quarta-feira, 30 de novembro de 2011

iPhone entra em combustão em vôo

Em comunicado, a companhia aérea australiana Regional Express descreveu que o celular entrou “em combustão sozinho”, dizendo que um iPhone de um dos passageiros de repente ficou vermelho e soltou “uma quantidade significativa de fumaça densa” depois de um voo entre a cidade de Lismore e Sidney na sexta-feira, 25.

Uma fotografia enviada com o comunicado mostra a parte traseira do iPhone quebrada. A companhia disse que um dos membros da tripulação conseguiu interromper a combustão e ninguém ficou ferido. A Regional Express relatou o incidente às autoridades da Austrália. A Apple disse que vai contribuir para qualquer investigação.

/ AP

O Estado

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

3D para iPhone, sem uso de óculos

Pau-Brasil X Periquitos

 Há tempos fiquei de postar aqui a foto de uma árvore que me disseram ser um pau-brasil e que está lá no meu sítio, com a idade atual de dez anos aproximadamente.

As folhas são bem pequenas

Pau-brasil é um dos nomes populares da espécie Caesalpinia echinata (echinata significa "com espinhos"), uma leguminosa nativa da Mata Atlântica, no Brasil. Seu nome em tupi é ibira pitanga, ou "madeira vermelha". Parece que há vários tipos de pau-brasil, isso deve explicar a diferença entre as folhinhas entre a minha árvore e as fohinhas da mudinha do Hosaka.
              Até o século XVI havia bastante Pau-brasil em nosso país, mas logo começou a derrubada das árvores e o trasposrte para outros países. A devastação das matas começou  depois do dia 22 de abril de 1500 quando Cabral aqui chegou. Para rezar a primeira missa com certeza os padres jesuítas pediram para derrubar várias árvores e muitos Pau-brasis... Até escolher aquela que tivesse o tronco mais certinho, mais harmonioso... E é claro, muitas outras tiveram que ser derrubadas para formar uma bela clareira  e a missa ser rezada...







               Tá vendo Hosaka? Quem começou a devastação da mata Atlântica foi a Igreja Católica...

Pela foto  essa plantinha que sua mãe diz ser pau-brasil parece não ser pau-brasil... Apesar de existirem muitas espécies.








Quanto ao periquito australiano, eu tinha uma amiga em São José dos Campos que tinha vários. Acima do bico deles existe uma manchinha que pode ser azul ou marrom. Se for azul é macho, se for marrom é fêmea. Eles não comem alface... Gostam muito de um preparado que se vende em caixinhas, tipo  um bastãozinho, onde há uma mistura de alpiste e mel.




Abraços.


Selma



Tronco do Pau-brasil: cheio de espinhos. Hoje tem por volta de 10 anos e 3 metros de altura.

domingo, 27 de novembro de 2011

Natureza Viva- 59

Eu  estava com saudade das orquídeas...

http://www.google.com.br/search?tbm=isch&rlz=1T4PRFA_pt-BRBR431BR431&hl=pt-BR&source=hp&biw=983&bih=420&q=auliza+ciliaris&gbv=2&oq=auliza+ciliaris&aq=f&aqi=&aql=&gs_sm=e&gs_upl=2475l6704l0l13816l17l12l1l2l0l0l550l550l5-1l1l0

http://www.google.com.br/search?q=epidendrum+ciliare&hl=pt-BR&rlz=1T4PRFA_pt-BRBR431BR431&um=1&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi

Carência afetiva

A carência afetiva é um mal que atinge todas as faixas etárias, culturas e classes sociais. É pior que a gripe, que vem e vai embora, ou uma doença que mata de vez. É um mal que consome as pessoas devagarinho.

A indiferença da sociedade atual face aos problemas do mundo, faz com que as pessoas sintam-se sozinhas e carentes. Preferimos fechar os olhos ao que se passa ao nosso redor (e mesmo fora dele!) do que enfrentar a realidade da vida dos outros, dos seus problemas. Há cada vez mais pessoas solitárias enquanto a população cresce.

As pessoas têm sede de amor. O problema é que raramente querem ser fonte. E nessa engrenagem há muita gente infeliz. Então corre-se de um lado para o outro, alguns tentam achar compensação a nível profissional, outros em religiões, crenças e seitas.

A internet também faz parte desse mundo. Fecha-se aqui, procura-se amores, amizades e certezas de que alguma coisa ainda existe capaz de compensar a falta de afeto. E enganam-se. Engana-se os outros e a si mesmo.

Quando Jesus andou na terra, tenho certeza que não precisava de nada. Ele era auto-suficiente. Apesar disso, viveu tudo: Ele andou, trabalhou, se entristeceu, chorou, sentiu fome, angústia, dor, morreu e ressurgiu. E vivendo tudo isso, amou. Amou até o fim, até pedir perdão para os que o crucificaram. E tudo o que Ele viveu, foi para nos mostrar o exemplo. De nada serviria se Ele tivesse pregado e não vivido as próprias palavras. Como nós. Mais que falar, precisamos viver.

O dia que as pessoas compreenderem que a solução está dentro delas mesmas, então o mundo terá uma chance de sair desse caos. Se você quer ser amado, ame! Quer receber um sorriso? Sorria! Quer receber e-mails? Mande! Quer carinho? Dê ternura até não agüentar mais. Quer atenção? Seja atencioso!

Talvez não funcione imediatamente. É um remédio que precisa de um tempo para começar a fazer efeito. Mas, quando você estiver curado interiormente, vai ser outra pessoa, de maneira tal que será impossível não receber de volta a felicidade que espalhou. Temos a mania de querer comprar tudo. Mas muitas coisas da vida precisamos plantar, cuidar e colher com nossas próprias mãos. Nem tudo se vende e se compra e afeto faz parte dessas raras coisas.

