com/2011/02/por-que-um-padre-nao-pode-casar.html)


Mas vejam o fato interessante que ocorreu aqui em Minas, em uma cidade próxima a da minha:


Sobrinha disputa herança com filho de padre em Minas Gerais
Evalda Gonçalves diz que religioso pretendia deixar fazenda para ela.
Religioso teria deixado patrimônio avaliado em R$ 5 milhões



A sobrinha do padre Roldão Gonçalves Rodrigues disputa com o filho do religioso uma herança que teria sido avaliada em R$ 5 milhões em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Evalda Gonçalves, que ocupa uma fazenda deixada por Rodrigues, questiona a validade do teste de DNA que teria comprovado que o padre é pai de Fabrício Augusto Nascentes.
“O teste foi feito sem testemunhas. Queremos um feito pela Justiça”, diz a sobrinha, que argumenta que o padre deixou um testamento dizendo que a fazenda deveria ficar para quem estivesse cuidando dele quando ele morresse – a própria Evalda.

Apesar disso, o problema não foi resolvido, já que o testamento não foi registrado em cartório nem tem a assinatura de três testemunhas. A sobrinha afirma que não houve tempo para finalizar o documento.

O filho do padre e o exame de DNA


A sobrinha e o filho também divergem sobre o valor da fazenda. Ela diz que o local vale R$ 1,2 milhão, enquanto ele a avalia em R$ 5 milhões. O testamento anulado cita ainda uma casa na cidade de Unaí, que teria sido doada à igreja.

“Os padres moram lá dentro há mais de um mês e ainda não se manifestaram sobre um aluguel ou interesse em comprar a casa”, disse Fabrício. “Entramos com uma ação para investigação de paternidade com o pedido de herança”, completa o advogado do filho do padre.
O caso está na Justiça e, por enquanto, a herança fica com a irmã do padre –ela já se antecipou á decisão do juiz e deu 8 mil euros e uma caminhonete importada a Fabrício.
Fabrício, que é vendedor, procurava saber a real identidade do pai havia vários anos quando descobriu que era filho do padre Roldão, que trabalhou em uma igreja de Patos de Minas entre o final da década de 70 e início da década de 80. Durante esse tempo, ele teria tido um caso rápido com a mãe do vendedor.

“Em outubro, um sobrinho dele me procurou e me revelou toda a verdade. Eu perguntei a ele porque me contou e ele disse que a família estava brigando por causa da herança e não estavam entrando em acordo. Para evitar brigas entre eles, ele resolveu me contar”, afirmou o vendedor.
Com mais de 50 anos e envergonhada, a mãe de Fabrício não quis falar sobre o assunto. Porém, para o filho ela confirmou a história. “Depois que eu cheguei com o nome e revelei para minha mãe, ela confirmou. Disse que estudou na escola das irmãs ao lado da igreja e do escritório paroquial. Ainda segundo ela, só não me contou antes porque me traria transtornos durante a época escolar. Minha mãe foi uma pessoa que sofreu muito. Foi expulsa de casa porque há 30 anos não tinha mãe solteira. Imagine ser mãe solteira de um padre”, explicou.
Fabrício foi atrás de outras provas para confirmar a história. Como foi preciso um exame de reconhecimento de paternidade e o padre Roldão faleceu em agosto de 2010, ele teve que contar com a ajuda dos tios. Depois de muita insistência, dois irmãos do padre aceitaram doar sangue para o exame.

Com exame em mãos e o resultado positivo, Fabrício procurou um advogado para finalmente conseguir ter o nome do pai no registro de nascimento. Começou também uma batalha pelo patrimônio do pai.

(fonte: Portal G1)

Programado para morrer

O Estado de S Paulo comenta hoje sobre um documentário que fala sobre a obsolência proposital dos produtos que são fabricados, focando como exemplo o iPod da Apple. No meu caso, eu já tive dois iPhones, o iPhone 3 que passei para a minha sobrinha, mas ela acabou sendo roubada, e agora o iPhone 4. O documentário afirma que isso é outra forma de matar o produto, induzindo o consumidor a comprar produtos recem lançados por ter novas opções tecnológicas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o iPhone 4S vem com um programa chamado Siri, ele usa a conexão da Internet e faz o aparelho funcionar à base de reconhecimento de voz. No Brasil, como a conexão com a Internet é uma das piores do mundo e a língua portuguesa é uma das mais complicadas do mundo, o Siri vai acabar sendo um péssimo negócio para o consumidor brasileiro, mesmo assim muita gente acabou comprando esse produto. Enfim, o documentário denuncia o consumismo e questiona a ética das indústrias, bem como dos seus consumidores, e traz uma questão complicada - o problema não é a ética da indústria e nem do consumidor, mas a durabilidade do produto imprestável. Vamos supor que a Apple projetou o iPhone para durar apenas seis meses para garantir os seus lucros fabulosos: o consumidor vai jogar fora o produto que não presta, mas quanto tempo o iPhone vai levar para ser dissolvido no meio ambiente?