Não amamos a Deus por que Ele nos amou primeiro? Então, vivamos de maneira que possamos ser os primeiros a dar afeto, amor, atenção. Sejamos os antídotos do ódio e da indiferença. Tudo o que virá após, será compensação. Estaremos contribuindo assim para uma sociedade mais humana, mais justa e mais equilibrada.

Letícia Thompson

Réquiem para esta filosofia, por favor

>< No início deste mês eu aqui publiquei um artigo (Pensamentos). Eu pretendia republicar em sequência o texto que abaixo segue, já publicado no UOL há um tempão.

A filosofia perdeu espaço no interesse das pessoas devido a serem outras as necessidades para a garantia da sobrevivência em uma sociedade tecnocrática e extremamente competitiva.

Antes o conhecimento básico em filosofia, ciências e letras bastava. Hoje não. Hoje há muitos pormenores e detalhes técnicos.

É uma questão de sobrevivência. Isto levou a própria filosofia ao materialismo (dialético), aos cursos de direito e engenharia, ao existencialismo e a psicologia, os quais dão atenção quase total e peso quase absoluto a assuntos mundanos, práticos e cotidianos, deixando os assuntos metafísicos para as religiões.

Neste ponto a filosofia abdica de si própria, abdica da busca sem limites pelo saber e pelo conhecimento, abdica de ser amiga do saber, abdica de ser “filos-sofia”, portanto. Pois se limita.

E filosofia limitada não é filosofia. Eu não sei o que é, mas filosofia não é. Pois rende-se, limita-se, não procura mais o limite possível do provável, do nefável, do improvável e do inefável.

A filosofia tornou-se para muitos uma disciplina. Ela que antes fora todo o conhecimento tornou-se mais uma disciplina. E pior de tudo, uma disciplina a reboque da física, da psicologia ou da sociologia, ou seja dependente destas disciplinas. Só ousa o que elas permitirem. Ou seja nada ousa.

Esta divisão da única disciplina científica, as ciências naturais como era conhecida em oposição à teologia no ocidente, foi natural com o avanço do conhecimento humano em áreas bem específicas, o que acabou por transformar tais áreas em disciplinas específicas e separadas.

E com o conhecimento humano ficando cada vez mais específico, detalhado e técnico, foi-se gerando cada vez mais subdivisões.

Isto abriu um leque novo e fascinante de novas possibilidades que suscitaram o interesse e a curiosidade de mentes poderosas e de agentes sócio econômicos de peso. O esvaziamento da filosofia a partir daí foi expressivo, progressivo e inexorável.

As questões “técnicas” passaram a interessar e absorver as capacidades dos melhores cérebros. O fato destas questões “técnicas” e tecnológicas ainda estarem muito longe do seu limite e tornando-se cada vez mais intrincadas, aliado às boas recompensas financeiras e de realização pessoal e profissional auferidas ou alcançadas pelos que delas se ocupam, levaram a filosofia, enquanto busca do limite do conhecimento, a ser relegada a um plano de menor importância.

Só que o que aparentemente pouca gente percebe é o quanto nós nos tornamos “tecnicistas” alienados a ponto de não mais nos distinguirmos com tanta clareza das máquinas que usamos. Ao ponto de muitos de nós estarmos vivendo como autômatos, como robôs consumistas e deslumbrados pelo nosso “imenso” conhecimento tecnológico, pelos nossos computadores, pelos nossos automóveis cheios de “tecnologia”, pela medicina quase milagrosa, pelo conhecimento de técnicas genéticas.

Para muitos, no lugar do pão e circo, temos agora o pão e micro.  Esta alienação sempre foi muito mais comum do que alguns imaginam na história da humanidade.

Mas atualmente ela atinge áreas pensantes das sociedades de uma maneira preocupante. Pois estas áreas pensantes, antes pensavam.
E hoje apenas vivem.

Não que sejam apenas dotados de preocupações fúteis e triviais de constituição estética ou cosmética. É que está cada vez mais complicado viver.

Há muito mais detalhes. Voltamos a ficar tão preocupados com os múltiplos detalhes da existência e da sobrevivência em uma sociedade
em constante mutação que não mais sobra tempo e/ou energia para pensar.

Pois a filosofia, a busca dos limites do saber, iniciou-se quando o ser humano atingiu em várias sociedades uma situação de relativo conforto e segurança, o que lhe permitiu despender esforços na busca de respostas para as mais intrigantes questões da existência.

E hoje, o avanço tecnológico e a competição global gerou uma situação paradoxal, contraditória, beirando mesmo o absurdo.

Pois o progresso que deveria aliviar o peso da existência tornou-a tão complicada e disputada que estamos perdendo a segurança e o conforto que tínhamos pela obrigação de estarmos cada vez mais “up to date”, cada vez mais fazendo upgrades e atualizações do nosso conhecimento e dos nossos paradigmas que não podemos mais dar-nos ao luxo de pensar.

Triste destino o da humanidade e do ser humano. Quando consegue um tempo livre não aguenta mais pensar.

Não aguenta mais nem pensar em pensar porque a necessidade de atualização técnica já nos oblitera a capacidade de raciocínio e precisamos espairecer um pouco para suportar o dia-a-dia massacrante.

Dia-a-dia com cérebro ligado full-time em telefones, celulares, rádios, micros de mesa, note-books, palmtops, e-mails, internet, intranet, TV, TV a cabo, treinamentos, viagens, planejamentos detalhados, conhecimentos abrangentes e por aí vai. E o pior é que o serviço agora nos acompanha para casa e em qualquer lugar dentro dos note-books [e agora dos tablets e iPods].

Pobre humanidade. E as grandes questões da existência nunca tem hora. Os melhores cérebros estão sempre ocupados demais, a população em geral está na ilusão de sempre e quem não está na caverna de Platão é chamado de louco, já que ninguém mais vê o que ele percebe.

Réquiem para a filosofia, por favor.

[]s

CZR [um aprendiz]
Apenas a Verdade prevalecerá
Paz, saúde e felicidade a todos

O piriquito

Foi nessa semana que encontrei a minha sobrinha na escada, prendendo o piriquito com uma caixa de sapato, ela estava com medo de pegá-lo. Assim, tomei a iniciativa de agarrá-lo, ele escapou, mas só voou uns 20 cm, e na terceira tentativa consegui capturá-lo. Ele estava bem nervoso, ficou uns cinco minutos enbicando o meu dedo. Com a mesma caixa de sapato e uma grade de ferro do fogão, a minha mãe improvisou a primeira gaiola. No dia seguinte, com R$ 30,00, a mãe da minha sobrinha que também é minha cunhada comprou uma gaiola para ele. Tentei fazê-lo cantar através de um vídeo que baixei do YouTube, funcionou só na primeira noite. Nos dias seguintes, o piriquito não apresentou nenhuma resposta. Agora, ele só canta, quando a minha mãe usa a torneira elétrica para lavar os pratos.

Minha mãe não acredita que seja um piriquito, mas de um pássaro novo e que ainda vai crescer e ficar mais bonito, por isso a sua decisão de hospedá-lo. Eu já acho que se trata de um piriquito já bastante idoso e que até esqueceu de como voar e que está prestes a entrar no Vale da Morte. Essa foto tirei hoje, três dias depois de ter sido encontrado. A minha mãe acredita que ele trará sorte, para mim só trouxe mais alpiste para pesar no orçamento.

Também tirei uma foto da muda do que a minha mãe acredita ser o Pau Brasil, agora plantado num vaso, no canteiro do quintal de minha mãe. É impressionante como um simples preon consegue tanta biodiversidade.

Cobrança do dizimo

Bom dia, Dr Esio Lopes,

Antes de mais nada, quero pedir desculpas se começo responder as suas mensagens através do Blog da Selma, mas com isso eu consigo continuar a nossa conversa bem como publicar as minhas mensagens na Internet.

Atualmente eu pago o meu dizimo através da Internet, foi o padre Gilberto que me arranjou a conta da Paróquia Santa Tereza de Ávila, eu uso o Internet Banking do Bradesco, por onde é possível até mandar o comprovante através de um email. Durante muito tempo, eu pagava o dizimo através do correio, que fica a cinco quadras daqui, e ficava muito mais caro para mim - agora, com a modernidade, economizo envelope, selo e saliva.

Eu pago o dizimo não por imposição do Padre José ou pelo Padre Gilberto, mas porque a Paróquia Santa Tereza é uma das mais belas que eu conheço, sempre enfeitada de flores, banheiro sempre limpo, e é um dos poucos lugares onde senhores de muita idade compartilham o mesmo momento com jovens, adolescentes e bebês. É uma bonita festa todas as missas, e que eu pude compartilhar várias e várias vezes e espero compartilhar mais vezes no futuro, se a Santa Tereza permitir. A minha contribuição é uma tentativa de deixar a paróquia sempre do mesmo jeito, o de apoiar o Padre Gilberto a conduzir o rebanho a uma paróquia cada vez melhor, principalmente quando os seus colaboradores defendem o item VI do Artigo 5o. da Constituição Federal de 1988.

Um dia reclamei de uma estátua que botaram bem na frente da Paróquia, e a Santa Tereza ouviu a minha prece e ela tirou a estátua horrorosa da frente da paróquia. Os católicos estão acostumados com estátuas clássicas e não essas modernidades cheios de curvas e ângulos abstratos que não lembram ícone nenhum do que o Criador do Céu tentou passar pelos evangelhos. Ou seja, eu não uso o dizimo por caridade, mas sim para propósitos puramente pessoais. Eu gosto da paróquia Santa Tereza de Ávila.

sábado, 26 de novembro de 2011

A nova religião

Assim como muitas equações não batem com os eventos intergaláticos, e a partir daí o Robson defende a tese de que seremos obrigados a criar uma nova Física, uso o mesmo gancho sobre a nova religião.

As anteriores falavam sobre alma, purgatório, encarnação, salvação, mas o ser humano mudou bastante. Ninguém mais sacrifica um cordeiro para purificar a alma, são duas coisas que já não existem no mundo moderno. Hoje somos apenas um número no meio de uma gigantesca massa chamado pejorativamente de "povo". Por imposição do corpo de bombeiros, ninguém mais pode acender vela na beira de uma estrada. Enfim, não há mais procissão para chover ou para algum santo consertar o micro.

O ritual de hoje se resume em carregar o celular, exibi-lo em público, cuspir salivas para todo o lado, defendendo que o celular que o camarada usa é melhor que o do adversário. Assim como os padres nunca se entendiam com os fiéis, o mundo do celular não é diferente: ninguém consegue ouvir o que outro está dizendo, e quando entende, não quer ouvir.

O dizimo recebe um novo nome: chama-se crédito. Na Idade Média, o camarada tinha que dar o castelo para falar com o Papa. No mundo do celular, a coisa também não muda, você precisa de muitos créditos para falar meia hora com a moça de bela voz, belas pernas, belas isso e aquilo.

As orações também não terminaram, você precisa rezar muito para não cair na caixa postal ou conseguir sinal para conectar o seu celular com quem você quer falar.

Chama-se de nova religião, pois no anterior idolatrávamos o criador do céu e da terra, no mundo do celular, a gente solta os cachorros para as operadoras, elas conseguem fazer do dia a dia o céu e o inferno, quando a Bíblia só ficava na ameaça verbal.

Blu-Ray Pirata: Super 8

Esse é um filme que nunca encontrei na prateleira do Vladimir em Blu-Ray, mas consegui encontrá-lo na caixinha do César. Trata-se de um grupo de estudantes que querem participar de um festival de filmes de 8mm, mas muitos interesses pessoais dos atores, suporte técnico e direção falam mais alto e quase que o filme só fica no enredo.