Por enquanto, estamos empurrando todo esse lixo para debaixo do tapete da Terra, mas não é mais possível esconder tudo isso. O ar que respiramos lembra bastante o enxofre prometido pela Bíblia, na ocasião da segunda morte; passear na praia tornou-se uma diversão perigosa, onde é mais frequente o caramada voltar da praia com uma gostosa coceira de uma micose difíficil de tratar.

Enfim, eu acho bastante difícil mudar a nossa forma de produzir e de consumir, mesmo sabendo que a nossa sobrevivência nesse planeta está com os dias contados. Por outro lado, essa nova geração que vem chegando e tocando o Funk em vários decibeis que não conseguimos suportar pode mudar tudo isso e salvar o planeta do consumismo predatório e implantar o neofeudalismo, onde só vamos produzir o que é necessário para a nossa existência, vamos fechar todos os MacDonalds e viver só de alface, sem sal, azeite ou pimenta. Vamos fechar a Apple, e em lugar de torpedo, email, vamos falar pessoalmente com o profeta 233, que vai lembrar que todos os nossos pecados já estão perdoados, mas ninguém vai escapar do destino de virar pó, ou seja, o Pai nos fez biodegradáveis, o que mostra que o Pai ama mais a Terra do que os seres que lha habitam.

O link do documentário é esse: O Estado de S Paulo

domingo, 22 de janeiro de 2012

Bíblia Aleatória

Na minha opinião, a Bíblia é um livro bastante difícil de ler, de onde encontramos várias pessoas que apresentam várias interpretações. O que mais aprecio é o Adilson do Blog da Selma. De acordo com o Adilson, a Bíblia prova que não existem marcianos que voam no quarto planeta do Sistema Solar, e ele tem razão.

Eu usei o programa AcroBible do iPhone e o motor de busca não encontrou nenhum versículo que fala de Marte. Logo, Marte não existe, de acordo com a Bíblia. Pelo método dedutivo, podemos concluir que não há marcianos, e se não há marcianos, eles também não têm asas.

Então, como ler a Bíblia e procurar as respostas que acabem com os tormentos de nossas almas num tempo menor ou igual como na hora de pedir um Big Mac?

Aqui temos três clássicos métodos. O método linear é o mais óbvio, mas que ninguém usa na prática. Você começa pelo Genesis e termina em Apocalipse. Nenhum padre faz isso na missa, pois ele só tem uma hora para comentar um ou dois versículos da Bíblia, e dezenas de recados para passar para os frequentadores da Paróquia, como quem vai casar, quando vai casar e onde será a festa.

Outro método é o sugestivo, e a Internet tem um monte de indicações de como encontrar Jesus de forma rápida e prática, alguns chegam até emitir o certiificado de garantia de que você já foi salvo.

O que eu indico aqui é a Bíblia Aleatória (não consigo encontrar nenhum link para publicar aqui, o jeito é você usar o motor de busca do iTunes). Na parte do comentário, tem um rapaz que reclama que o programa não é capaz de mostrar todo o versículo, o que eu acho uma virtude e não uma falha do programa. De forma alternada, ele escolhe um versículo do Novo e do Velho Testamento, e eu acredito que ele pegue na Internet o trecho inicial do versículo. A originalidade do programa é escolher o versículo ao acaso, trazer todo o versículo numa tela de 4 polegadas, aí é pedir demais.

Ontem, eu estava pensando no Adilson, e ao usar o programa Bíblia Aleatória, ele me indicou Mateus 23:13 onde informa que o Adilson é um fariseu que não procura e nem deixa outros procurarem marcianos que voam.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Sonia está em Minas Gerais

São várias as celebridades instantâneas na mídia,  que perduram por um determinado tempo. Há aqueles que adquirem a fama positiva e os que adquirem a fama negativa.