A filmadora era do pai do maquiador e que também fazia os efeitos técnicos com suas maquetes; ele ficou encantado, quando descobriu que a atriz principal era uma bela loira de olhos azuis da classe em que estudava.

O pai do maquiador detestava o pai da lorinha, e proibiu o filho de fazer o filme com ela. Mas o menino deu um jeito de fazer o filme, encontrando-se escondido com a turma lá pela meia noite. O diretor teve a feliz ideia de rodar o filme, quando passava um trem ali na estação. Mas o trem descarrilou e a filmagem teve que ser interrompida.

Tudo atrapalhou a produção do filme. A atriz principal foi capturada por um alienígena, e toda a equipe de produção teve que se virar para resgatá-la. A certa altura, o diretor desabafou ao maquiador que queria desistir do filme, e o maquiador descobriu que todo o filme que falava sobre zumbis era só uma desculpa esfarrapada para o diretor ficar mais perto da loirinha, mas a loira acabou-se interessando pelo maquiador.

Enfim, depois de duas horas apresentando os problemas que uma filmagem enfrenta, é na hora que aparecem os créditos é que você vê o curta metragem de 5 minutos. Vale a pena ver esse(s) filme(s). É bem a cara de Steve Spilberg.

Uma nova física vem aí

Estive conversando com a Nihil e ela disse de estar defasafa da física, tendo chego apenas à matéria escura.

Eu respondi que a questão da matéria escura não está de maneira alguma defasada ou solucionada.

O que se observou é que rotação das galáxias tem velocidades incompatíveis com a quantidade de massa que se vê nelas, de modo que alguma outra forma de matéria há de existir para produzir tal efeito, que é devido à força gravitacional.

Também o fato das estrelas estarem em rotação síncrona, isto é, das estrelas mais afastadas girarem em torno do núcleo galáctico com a mesma velocidade que as estrelas mais próximas do referido núcleo, indica uma força gravitacional dezenas de vezes a que seria de se esperar pela quantidade de matéria que se vê, o que leva a chamar a matéria que não se vê de matéria escura.

No modelo que acabei desenvolvendo esta matéria está dentro dos buracos negros supermassivos que formam exatamente o núcleo das galáxias, ou seja, aparentemente estaríamos apenas subestimando a massa dos buracos negros supermassivos (caos para os gregos e judeus, abismo ou pralaya para os hindus) e não considerando a matéria dos fluxos de préons (éter para os gregos e mulaprakriti para os hindus) que permeiam toda a galáxia, este universo e o próprio Cosmo.

Também o modelo que desenvolvi indica que devem existir um ralo e uma ressurgência (como se fosse uma mina d’água) no universo observável, algo totalmente inesperado pelos modelos padrão (entre o ralo e a ressurgência existiria exatamente um túnel, como existe no olho de um furacão, entre o nível do mar e a tropopausa).

Só que, coincidente e surpreendentemente, foi verificada a existência de uma região que está mostrando-se exatamente desta maneira, conforme se pode ver neste texto, retirado do site http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fluxo-escuro.
[O ralo cósmico para onde o Fluxo Escuro está fluindo fica em um ponto do céu entre as constelações de Sagitário e Hidra. Lá, os aglomerados de galáxias estão se movendo a velocidades extremamente altas em comparação com aglomerados de galáxias localizados em outras parte do céu - algo que, acrescente-se, é totalmente incompatível com todas as teorias cosmológicas atuais.

Agora, Alexander Kashlinsky, um astrofísico da NASA, que foi quem primeiro observou o Fluxo Escuro, acaba de medi-lo a uma distância duas vezes maior do que havia sido possível até agora. E não vê motivos para descartar suas teorias.

"Isto não é algo que tenhamos nos proposto a encontrar, mas não conseguimos descartá-lo," disse Kashlinsky. "Agora, vemos que ele persiste a distâncias muito maiores - tão longe quanto 2,5 bilhões de anos-luz de distância."]

No dia 24.11 (antes de ontem) encontrei um artigo informando que um grupo de físicos provou um teorema em que a função de onda de Schrödinger deixa de ser uma ferramenta estatística (ver abaixo) para passar a ser algo geometricamente estruturado e fisicamente real (deixando a mecânica quântica em apuros), como se pode ver abaixo.
[A função de onda há muito tempo é interpretada como uma ferramenta estatística que reflete nossa ignorância sobre as partículas quânticas.
Mas agora um trio de físicos ingleses está defendendo a ideia quase chocante de que a função de onda na verdade é algo real, fisicamente real, e não uma probabilidade estatística.

Terremoto na física

Parece que "abalar" as bases da física não é uma expressão suficiente para dar conta do que essa proposta significa: "Eu não quero parecer hiperbólico, mas eu acredito que a expressão 'abalo sísmico' parece se aplicar bem a esse artigo," comentou o professor Antony Valentini, da Universidade Clemson, que não faz parte do trio que está defendendo esta ideia.]

Estes fatos, aliados à descoberta de que neutrinos se deslocam em velocidades superluminares (deixando a relatividade em apuros), o que foi confirmado com uma precisão bem maior em novo experimento realizado com muito mais precauções (ver http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=neutrinos-superam-novamente-velocidade-luz&id=020175111118), vão montando um quadro em que devemos assistir de camarote o surgimento de uma nova física, com os antigos modelos passando a fazer parte da história da ciência, e não mais da Ciência.
Paz, saúde e felicidade a todos.

Robson Z. Conti
Apenas a Verdade prevalecerá

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Penso, logo há múltiplas existências

Outro dia eu disse aqui que é muito mais complicado hoje em dia alguém duvidar da relatividade e da quântica, símbolos máximos da "sabedoria" humana neste início de século e milênio.

E eu, um simples aprendiz, duvido, questiono, contesto e as ataco, sem a menor cerimônia ou constrangimento, fazendo a máxima questão de assinar com o meu nome correto, para depois não ser incluído na lista dos que acreditavam ou defendiam (Deus me livre) tais teorias (mesmo um aprendiz precisa zelar pela própria reputação, ou seja, posso ser aprendiz mas não acredito em qualquer coisa que digam, mesmo que seja um mestre que estiver dizendo).

Se tivesse uma crença religiosa, seria tão simples assumir, muito mais do que ser um crítico das mais afamadas teorias científicas da atualidade.

Já conversei com físicos, engenheiros, geólogos, biólogos, médicos e outras pessoas da comunidade acadêmica que têm suas crenças religiosas sem nenhum conflito.

A lista de pessoas religiosas que deram grandes contribuições para a ciência moderna e para o conhecimento humano é enorme.

Apenas para constar, temos Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Agostinho, Tomás, Anselmo, Copérnico, Vico, Kepler, Galileu, Berkeley, Espinosa, Hegel, Schopenhauer, Leibniz, Descartes, Newton, Kant, Pascal, Pasteur, Lemaitre e Gödel, dentre outros. Seria tão simples dizer que penso da mesma forma que um deles.

Do mesmo modo publiquei aqui e em outros locais que se não tivermos múltiplas existências não há possibilidade de Justiça.

Pois a Justiça exige igualdade de tratamento, oportunidades e condições.

E a mais simples operação possível é a verificação de igualdade. Por menos que se saiba, sabemos que o que é diferente não tem como ser igual. E que não é.

Por mais que se tente maquiar as coisas, não há como uma pessoa que nasce cega, débil mental, com problemas congênitos, em situação de extrema pobreza e ausência de recursos seja igual a uma que nasce em berço de ouro, saudável e inteligente.

Isto não tem como ser. Pois o que é diferente não é igual e disto não há como alguém duvidar.

Se Deus criasse cada alma no instante da concepção e concedesse a estes seres o destino que têm, imaculados e sem nada que os pudesse diferenciar, pois as almas teriam sido criadas no mesmo instante, não haveria como haver Justiça, nem a mais mínima e ínfima, quanto mais a suprema Justiça que é inevitavelmente atributo daquilo do que nada se pode pensar de maior e melhor, ou seja, de DEUS. 

Além do que, ao fabricar uma alma novinha em folha e dar para um ser humano que fosse fruto de uma violência sexual ou de um adultério, isto transformaria nada mais nada menos do que DEUS em cúmplice, o que é IM-POS-SÍ-VEL.

Por estas e outras eu não preciso crer em Deus, eu não preciso crer nas múltiplas existências, eu apenas constato logicamente, e emito uma sentença lógica inquestionável, de que tanto Deus existe como a Sua necessária Suprema Justiça produz múltiplas existências para cada ser.

Pois a diferença de cada oportunidade e de tratamento só pode ser fruto de situação anterior, o que produz tratamento igual para iguais e diferente para diferentes, na exata medida de suas diferenças, ou seja, tratamento justo, sem o que Deus não pode ser aquilo do qual nada se pode pensar de maior ou melhor, ou seja, Deus não poderia ser Deus.

O que pode ser escrito da maneira abaixo.

Se,

Deus existe,

se,

Deus, para ser Deus, tem necessariamente que ter todos os atributos elevados em sua máxima amplitude possível, de maneira harmônica e equilibrada, de modo e maneira que a máxima elevação de um atributo não interfere ou atrapalha aos demais maximamente elevados atributos, de forma exata precisa e justa, o que necessariamente inclui a Justiça, de modo que

Deus é supremamente justo,

se,

existe desigualdade de tratamento, chances e oportunidades a cada ser humano, já em seus primeiros instantes de vida,

se,

este tratamento, dado pelo próprio Deus ou sob seu pleno controle, é dado a quem, nesta vida, não teve condição de nada produzir que justifique tal tratamento diferente, porque nada fez, nada sabia, nada era antes disto,

e se,

diferente tratamento só pode ser dado a seres diferentes por alguém justo,

então,

Não há como haver apenas uma vida para cada ser humano,

ou,

Há múltiplas existências para cada ser humano.

Como anteriormente demonstrado logicamente, se a existência de Deus é decorrência imediata e inquestionável do simples fato de eu pensar, o que já aqui publicado nos textos Penso, logo Deus existe! e Resumo da ópera 1: penso, logo Deus existe, e se a existência de Deus implica necessariamente em atributos maximamente elevados para Ele, conforme foi aqui também publicado no texto Sobre os atributos de Deus,

podemos resumir isto na sentença lógica


Penso, logo Deus existe, logo Deus é Justo, logo há múltiplas existências.


Ou, simplificando,


Penso, logo há múltiplas existências para cada ser humano.


Mais uma vez estou considerando que usei de premissas e de formalismo não refutados, o que me permite assumir que as conclusões daí resultantes são representantes da verdade objetiva, tão válidas quanto dizer que X mais X é igual a XX.

Evidentemente, se alguém refutar logicamente as premissas e/ou o formalismo, as conclusões ficarão também prejudicadas, pelo que agradecerei efusivamente quem me mostrar onde estiver me equivocando.

Com votos de paz profunda.

Um aprendiz
Apenas a Verdade prevalecerá
Paz, saúde e felicidade a todos e a cada um em especial

PS: Apesar deste texto ser resposta direta a um comentário, preferi publicá-lo em destaque devido a conter links para outros artigos.

As duas faces da mesma moeda

 Pois bem, depois de gastar o HD da Selma e a frente do blog (desculpem, foi para o bem da Ciência), vou agora tentar deixar o mais claro que me for possível em primeira tentativa o que me faz considerar que o mundo atualmente considerado físico e o mundo atualmente considerado espiritual são como duas faces de uma mesma moeda.