Exemplos de fama negativa existem muitos.
Há a senhora que parece ter forjado uma gravidez de quadrigêmeos e desfilava com um barrigão esquisito usando longos vestidos. Um ginecologista já disse que em agosto de 2011  ela não estava grávida. Parece até que usou imagens do ultrassom de uma outra  ex-grávida, que havia postado o conteúdo em seu blog. O fato é que a mulher sumiu ninguém sabe, ninguém viu...  Mas ficou famosa.

Há também o rapaz do Big Brother que parece ter estuprado a moça do programa. Ele diz que não, a moça diz que não, a polícia diz que sim... Eu não assisto esse programa, não tenho opinião formada.

 O legal é quando existe a fama positiva...
Isso ocorreu ( não se sabe o porquê) com a Luiza, que estava no Canadá. Seu pai, ao fazer um comercial de TV (para venda de apartamentos, parece...)  disse que todos estavam presentes naquele momento, menos Luiza que estava no Canadá...
Não se sabe o que acontece com o ser humano, para tornar essas coisas tão populares. Talvez Freud explique ou talvez nem ele tenha explicação. O bom da Luiza é que ela ganhou uma graninha com isso, e isso é sempre bom.
Quem sabe um dia isso acontece comigo também?  Usando a frase: “A Sonia está em Minas Gerais”... rsrs!

O sorriso mais intigrante do mundo


A pintura foi trazida da Itália para França pelo próprio Leonardo, em 1506, quando este foi convidado pelo rei Francisco I de França para trabalhar na sua corte. Francisco teria então comprado a pintura, que passou a estar exibida em Fontainebleau e, posteriormente, no Palácio de Versailles.


Só após a Revolução Francesa, o quadro foi exposto no Museu do Louvre, onde se conserva até hoje. O imperador Napoleão Bonaparte ficou apaixonado pelo quadro desde a primeira vez que o viu, e mandou colocá-lo nos seus aposentos. Porém, durante as guerras com a Prússia, a Mona Lisa, bem como outras peças da coleção do museu francês, foi escondida num lugar seguro.
A 22 de Agosto de 1911, cerca de 400 anos após ser pintada por Leonardo da Vinci, a Mona Lisa foi roubada. Muitas pessoas, incluindo o poeta francês Guillaume Apollinaire e o pintor espanhol Pablo Picasso, foram presas e/ou interrogadas sob suspeita do roubo da obra-prima da pintura italiana. Quanto a Guillaume Apollinaire e a Pablo Picasso, foram soltos meses mais tarde. Acreditou-se, que a pintura estava perdida para sempre, que nunca mais iria aparecer. Todavia a obra apareceu na Itália, nas mãos de um antigo empregado do museu onde a obra estava exposta, Vincenzo Peruggia, que era de fato, o verdadeiro ladrão.
Algum tempo após o sumiço de Mona Lisa, um psicopata jogou ácido sobre ela, danificando parte inferior da obra. Foram anos e anos de reforma.
Em 2 de agosto de 2009, uma mulher russa jogou uma xícara vazia de café contra o quadro. A pintura não foi danificada, pois a xícara quebrou na proteção de vidro à prova de balas que existe antes do painel. Segundo as autoridades, a mulher só fez isso porque estava indignada após não conseguir a cidadania francesa. A russa foi presa imediatamente.




Muitos historiadores da arte acreditam que o modelo usado para a pintura pode ter sido a esposa de Francesco del Giocondo, um rico comerciante de seda de Florença e uma figura proeminente no governo fiorentino. Acredita-se também que estes eram vizinhos de Leonardo Da Vinci. Esta opinião fundamenta-se numa indicação feita por Da Vinci durante os últimos anos de sua vida, a propósito de um retrato de uma determinada senhora florentina feita da vida ao pedido do magnífico Giuliano de Medici. O primeiro biógrafo de Da Vinci, Vasari, também pintor, descreve o retrato como sendo o de Mona Lisa, esposa do cavalheiro florentino Francesco del Giocondo.


Em 2008, essa hipótese é a mais aceita, sendo, inclusive, respaldada por cientistas da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, que afirmam terem encontrado um documento com clara referência a um retrato de Lisa del Giocondo que estaria sendo realizado por Leonardo.
A identidade da modelo sendo Lisa del Giocondo, mulher de um comerciante florentino, Francesco del Giocondo, com base em notas escritas de Agostino Vespucci de 1503, encontradas na biblioteca da Universidade de Heidelberg. Descobriu-se também que Lisa tinha sido mãe recentemente, e o retrato foi feito um pouco em comemoração da recente maternidade.