Conforme considero que tenha sido possível concluir, através da leitura dos artigos que postei (em questões metafísicas eu destacaria o artigo Penso, logo Deus existe!), eu tenho motivos, solidamente fundados em observações que qualquer pessoa pode fazer em idênticas condições, e logicamente validados pela Razão, outro e melhor nome de Deus, para considerar que estamos em uma realidade em que

- 1 único tipo de estrutura (células de convecção), presente do interior dos prótons e nêutrons até universos inteiros, formadas em última instância por

- 1 único tipo de partícula (préon, éter, mulaprakriti, matéria primordial, raiz da matéria, conforme a religião do interessado1), sob a ação de

- 1 única força (a força mecânica elástica, chamada em algumas doutrinas de fohat, a que é decorrente de choques entre bolas de bilhar, por exemplo), o que produziria movimentos circulares, ou seja, ciclos, produzindo

- 1 tipo de movimento, o qual produz vórtices, como o movimento espiralado (chamada em algumas doutrinas de kundalini) de partículas, estruturas e corpos, cada qual em sua escala de tamanho, por sua vez gerando

- 1 mundo em camadas concêntricas de acordo com a densidade, separadas entre si por

- regiões de descontinuidade, produzidas pela diferenciação de densidade, de material e de rotação entre as referidas camadas, formando fronteiras adiabáticas, sendo tudo o que há no Todo comandado e controlado por

- 1 única Lei (de ação e reação, causa e efeito), com abrangência em qualquer região e circunstância em qualquer universo, e em qualquer época e com a absolutamente necessária existência de

- 1 Único Deus, do que o qual nada se pode imaginar de maior ou melhor, o qual reúne todos os atributos elevados e nobres no maior equilíbrio e harmonia, de forma e maneira que a máxima amplitude de um em nada atrapalha aos demais atributos e sem produzir nenhum paradoxo, sendo

- Deus a explicação única, primeira e última, a exatidão decorrente do Justo, do Bom e do Belo, que tem a eternidade e paciência necessárias para esperar que todas e cada uma de suas criaturas se desenvolva e alcance um elevado nível de desenvolvimento ético, através da

- mesma e única Lei, a lei de causa e efeito, válida também no que é em geral chamado de terreno moral, ao qual chamo de terreno ético, pois fundado na Ética, irmã gêmea da Justiça, solidamente alicerçada na

- Igualdade, através da mais simples de todas as operações de lógica, a comparação de identidade, pois é absolutamente evidente no nível mais primordial que

- o que é diferente não é igual, e que, fundado nisto,

- o mais justo dos seres, Deus, o Justo, o Exato, o Máximo, só pode dar a todos e a cada um de todos os seres exatamente as mesmas chances, oportunidades, tratamento e que, como

- as leis da natureza mostram que o mundo físico tem ojeriza de desigualdade, e que

- sendo observado desequilíbrio, sempre e todas as vezes, a natureza reage de forma a procurar o equilíbrio, o qual, não sendo possível em algumas circunstâncias, acaba  por acumular tensões que, sempre resultarão na produção de meios e canais de equalização, e sendo a natureza obra do mesmo ser supremo, então no campo ético ocorre o mesmo e a Lei, ou seja,

- a Lei de causa e efeito, ação e reação, governa a tudo o que se passa nos mundos atualmente considerado físicos e metafísico, natural e sobrenatural, material e espiritual, pois o

- Único Deus existente, o que tudo sabe, não vê diferença entre eles e, como Ele é o senhor, dono e sabedor da Verdade absoluta, sendo que

- Deus é a própria Verdade, e apenas Ele prevalecerá.

Não se preocupem (ou se preocupem, dependendo do apetite por informação que cada um tenha) que isto não é a explicação, e sim o que eu considero que já havia deixado claro.

Há algumas semanas eu postei alguns artigos mostrando que o que atualmente temos como conhecimento científico não pode explicar muita coisa. São eles:


Também postei algumas explicações do modelo que acabei desenvolvendo depois de muito investigar e de não concordar com as atuais explicações que nos dão, o que foi feito nos artigos abaixo.


Considero que deixei claro que, de acordo com este modelo, o que rege o funcionamento deste e de qualquer outro universo no Universo, ou seja, do Todo, seriam as variações na densidade dos campos, sejam eles gravitacionais, elétricos, magnéticos, eletromagnéticos ou se Yang-Mills (nucleares), o que seria muito parecido com a última proposta de Einstein, a sua teoria do campo unificado.

Isto solucionaria a todas as questões, cuja explicação pelo que atualmente chamamos de modelo padrão eu questionei e contestei.

Mesmo as questões mais estranhas apresentadas podem ser explicadas com o uso deste modelo, sem produzir nenhum paradoxo. [Quem desejar a explicação para alguma delas de acordo com este modelo, basta perguntar, não vou me estender ainda mais neste texto]

Pois bem, e o que isto tem a ver com religião, em que isto implica em uma suposta identidade entre o que consideramos atualmente mundos físico e metafísico, material e espiritual, natural e sobrenatural?

Como deve ter sido notado, o mundo físico é em camadas concêntricas, de acordo com a densidade.

Dizem as antigas escrituras que o mundo espiritual também.

O mesmo se repete para a questão dos ciclos, pois se todas as estruturas físicas forem em formato e com o mecanismo de funcionamento de células autossustentáveis sempre reciclando material, como as figuras já mostradas nos fornecem evidências observáveis de que são, e ainda com funcionamento e espiral, também há uma correspondência entre o que este modelo propõe e o que está nas linhas e entrelinhas de todas as doutrinas, sejam elas de origem chinesa, judaica, maia, egípcia, grega, caldeia ou hindu.

Sei bem que isto não é considerado evidência nos dias atuais mas, como disse antes, quando uma série de doutrinas diferentes, em pontos isolados do planeta, algumas extremamente específicas, delineadas, sofisticadas e bem elaboradas, têm pontos em comum entre si, isto pode ser ao menos um indício da validade destes pontos específicos e coincidentes, principalmente quando, coincidentemente, coincidem com as observações que apenas agora, cinco milênios depois, pesquisadores materialistas coincidentemente passaram a ser capazes de fazer das estruturas, pois antes a nossa (in)capacidade técnica não nos permitia. [Nesta frase eu estou repetindo o termo “coincidir” de forma proposital, pois quando a “coincidência” é muita, pode ser que não seja apenas “coincidência”, como “coincidentemente” notamos em outros assuntos]

Mas há outros detalhes, os quais apresento agora.

No artigo Pequeno detalhamento adicional da proposta eu mostrei que a figura a seguir...
Figura 1 - Onda Eletromagnética
...é a representação no tempo, de um evento como o que se segue, porém simétrico (seria como um furacão esférico e sem as diversas camadas aqui vistas).
Figura 2 - Estrutura de um furacão
Só que, assim como um furacão apresenta várias camadas, também aqui vistas no campo magnético terrestre,...
Figura 3 – Campo Magnético da Terra
...também as ondas (eletromagnéticas e sonoras) contém, sobrepostos, múltiplos de sua frequência fundamental, os quais são chamados de harmônicos (sistemas elétricos industriais em geral usam filtros de harmônicos pois eles atrapalham muito o funcionamento de determinados equipamentos e tornam pouco eficiente o sistema elétrico de uma instalação).

Fazendo uma analogia que em geral pode ser entendida com facilidade, se uma pessoa emite um som com determinada frequência fundamental, junto com esta frequência são emitidos harmônicos de maneira tal que diferenciamos a voz de duas delas, mesmo se estiverem na mesma frequência fundamental.

Ou seja, há harmônicos nas ondas assim como há camadas nas estruturas, o que confirma a identidade entre as estruturas distribuídas no espaço (geometria) e suas cartesianas representações no tempo.

Vamos então tentar fazer as ligações iniciais entre estes mundos.

Pois a descrição do que virtualmente todas as doutrinas fazem de entidades espirituais, de nossas consciências extracorpóreas (ou mentes, ou almas, dentre outras denominações) é bastante concordante com a estrutura largamente mostrada nas figuras que até então postei, nuvens de partículas, estruturas e corpos, na maioria das vezes em camadas concêntricas e cada vez menos densas à medida que se distanciam do centro,

Como as estruturas todas que compõem este universo, este universo e o próprio Universo seriam cópias umas das outras, sempre com células de convecção multicamadas, então, se das mesmas causas pode-se e deve-se esperar idênticos efeitos, da observação dos mesmos efeitos se pode esperar pelas mesmas causas.

Ou seja, todas as estruturas, físicas e metafísicas, teriam o mesmo formato básico e o mecanismo de funcionamento, obedecendo à força de gradiente de pressão, por sua vez dependente da força mecânica elástica, produto da terceira lei de Newton, a lei de ação e reação, coincidentemente a mesma Lei que os místicos e mestres de todas as épocas afirmam reger os nossos destinos.

Ou seja tanto a matéria bariônica (matéria comum) quanto a consciência extracorpórea teriam a mesma distribuição espacial (geometria) e mecanismo de funcionamento.

Assim, a consciência, ao ter a estruturação e mecanismo de uma célula ciclônica, é exatamente como um furacão ou uma partícula subatômica de matéria bariônica, apenas diferenciando-se destas em dois detalhes.

(1) Os furacões são feitos de matéria bariônica (prótons, nêutrons, formando átomos juntamente com elétrons, que são léptons), enquanto a consciência seria de matéria primordial (préons).

(2) As partículas de matéria bariônica têm densidades extremamente elevadas, da mesma ordem de grandeza de estrelas de nêutrons e buracos negros (até 1017 Kg/m3), enquanto a consciência teria densidade extremamente baixa.

Em outras palavras, a consciência seria uma partícula de baixíssima densidade ou um furacão de préons (também de baixa densidade).

Se em furacões nós sabemos o que os mantém em funcionamento (variações de pressão e temperatura), o atual modelo padrão da física de partículas não poderia dizer nem como se formariam partículas de matéria bariônica e nem a consciência extracorpórea

Já pelo modelo de universo sustentável (que é o nome com que às vezes me refiro à minha conjectura), sabemos o que faz os préons adquirirem rotação (a rotação do nosso universo como um todo, pela soma de todas as estruturas nele existentes formarem uma célula de convecção autossustentável), de modo a passarem a constituir as partículas de matéria bariônica (prótons e nêutrons).

Pois a nossa consciência extracorpórea tendo as mesmas características e atributos, teria idêntico funcionamento, mecanismo e causa, pois efeitos iguais costumeiramente têm causas iguais ou, ao menos, semelhantes.

Ficaria ainda em aberto o que ligaria uma consciência a um determinado corpo e a nenhum outro, mesmo que o corpo esteja em gestação, dormindo ou em coma.

Os espiritualistas dizem que é um tal “cordão prateado”, que seria um túnel de equalização da entropia que sustenta a célula, cujo exemplo mais popular seria o olho de um furacão, ou o campo magnético principal (campo H, como o pessoal mais técnico chama, tem o formato de um saca-rolhas).

Teríamos então um problema: o que é que manteria uma consciência determinada, sendo ela um vórtice ciclônico (furacão) preso a uma mesma pessoa, de modo que a não sair dali nem em coma?

Para prender um furacão em um só lugar é necessário fornecer-lhe energia de tal maneira que ele não tenha como alterar a sua posição.

O problema é, como um bebê em gestação tem o seu furacão-consciência e ele não se mistura com o furacão-consciência da mãe que o gera? No caso de gêmeos e trigêmeos isto é mais interessante e intrigante ainda.