Porém pouca coisa se sabe da sua vida e muito menos da história de sua mulher, Lisa Gherardini, nascida em 1479. Sabe-se que casaram em 1495, mas do fato não há nenhuma prova que poderia ter sido a senhora de um Medici, a mulher que Da Vinci referenciou. O título alternativo ao trabalho, La Gioconda, aparece apenas pela primeira vez num texto escrito mais tarde, em 1625, que se refere ao trabalho como um retrato de uma determinada Gioconda. Esta referência não contradiz nem suporta a hipótese de o modelo ser a mulher de Giocondo, uma vez que em italiano gioconda pode significar uma mulher alegre. A equipe do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá fez um estudo do quadro, por meio de scanners e lasers, e puderam projetar uma imagem em 3D com as várias camadas de pintura utilizada. A técnica revelou que a mulher do quadro usava um véu típico de mulheres grávidas do século XVI, o que poderia indiciar tanto que ela estava grávida, ou então havia dado à luz há pouco tempo.
Lillian Schwartz, cientista dos Laboratórios Bell, sugere que a Mona Lisa é na verdade um auto-retrato de Leonardo, porém, vestido de mulher. Esta teoria baseia-se no estudo da análise digital das características faciais do rosto de Leonardo e os traços do modelo. Comparando um possível auto retrato de Leonardo com a mulher do quadro, verifica-se que as características dos rostos alinham perfeitamente. Os críticos desta teoria sugerem que as similaridades são devidas ao facto de ambos os retratos terem sido pintados pela mesma pessoa usando o mesmo estilo.


O historiador Maike Vogt-Lüerssen, de Adelaide sugeriu, após ter pesquisado o assunto por 17 anos, que a mulher por trás do sorriso famoso é Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor da corte durante 11 anos. O padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica, segundo este estudioso, que o modelo é um membro da casa de Visconti-Sforza. O retrato de Mona Lisa terá sido o primeiro retrato oficial da nova Duquesa de Milão e pintado no inverno ou verão de 1489. O autor compara cerca de 50 retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria (nos quais só a própria duquesa poderia servir de modelo), e conclui que a semelhança à Mona Lisa é evidente.



A Mona Lisa determinou um padrão para retratos futuros. O retrato apresenta o seu modelo visto apenas acima do busto, com uma paisagem distante visível em plano de fundo. Leonardo usou uma composição em pirâmide, onde a modelo surge no centro com uma expressão calma e serena. A mãos dobradas encontram-se no centro da base piramidal, refletindo a mesma luz que lhe ilumina o regaço, pescoço e face. Esta luminosidade estudada dá às superfícies vivas uma geometria subjacente de esferas e círculos, que acentua o arco de seu sorriso famoso. Sigmund Freud interpretou 'o sorriso' como uma atração erótica subjacente de Leonardo para com a sua mãe; outros descreveram o sorriso como inocente, convidativo, triste ou mesmo lascivo. Os sorrisos de interpretação dúbia eram uma característica comum dos retratos durante o tempo de Leonardo.









Muitos investigadores tentaram explicar por que o sorriso é de forma tão diferente para diferentes culturas. As explicações são diversas e variam desde teorias científicas sobre a visão humana a suposições sobre a identidade de Mona Lisa e seus sentimentos. A professora Margaret Livingstone da Universidade de Harvard arguiu que a perceção do sorriso é adquirida através de frequências visuais baixas, o que torna visível através da visão periférica.  Christopher Tyler e Leonid Kontsevich do Instituto Smith-Kettlewell para a Investigação do Olho (São Francisco) acreditam que a natureza em mudança do sorriso é causada por níveis variáveis do ruído aleatório no sistema visual humano.  O historiador Maike Vogt-Luerssen discute que Isabel de Aragão (considerada como modelo) era infeliz porque o seu marido era alegadamente impotente, alcoólatra e propenso à agressão física. Isabel descreveu-se como A mais infeliz esposa do mundo.




Um algoritmo de computador desenvolvido na Holanda pela Universidade de Amsterdã, em colaboração com a Universidade de Illinois nos Estados Unidos, descreveu o sorriso de Mona Lisa como uma mulher 83% feliz, 9% enjoada, 6% atemorizada e 2% incomodada
Embora utilizando uma fórmula aparentemente simples, a síntese expressiva que Leonardo conseguiu entre modelo e paisagem tornou este trabalho uma das mais populares e analisadas pinturas de todos os tempos. As curvas sensuais do cabelo e da roupa da mulher, criadas completamente através de sfumato, encontram eco nos rios ondulantes da paisagem subjacente. A harmonia total conseguida no quadro, visível especialmente no sorriso, reflecte a unidade entre Natureza e Humanidade que era parte importante da filosofia pessoal de Leonardo.
Em segundo plano, a paisagem estende-se às montanhas geladas e inclui caminhos ondulantes e uma ponte que dão indicação de presença humana. Os contornos desfocados, a figura graciosa, os contrastes dramáticos entre claro e escuro que se traduzem em serenidade são característicos do estilo de Leonardo. A pintura foi um dos primeiros retratos a descrever o modelo no seio de uma paisagem imaginária. Uma característica interessante da paisagem é a sua desigualdade. À esquerda da figura, a paisagem é visivelmente mais baixa do que à direita. Isto levou alguns críticos a sugerir que este elemento foi adicionado mais tarde.





A pintura foi restaurada numerosas vezes. Exames de raios X mostraram que há três versões escondidas sob a actual. O revestimento em madeira mostra sinais de deterioração numa taxa mais elevada do que se pensou previamente, causando preocupação dos curadores do museu sobre o futuro da pintura.
A última análise à enigmática Mona Lisa confirma que a personagem desenhada por Leonardo da Vinci está feliz. O quadro foi interpretado por um computador da Universidade de Amsterdã , recorrendo a software apropriado para reconhecimento de emoções. De acordo com esta análise, Mona Lisa estava 83 por cento feliz, 9 por cento angustiada, 6 por cento assustada e 2 por cento chateada. As conclusões da investigação vão agora ser publicadas na próxima edição da revista New Scientist. O computador cruzou variantes como a curvatura dos lábios e as rugas em torno dos olhos, para chegar a este "veredicto". O projeto foi conduzido conjuntamente com alguns pesquisadores da Universidade norte-americana de Illinois, que ajudaram na construção de uma base de dados de rostos de mulheres jovens com expressão "neutra", que serviu de apoio ao software. O programa recorre, na fase de análise, a este standard da base de dados para fazer comparações.
O quadro de Mona Lisa, pintado entre 1503 e 1506, tem intrigado a comunidade científica e artística ao longo dos tempos. Em 2003, uma teoria apresentada na Universidade de Harvard, defendia que o enigmático sorriso associado a este quadro era apenas aparente e visível a partir de determinados ângulos da pintura. No entanto, a especulação em relação à história desta famosa pintura continua e por certo não vai terminar nesta análise.



Do blog da colega dentista: 
http://www.draanabelle.com/2011/12/o-sorriso-mais-intrigante-do-mundo.html

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Correio pode mandar Adilson via Sedex

A Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, está usando os serviços dos Correios para melhorar geneticamente os plantéis de abelhas dos apiários brasileiros. Uma embalagem desenvolvida por órgãos de pesquisas da Secretaria permite a remessa de abelhas rainhas e operárias a qualquer parte do Brasil, via sedex. Foi a forma encontrada para facilitar a distribuição de abelhas rainhas e melhorar a produtividade dos apiários.

A troca anual das abelhas velhas por rainhas melhoradas geneticamente pode aumentar em até 60% a produção de mel. A rainha é a principal abelha do enxame e a única fêmea fértil, responsável pela postura de ovos que originarão todos os indivíduos da colmeia, inclusive sua substituta. Dela depende a produtividade de mel e, quando jovens, são mais produtivas.

A Apta de Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, trabalha na seleção desses espécimes e é a única instituição pública do País a fornecer abelhas rainhas. De acordo com a pesquisadora Maria Luísa Teles Marques Florêncio, apesar da tradição e extensão da apicultura brasileira, a prática da troca de rainha ainda é pouco desenvolvida. A unidade produz 1.850 rainhas por ano e parte é vendida a apicultores por preços que variam de R$ 6 (rainhas virgens) e R$ 15 (fecundadas).

A pesquisadora explica que as rainhas fecundadas têm praticamente 100% de aceitação na colmeia, enquanto apenas a metade das virgens é aceita.

O preço inclui a embalagem, de tamanho apropriado para o despacho, mas o apicultor arca com a tarifa dos Correios. Durante a viagem, a rainha é colocada numa gaiola com seis operárias jovens de sua própria colmeia que a sustentam no trajeto. A embalagem tem três câmaras para acomodar também o alimento à base de açúcar finíssimo e mel. As operárias consomem o produto e produzem a geleia real para a rainha.