Mesmo quando adultos, muitas vezes estamos tão próximos de outras pessoas, em relacionamento íntimo por exemplo, que seria o caso de se misturarem.

Uma solução que me aparenta possível seria que a consciência ficasse distante e ligada a cada corpo físico (ou de matéria bariônica) apenas pelo campo H, ou seja, pelo “cordão prateado”.

Ainda assim, algo deve prender o cordão prateado de cada indivíduo a cada indivíduo e a nenhum outro ser. Como ocorreria esta sintonia?

Além disto, a maneira como os centros energéticos (xacras) se distribuem no corpo físico, indicaria um campo H (campo magnético principal, como o olho de um furacão) entre a base do tronco, na região pélvica, e o topo da cabeça de cada indivíduo, ou seja, o cordão prateado ficaria dentro de cada ser e apenas se misturariam as partículas do campo B (campo magnético de indução, ou auxiliar, como as correntes de ar que existem em camadas concêntricas em torno do olho dos furacões, com o formato de uma moranga).

Isto manteria a individualidade de cada consciência, por mais próximas que pudessem estar as pessoas.

Pode-se então perguntar, se podemos ver matéria bariônica, porque em geral não vemos a tal consciência extracorpórea.

Para isto a solução é simples, pois em uma residência qualquer não enxergamos minúsculos grãos de poeira, a não ser que o sol da manhã os ilumine de maneira especialmente reveladora.

Imaginem ver partículas tão pequenas perto de um elétron quanto um elétron e pequeno perto de nós.

Se a consciência do ser humano fica externa ao corpo, e tem a forma e a constituição de uma célula ciclônica autossustentável,  poderíamos nos perguntar: e para que serve o cérebro, então?

Ele seria uma espécie de interface entre a consciência extracorpórea e o restante do corpo, algo como um modem (mais exatamente seria como o controlador lógico programável (que em eletrônica industrial e automação é conhecido pela sigla CLP) de um dispositivo mecânico, cujo comando estivesse em uma CPU remota, ou seja, a consciência extracorpórea).

Podem donos de mentalidades mais obtusas dizer que isto não prova nada.

Eu sei que não posso provar nada a ninguém. Pois a última instância é sempre de cada pessoa em se convencer de que aquelas evidências provam algo.

O que posso fazer é apresentar as evidências, premissas, teoremas, silogismos, sentenças lógicas.

E a análise formal destas, de modo que, sendo aceitas as premissas e não havendo erro no formalismo lógico apresentado, as conclusões daí decorrentes terão validade de conclusão lógica, algo no mesmo nível de dizer que 2 + 2 = 4.

Negar um “penso, logo existo”, ou um “penso, logo Deus existe”, sem apontar erro nas premissas ou no formalismo lógico utilizado, é o mesmo que negar que 2 + 2 = 4 “porque eu não acho que é assim”.

Apesar de alguns considerarem que 2 + 2 = 22, eu ainda sou dos que consideram que o resultado é 4 (quatro), assim como digo que Deus existe, que Ele é o máximo, e que, em função disto, há de nos dar todas as chances necessárias para que nos desenvolvamos, de forma totalmente independente do que qualquer pessoas tenha dito ou estiver escrito em qualquer lugar, em qualquer época e em qualquer universo.

Pois não creio porque é absurdo, ou porque me ensinaram, ou porque falaram ou escreveram que era assim.

Não tenho fé nenhuma, portanto não creio em nada.

Apenas concluo porque é lógico, porque é óbvio, porque não tem como não ser assim.

Não sou teísta, ou seja, não uso a fé para definir questões a respeito da existência de Deus e nem outra ferramenta que não seja a Razão.

Sou deísta, uso a Razão, outro e melhor nome de Deus, para investigar a realidade e procurar pela Verdade, e ela, apenas ela prevalecerá.

As minhas conclusões lógicas, para as quais reivindico o status de conclusão lógica, de verdade objetiva, são concordantes com o que nesta região do planeta se conhece por doutrina das múltiplas existências, adotada por várias religiões, seitas e correntes de pensamento.

Diante de um (desejável) quadro de liberdade religiosa, cada qual pode acreditar no que deseja (desde que esta sua crença não o leve a ofender ou colocar em grave risco a direitos naturais maiores que este).

Mas, se não refutar às premissas e nem ao formalismo adotado, a crença que estiver fora disto será exatamente isto, crença, mais ou menos embasada, mais ainda uma crença.

Já o que se choca contra uma conclusão lógica cujas premissas e formalismo lógico não podem ser questionados está cometendo um absurdo lógico, do mesmo nível que negar que dois mais dois seja igual a quatro.

Se a pessoa, assim mesmo, continuar a negar isto, e a crer em outro resultado porque é absurdo, a ponto de negar o que é fruto de conclusão porque é lógico, desde que não morda ninguém, mesmo que babe, pode continuar, mas poderá ser declarada a sua insanidade.

Ainda bem que Deus tem a eternidade para esperar que nos desenvolvamos, pois não temos como negar que em passado atualmente sem lembranças, não fomos também loucos assim.

Fiquem em paz e sejam felizes.

Um aprendiz
Apenas a Verdade prevalecerá
Paz, saúde e felicidade

[1] O fisicismo materialista também é uma religião

PS: Em termos bem gerais estes seriam os motivos que me levaram a considerar que o mundo físico e o metafísico são apenas duas faces da mesma moeda.

Vou tentar também publicar, de acordo com o tempo que para isto tiver, alguns detalhes de modo a ser mostrado o mecanismo que faria com que a força gravitacional fosse idêntica às forças eletrostática e magnética e nuclear, apenas atuando em ambientes com diferentes densidades de partículas de matéria primordial e bariônica, e como isto também funcionaria no mundo atualmente considerado espiritual.