Na temperatura entre 20 e 25 graus, as abelhas permanecem vivas na embalagem por até sete dias. Junto com a encomenda, o produtor recebe instruções para fazer a troca da rainha.

José Maria Tomazela, O Estado

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

É inútil rebaixar o Adilson

O rebaixamento da França, da Áustria e de mais sete países da zona do euro foi mais uma intervenção errada, irresponsável e inoportuna de uma agência de classificação de risco. A redução de notas anunciada na sexta-feira pela Standard & Poor's (S&P) é um golpe contra a recuperação europeia e, por extensão, um lance potencialmente danoso para a economia global. O próprio mercado, no entanto, já não leva tão a sério as avaliações dessas agências, cada vez mais desacreditadas. O refinanciamento de 8,6 bilhões da dívida francesa concluído ontem, com juros pouco menores que os da última operação, é mais uma prova da perda de prestígio do sistema de classificações. Horas depois da venda dos títulos, a S&P rebaixou o fundo europeu de resgate, completando o ataque. Líderes europeus têm defendido medidas para disciplinar a atuação das agências. Os governos deveriam considerar seriamente esse tema ao tratar da reforma global do sistema financeiro.

As empresas de classificação de risco vêm perdendo credibilidade há muito tempo. Não previram nenhuma das grandes crises financeiras desde o começo dos anos 90. Além disso, contribuíram, com suas avaliações erradas, para a ocorrência de desastres financeiros como o da grande bolha imobiliária formada nos Estados Unidos e em vários países desenvolvidos. Em vez de funcionar como um sistema de controle e de alerta, as agências converteram-se em fatores de risco, dando suporte a práticas desastrosas do sistema financeiro e a políticas oficiais erradas, como se comprovou, mais uma vez, no caso da crise europeia.

Na Europa, essas instituições entraram em cena com grande atraso, quando os problemas fiscais já haviam surgido, e apenas agiram para agravar a situação, rebaixando as notas de países já em dificuldades e já acuados no mercado financeiro. Essa foi a marca de sua atuação desde o começo da crise grega.

Desta vez, a S&P conseguiu fazer algo pior. Rebaixou as notas de nove países quando grandes devedores, como França, Itália e Espanha, vinham conseguindo refinanciar seus compromissos em condições mais favoráveis. Interveio, portanto, quando o mercado se dispunha a apoiar mais amplamente algumas das economias mais importantes para a estabilidade do bloco.

Mas foi além disso, em sua ação inconsequente. Com o rebaixamento da França e da Áustria, diminuiu de seis para quatro o número de economias AAA envolvidas na sustentação do fundo de resgate da Europa, a Linha de Estabilidade Financeira Europeia. Os países ainda com classificação máxima são Alemanha, Holanda, Finlândia e Luxemburgo. Na segunda-feira, também o fundo foi reclassificado de AAA para AA+.

Em dezembro, ao anunciar o possível corte da nota de vários países da zona do euro, a S&P já havia mencionado possíveis implicações negativas para o fundo. Nada disso seria muito importante, agora, se as normas seguidas pelos bancos não incluíssem as notas de risco entre os critérios de gestão financeira.

A relação entre bancos e agências de classificação de risco tem sido ambígua e marcada em mais de uma ocasião por sinais de mistura de interesses. Sem essa mistura, a formação da bolha com os títulos derivados do crédito imobiliário teria sido, muito provavelmente, interrompida bem antes do estouro.

O próprio mercado financeiro deixa de lado os critérios de classificação quando estes perdem sentido prático. Os títulos emitidos pelo governo americano continuaram sendo a referência principal para os poupadores e investidores de todo o mundo, depois de rebaixados pela S&P, no ano passado. Os aplicadores simplesmente não teriam para onde ir, se abandonassem o mercado desses papéis. Além disso, todos, de alguma forma, ainda apostam na capacidade de recuperação da economia dos Estados Unidos.

Sinais dessa recuperação se acumularam desde a virada do ano. Se havia algum motivo de otimismo, foi reforçado, recentemente, por alguns avanços na zona do euro, embora os governos europeus ainda tenham de fazer muito para vencer a crise. Mas começaram a tarefa e também isso realça o caráter inoportuno e inconsequente da ação da S&P.

O Estado de S Paulo